sexta-feira, 5 de julho de 2019

O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA (Texto Mais Aprimorado)


O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA (Texto Mais Aprimorado)

Foi melancólica a despedida de nosso pai, mas por ter sido harmoniosa, no maior momento de dor durante após a Missa de Corpo Presente, após o Padre ter celebrado uma bela Missa, com a colaboração religiosa, auxiliando durante a Missa por nosso parente Elói Simplício, solicitou então à cantora que interpretasse uma música de Roberto Carlos: “Meu Querido Meu Velho, Meu Amigo” e foi o maior momento mais sublime, embora também de dor que contribuiu para uma bela, embora saudosa despedida e não ser motivo para ficarmos triste. Fiquei apenas, durante os primeiros momentos, narrando esse momento, durante algum comentário, não contendo o pranto, mas após superação, agradeço a Deus por tê-lo ao lado, amenizando, tirando suas dores da enfermidade e deixando conosco apenas a recordação, lembramos também com inteira gratidão por termos convivendo durante muito tempo presente em sua vida, com seus 96 anos de idade, faria se Deus tivesse permitido, 97 no dia 06 de agosto de 2019, mas preferiu levá-lo para o convívio com plenitude ao lado de nossa saudosa irmã Maria Lúcia, que se foi com 48 anos de idade, em 2004 e eu como o mais moço, embora não tão jovem mais, com 57 anos de idade e nossa primogênita irmã: Maurina 72 anos de idade e os demais membros da família e descendentes somos todos abençoado embora pelo modo sertanejo que como também nascido no interior do alto oeste potiguar, tenho conscientização do meu modo áspero, mas sem pretensão algoz nem letal, apenas desbocado da boca para fora e mais cauteloso com a saúde me reerguendo de forma harmoniosa, continuando tratamento ambulatorial após mais de trinta anos de depressão sobrevivendo de modo vegetal apesar dos pesares consciente não agradar a todos e ter alguns ressentimentos, mas não tenho nenhuma pretensão de retaliação com quem quer que seja. No mais, grato a quem apreciar essas meras palavras de uma criança no curso primário do sertão, que sonhou em ser um dia em ser escritor, largando a pretensão acadêmica de ser um consolidado e consagrado engenheiro mecânico pela UFRN entre o inicio dos anos oitenta, sonhando ser projetista de automóveis desde a adolescência, mas a voz do áudio do meu coração falou mais alto, ao ouvir as batidas do meu coração, pra seguir o sonho de infância, ser escritor independente de não ter tido uma dedicação acadêmica. No mais, obrigado a quem puder dedicar uma mera leitura a essas breves palavras que precisaria pra justificar meus momentos de audição musical e mandar os males embora como se diz o ditado popular, “os males espanta”.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 03/07/2019 ; 19:53 horas. 05/07/2019; 10:08 horas e 10:13 horas.


quinta-feira, 4 de julho de 2019

A LUTA CONTINUA (Acréscimo e Correção)


A LUTA CONTINUA (Acréscimo e Correção)

