ILUSÕES E AS MULHERES QUE NUNCA TIVE E MINHA
PRIMEIRA PAIXÃO
A primeira
mulher, da minha idade etária, com quem brincava durante a infância, e com
naturalidade, se percebe as diferenças, sem nenhuma motivação sexual; mas
durante a puberdade, foi a primeira pessoa, mesmo sem nenhuma relação afetiva,
quando tive minha primeira ejaculação, com 13 anos de idade, embora, não tendo
acontecido uma relação. Despertando, assim o florescer da adolescência.
Mas, a minha
primeira paixão, foi quando era criança, no curso primário, comovido pela uma
colega novata, apenas talvez por ser diferente das outras colegas e me sentia
muito solitário, e jamais havia sentido o coração delirar pela companhia
feminina. No mais, foi minha primeira ilusão, e não mais que isso.
A segunda
paixão que tive, foi durante a adolescência, com quinze anos, também com uma jovem, da minha idade, vizinha,
esbelto, que durante as tardes, sempre me solicitava, cordialmente, para subir
no telhado da casa dela, para movimentar a antena da televisão, de modo que
pudesse conseguir uma transmissão eficiente de imagem, para ela finalmente,
acompanhar a apreciação pela novela, apresentada durante o horário vespertino.
Mas, eu sempre ficava com o sentimento, no silêncio do meu coração, e também
ela tinha um namorado com uma idade mais adulta.
Depois de
algum tempo, porém, um certo dia, durante algumas conversas, com um colega da
época da juventude, que tive mais confiança e finalmente, comentando o
sentimento de minha paixão adolescente, e pedindo integral segredo por algum
eventual temor pejorativo ou mesmo encabulado pelo meu jovem sentimento.
Mas, o meu
amigo, não se conteve com o silêncio e contou para a namorada dele, uma pessoa
que tinha uma imensa má língua e logo me trouxe
notícias, que minha tal paixão havia comentado algo, entre outros
assuntos, de que eu não tinha músculos. Então, logo, comecei a praticar
esportes, através de um cordial amigo do tempo de colégio que me incentivou a
freqüentar o clube de remo, um esporte que aprendi a venerar e tenho imenso
apreço em popularizar, entre tantas dedicações
na minha cronologia histórica.
Pouco tempo
depois, o meu colega me trouxe uma boa notícia, que o tal namoro da minha jovem
paixão havia terminado e eu um pouco sem jeito, comecei a arrastar a minha asa.
Mas, entre
as intensas ilusões, uma irmã dela, começou muito a freqüentar a minha casa,
com uma demasiada estima com minha póstuma irmã, e entre tantas fantasias, a
paixão da minha juventude foi ficando pra trás e em vão, com delírios e tensões
emocionais, com meus pensamentos e sonhos, diferentes dos demais colegas e
talvez tenha sido motivo para todos me enfrentarem, como um complô, que com
toda juventude, já durante os meus vinte anos de idade, fiquei intensamente
melancólico e desiludido e solitário, com os obstáculos necessários pela
plenitude da vitalidade, sem saber como superar.
Conheci
algumas outras mulheres, sem ter nenhuma pretensão ilusão amorosa, apenas
comentei fúteis vantagens fantasiosas de um solitário que nunca tinha tido
alguém, que tanto tenha sonhado.
A minha
terceira e última ilusão de paixão amorosa, cinco exatos anos mais jovem do que
eu e que apesar de sempre sinceramente me afirmar, de que não me queria, era
apenas, uma companheira sensata e tolerante, durante alguns eventuais lazer ou
meros passeios comemorativos, sem eu sentir qualquer euforia.
Mas, com
minha intensa teimosia, eu nunca havia desistido. Então, um dia, quando ela
finalmente, havia regressado para voltar a morar aqui em Natal, com minhas
esperanças em saber quando poderíamos voltar a se ver, entre mais alguns
diálogos, através pelo telefone, ela citou que não poderia, quando me falou
sobre dedicar tempo a um namorado, e finalmente me desiludiu totalmente.
E apesar de toda minha solidão, lentamente
consegui consolidar minha estrutura, embora sem nenhuma apresentação de fortuna ou mera sobrevivência
de conforto social independente, mas edificado todo meu sonho de plenitude com
harmonia sob a benção de Deus, e disposto a superar os obstáculos cotidianos,
com nobre sensatez.
Sem mais
pretensão de ilusão amorosa, e durante a vida inteira ter sido em vão ter
conseguido uma relação sexual, finalmente consegui obter um êxito intimo com
uma pessoa da minha idade, mas eu completamente desleixado, até mesmo por uma
natural sexualidade, tenso, não consegui nenhum desempenho platônico.
E durante algumas outras tentativas, também em
vão, sem procurar conseguir um diálogo para
compreensão e um desempenho platônico e saudável, a tal cuja
pessoa, se cansou de mim, e não sei, se motivada por algum adversário,
me causou uma dor intensa nos testículos, que às vezes percebo muito encolhido
e sentindo uma sensação de receio, em talvez, eu haver sido castrado por essa
tal única mulher e percebendo
repentinamente um desempenho com dificuldade para obter ejaculação,
mesmo quando me masturbo.
MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 05 de dezembro de
2012.
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