Sou um cavalheiro, mas costumo não admitir manobra de nenhuma megera, apenas de modo mais ético prefiro o silêncio por uma questão de ser mais sensato. Mas, comento sem nenhum temor as injustiças sociais que o judiciário e o ITEP cometeram contra mim, primeiramente, através de uma “mediadora” durante uma audiência jurídica e posteriormente com as falsas acusações de uma ladra de uma advogada, Marina Bastos, com uma imensa lábia, ainda me acusou que eu era quem estava ”ludibriando a justiça” e sido acatado ante demais balelas de modo unânime me “condenando” injustamente e decidido a Sentença pela Magistrada incompetente, com a conclusão da falsa acusação de: “ensejar indenização.” Não temo em difamar toda essa corja e ser preso injustamente, porque fui prejudicado há nove anos por fraudes, desde o dia em que nosso lar foi invadido por bandidos, dia 21/09/2010 e supostamente, suponho sido por esses respectivos bandidos, embora toda minha documentação original, esteja comigo. E ainda atualmente, em pleno 2019, ainda sofro conseqüências dessas falsas acusações.
Lamento deste respectivo Processo que eu tinha todo conteúdo impresso, mas lamentavelmente desfolhado algumas páginas e não encontrei todo o conteúdo, ente as balelas a falsa e mais grave acusação de que eu era quem estava pretendendo “ludibriar a  justiça” e se eu tivesse comentado isso de toda essa roubalheira do judiciário que me prejudicou injustamente, eu tivesse levado ao conhecimento do saudoso Senhor Seu Luíz, jornaleiro e Policial Federal Aposentado, ético e rigoroso quando ele era vivo, tenho plena convicção que ele teria desmascarado todo esse bando do tal “BMG”, em cumplicidade com o ITEP com falsa acusação de sido lícito um tal falso “empréstimo bancário” de um mealheiro que chamam de “banco” e eu jamais havia ouvido alguém falar ou citá-lo.
E com todo respeito e cavalheirismo, se forem me prender por não tolerar e debochar fúteis esnobações de megeras que se dizem: “ser valente, porque é de Caicó” , não temo, pode ser do Oriente Médio ou até do “quinto dos infernos”, eu não temo.  E sobre os comentários que fiz de toda roubalheira, afirmando não temer, nem mesmo a rainha da Inglaterra que arrebatou as Ilhas Malvinas sobre derramamento de sangue dos nossos cordiais vizinhos sul-americanos, que venha até a INTERPOL me prender, então, porque era para na época, mesmo com nossa frágil insuficiência de equipamentos de guerra, era para termos sido solidários toda América latina e lutado até a morte em combate ao lado dos cordiais argentinos.

Martins  Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 04/07/2019; 07:25 horas. 15:25 horas.







A LUTA CONTINUA




A LUTA CONTINUA

Sou um cavalheiro, mas costumo não admitir manobra de nenhuma megera, apenas de modo mais ético prefiro o silêncio por uma questão de ser mais sensato. Mas, comento sem nenhum temor as injustiças sociais que o judiciário e o ITEP cometeram contra mim, primeiramente, através de uma mediadora durante uma audiência jurídica e posteriormente com as falsas acusações de uma ladra de uma advogada, Marina Bastos, com uma imensa lábia, ainda me acusou que eu era quem estava ”ludibriando a justiça” e sido acatado ente demais balelas de modo unânime me “condenando” injustamente e decidido a Sentença pela Magistrada incompetente, com a conclusão da falsa acusação de: “ensejar indenização.” Não temo em difamar toda essa corja e ser preso injustamente, porque fui prejudicado há nove anos por fraudes, desde o dia em que nosso lar foi invadido por bandidos, dia 21/09/2010 e supostamente, suponho sido por esses respectivos bandidos, embora toda minha documentação original, esteja comigo. E ainda atualmente, em pleno 2019, ainda sofro conseqüências dessas falsas acusações.
Lamento deste respectivo Processo que eu tinha todo conteúdo impresso, mas lamentavelmente desfolhado algumas páginas e não encontrei todo o conteúdo, ente as balelas a falsa e mais grave acusação de que eu era quem estava pretendendo “ludibriar a  justiça” e se eu tivesse comentado isso de toda essa roubalheira do judiciário que me prejudicou injustamente, eu tivesse levado ao conhecimento do saudoso Senhor Seu Luíz, jornaleiro e Policial Federal Aposentado, quando ele era vivo, tenho plena convicção que ele teria desmascarado todo esse bando do tal “BMG”, em cumplicidade com o ITEP com falsa acusação de sido licito um tal “empréstimo bancário” de um mealheiro que chamam de “banco” e eu jamais havia ouvido alguém falar ou citá-lo.
E com todo respeito e cavalheirismo, se forem me prender por não tolerar e debochar fúteis esnobações de megeras que se dizem: “ser valente, porque é de Caicó” , não temo, pode ser do Oriente Médio ou até do “quinto dos infernos”, eu não temo.  E sobre os comentários que fiz de toda roubalheira, afirmando não temer, nem mesmo a rainha da Inglaterra que arrebatou as Ilhas Malvinas sobre derramamento de sangue dos nossos cordiais vizinhos sul-americanos, que venha até a INTERPOL me prender, então, porque era para na época, mesmo com nossa frágil insuficiência de equipamentos de guerra, era para termos sido solidários e lutado até a morte em combate ao lado dos cordiais argentinos.

Martins  Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 04/07/2019; 07:25 horas.
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quarta-feira, 3 de julho de 2019

O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA


O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA

Foi melancólica a despedida de nosso pai, mas por ter sido harmoniosa, no maior momento de dor durante após a Missa de Corpo Presente, após o Padre ter celebrado uma bela Missa, solicitou então à cantora que interpretasse uma música de Roberto Carlos e foi o maior momento de dor que contribuiu para uma bela, embora saudosa despedida e não ser motivo para ficarmos triste. Fiquei apenas, durante os primeiros momentos, narrando esse momento, durante algum comentário, não contendo o pranto, mas após superação, agradeço a Deus por tê-lo ao lado, amenizando suas dores da enfermidade e deixando conosco apenas a recordação, lembramos também com inteira gratidão por termos convivendo durante muito tempo presente em sua vida, com seus 96 anos de idade, faria se Deus tivesse permitido, 97 no dia 06 de agosto de 2019, mas preferiu levá-lo para o convívio com plenitude ao lado de nossa saudosa irmã Maria Lúcia, que se foi com 48 anos de idade, em 2004 e eu como o mais moço, 57 anos de idade e nossa primogênita irmã Maurina 72 anos de idade e os demais membros da família e descendentes somos todos abençoado embora pelo modo sertanejo que como também nascido no interior do alto oeste potiguar, tenho conscientização do meu modo áspero, mas sem pretensão algoz nem letal, apenas desbocado da boca para fora e mais cauteloso com a saúde me reerguendo de forma harmoniosa, após mais de trinta anos de depressão sobrevivendo de modo vegetal apesar dos pesares consciente não agradar a todos e ter alguns ressentimentos, mas não tenho nenhuma pretensão de retaliação com quem quer que seja. No mais, grato a quem apreciar essas meras palavras de uma criança no curso primário do sertão sonhou em ser um dia em ser escritor, largando a pretensão acadêmica de ser um consolidado engenheiro mecânico  pela UFRN entre o inicio dos anos oitenta, sonhando ser projetista de automóveis desde a adolescência, mas a voz do áudio do meu coração falou mais alto, pra seguir o sonho de infância, ser escritor independente de não ter tido uma dedicação acadêmica. No mais, obrigado a quem puder dedicar uma mera leitura a essas breves palavras que precisaria pra justificar meus momentos de audição musical e mandar os males embora como se diz o ditado popular, “os males espanta”.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 03/07/2019 ; 19:53 horas.


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quarta-feira, 3 de julho de 2019 ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS

quarta-feira, 3 de julho de 2019
ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS
Me perdoem, por favor os meus poucos amigos, o meu vocabulário de discórdia, nesse recente momento de dor, mas estou enfrentando a todos além dos familiares desequilibrados,, também a roubalheira do judiciário o qual me prejudicou injustamente, e agora minha única esperança é denunciar pessoalmente a um Delegado da Polícia Federal quando puder, após resolver uns assuntos pessoais.
No mais, cordialmente grato a todos que estiveram presentes ou mantiveram contatos solidários.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)
Referente as falsas acusações do cabaré do itep e do judiciário que me prejudicou há quase 10 anos, mesmo após ter informado a Promotoria do Ministério Público que segundo o Promotor “havia enviado pra inquérito policial”, recebi um “Mandato de Intimação Policial” e no conteúdo burocrático, exposto alguns artigos da tal “Lei” expondo ameaça de prisão se por um eventual acaso não comparecesse. “Toda audiência teve gravação áudio visual” segundo eles e assinado um Termo, “constando a citação: “nada mais foi dito” e após eu solicitar informações do cujo Processo de minha denúncia, afirmaram sido “arquivado” Fui ao Ministério Público, pessoalmente falar com o Promotor um dia e ele não pode me atender, mas sugeriu deixar meu número de telefone para quando pudesse. Pois bem. Me telefonaram um dia, compareci, tomei conhecimento da audiência ter tido gravação audiovisual e nada mais sido dito” segundo conteúdo do cujo Termo, assinado em cópia de três Páginas .
Portanto, foi em vão tanto na Delegacia quanto na Promotoria, pois não deram a mínima atenção ao conteúdo da minha síntese de acervos em diversos documentos e desnecessariamente meus acessórios de instrumentos em heráldica. Mas tudo bem. Não desistirei, pois embora eles tenham concluído o fato sem nada ter sido apresentado, como já disse da minha síntese de acervo. Apesar do Promotor ter me atendido muito bem, mas foi em vão, parece ter agido em cumplicidade com a conclusão da Sentença da Magistrada com a cuja Sentença da época que me “condenou” injustamente ante todas as falsas acusações entre as quais “ensejar indenizações” Também utilizou uma palavra de um vocabulário difícil que não tenho a mínima idéia, mas segundo conclui foi uma confirmação da falsa acusação que o cabaré do itep havia feito em conjunto com o judiciário corrupto e permitido, acatado todo jargão jurídico fútil e vocabulário medíocre da ladra da tal advogada, uma ladra: MARINABASTOS DA PORCIÚNCULA BENGHI, OAB/RN833-A, em que uma prostituta é muito mais honesta.
Portanto, tudo bem. Assim que resolver uns assuntos pessoal irei pessoalmente agendar uma audiência com um Delegado da Polícia Federal pra denunciar o ITEP e o Judiciário do nosso imenso Rio Grande do Norte, mesmo apesar de já terem dito pra mim, através de telefone “ser na polícia civil”. Mas, como não sou de desistir, tentarei como fato extraordinário.
Pois informo, se eu tivesse contado essa injustiça social ao cordial saudoso Senhor Seu Luís da extinta Banca de Jornais e Revistas, da Praça dos Eucaliptos, que era jornaleiro e Policial Federal Aposentado, convivíamos amistosamente sem intimidade, nos conhecemos a viúva, a Senhora Dona Daguia e Cláudia filha mais velha, mas a mais jovem não sei como se chama, apenas à via quando ainda era criança, portanto só tenho conhecimento que deixou duas filhas educadas e sensatas certamente, apesar de não conhecer a mais nova, como já citei. Moro vizinho a um cordial Policial Federal, conheço mais alguns Policiais Federais, mas não acho propicio solicitar colaboração de nenhum, para denunciar essa injustiça social que tem me prejudicado inúmeras vezes já, pois atualmente continuando meu tratamento psique, concluo ser mais ético e dignamente moral mais sazonadol resolver sozinho, indo pessoalmente quando puder e levar apenas o acúmulo de documentos para ser possível apresentar, sem levar anexo, a síntese de minha dedicação pessoal e desempenho, apenas o suficiente.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal,03/07/2019; 08:11 horas.
Postado por martins sampaio de souza às 04:18 Nenhum comentário:
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ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS


Me perdoem, por favor os meus poucos amigos, o meu vocabulário de discórdia, nesse recente momento de dor, mas estou enfrentando a todos além dos familiares desequilibrados,, também a roubalheira do judiciário o qual me prejudicou injustamente, e agora minha única esperança é denunciar pessoalmente a um Delegado da Polícia Federal quando puder, após resolver uns assuntos pessoais.
No mais, cordialmente grato a todos que estiveram presentes ou mantiveram contatos solidários.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)
Referente as falsas acusações do cabaré do itep e do judiciário que me prejudicou há quase 10 anos, mesmo após ter informado a Promotoria do Ministério Público que segundo o Promotor “havia enviado pra inquérito policial”, recebi um “Mandato de Intimação Policial” e no conteúdo burocrático, exposto alguns artigos da tal “Lei” expondo ameaça de prisão se por um eventual acaso não comparecesse. “Toda audiência teve gravação áudio visual” segundo eles e assinado um Termo, “constando a citação: “nada mais foi dito” e após eu solicitar informações do cujo Processo de minha denúncia, afirmaram sido “arquivado” Fui ao Ministério Público, pessoalmente falar com o Promotor um dia e ele não pode me  atender, mas sugeriu deixar meu número de telefone para quando pudesse. Pois bem. Me telefonaram um dia, compareci, tomei conhecimento da audiência ter tido gravação audiovisual e nada mais sido dito” segundo conteúdo do cujo Termo, assinado em cópia de  três Páginas .
Portanto, foi em vão tanto na Delegacia quanto na Promotoria, pois não deram a mínima atenção ao conteúdo da minha síntese de acervos  em diversos documentos e desnecessariamente meus acessórios de instrumentos em heráldica. Mas tudo bem. Não desistirei, pois embora eles tenham concluído o fato sem nada ter sido apresentado, como já disse  da minha síntese de acervo. Apesar do Promotor ter me atendido muito bem, mas foi em vão, parece ter agido em cumplicidade com a conclusão da Sentença da Magistrada com a cuja Sentença da época que me “condenou” injustamente ante todas as falsas acusações entre as quais “ensejar indenizações” Também utilizou uma palavra de um vocabulário difícil que não tenho a mínima idéia, mas segundo conclui foi uma confirmação da falsa acusação que o cabaré do itep havia feito em conjunto com o judiciário corrupto e permitido, acatado todo jargão jurídico fútil e vocabulário medíocre da ladra da tal advogada, uma ladra: MARINABASTOS DA PORCIÚNCULA BENGHI, OAB/RN833-A, em que uma prostituta é muito mais honesta.
Portanto, tudo bem. Assim que resolver uns assuntos pessoal irei pessoalmente agendar uma audiência com um Delegado da Polícia Federal pra denunciar o ITEP e o Judiciário do nosso imenso Rio Grande do Norte, mesmo apesar de já terem dito pra mim, através de telefone “ser na polícia civil”. Mas, como não sou de desistir, tentarei como fato extraordinário.
Pois informo, se eu tivesse contado essa injustiça social ao cordial saudoso Senhor Seu Luís da extinta Banca de Jornais e Revistas, da Praça dos Eucaliptos, que era jornaleiro e Policial Federal Aposentado, convivíamos amistosamente sem intimidade, nos conhecemos a viúva, a Senhora Dona Daguia e Cláudia filha mais velha, mas a mais jovem não sei como se chama, apenas à via quando ainda era criança, portanto só tenho conhecimento que deixou duas filhas educadas e sensatas certamente, apesar de não conhecer a mais nova, como já citei. Moro vizinho a um cordial  Policial Federal, conheço mais alguns Policiais Federais, mas não acho propicio solicitar colaboração de nenhum, para denunciar essa injustiça social que tem me prejudicado inúmeras vezes já, pois atualmente continuando meu tratamento psique, concluo ser mais ético e dignamente moral mais sazonadol resolver sozinho, indo pessoalmente quando puder e levar apenas o acúmulo de documentos para ser possível  apresentar, sem levar anexo,  a síntese de minha dedicação pessoal e desempenho, apenas o suficiente.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal,03/07/2019; 08:11 horas.