quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COM O BOLSO VAZIO, MAS O MERO LABOR ME ENGRANDECE O CORAÇÃO



COM O BOLSO VAZIO, MAS O MERO LABOR ME ENGRANDECE O CORAÇÃO

Quanto mais intensamente trabalho, menos ganho dinheiro. Mas, a essência de riqueza, é o favorecimento consciente, em ser necessário aprender sendo tolerante, com gente tacanho, onde preciso me esquivar, sem demonstrar minhas farpas, naturais pela incompreensão.
É a solução, para esquecer do propósito, em me desestruturar, embora seja em vão. Mas, é o meu repudio das más línguas que badalam como sino, com a difamação alheia, sem olhar pra si mesmo e sempre com imposições, para haver o motivo absurdo do egoísmo humano.
A angústia superada com o suor, é demonstrar com o labor, mesmo sem qualquer freqüência popular para obter um currículo de êxito, mas apresentar o acervo, através da experiência que os idos anos ensinam, mistos com dor e alegria.

MARtin(s)(ho)Sampaio de Souza. Natal, 26 de fevereiro de 2013.

TALVEZ, SEJA PRECISO, EU FICAR EM VÃO, PELO MEU LABOR, SER MOTIVO DE DIFAMAÇÃO E COBIÇA, DE TANTA INCOMPREENSÃO HUMANA




TALVEZ, SEJA PRECISO, EU FICAR EM VÃO, PELO MEU LABOR, SER MOTIVO DE DIFAMAÇÃO E COBIÇA, DE TANTA INCOMPREENSSÃO HUMANA

Minha irmã primogênita, que tanto venera futilidades, uma vez, quando compareceu comigo, numa delegacia, para fazer um boletim de ocorrência, durante às vezes, em que utilizaram o meu nome de modo fraudulento, então, certa vez, sem nenhuma sensatez, com comentários do meu acúmulo de acervo de papéis, e simplesmente, por eu fazer, através de envio postal, os assuntos burocráticos do meu labor, com anexa documentação, minha imã, apontava algo, entre algumas citações, de que as instituições públicas, não eram eficientes.
 Pois ela, ao citar, entre alguns exemplos, de quando andava pela rua, e eventualmente, simplesmente por encontrar e apanhar algum assunto de pessoas que ela conhecia, entregava respectivamente a certas pessoas, envaidecido de “chiques” , “ricas”,   fúteis e tal,  etc... e assim, de modo desbocado, acusava os órgãos públicos, de não haver ética, entre os funcionários públicos de um modo em geral.
Então, eu toda vez, quando saio pela rua, para entregas de jornais, revistas, água mineral ou simplesmente, ir a algum lugar, percebi fúteis, absurdas e repetitivas vezes, durante minha chegada em algum lar, alguém do respectivo domicilio, sempre abrir a caixa de correspondência, para alguma verificação e que interpretei, concluindo como suposições absurdas. Após muitas sucessivas vezes.
 Também, de me observarem constantemente e tanto propósito em difamarem, por que eu raramente fico em vão, como certas pessoas “chiques” e tenho, através do labor, desde minha ainda adolescência, para demonstrar toda minha histórica dedicação útil.
 E apenas, não sobrevivo com inteira independência, da nossa família, mas demonstro, toda minha autoria do acervo cultural.
 Não tenho débito em lugar nenhum, exceto no meu compromisso de consignação, como jornaleiro e sou pontual. Embora, aconteça, também de ser algumas vezes, através da colaboração do meu idoso pai, por motivo administrativo.
 E pela inadimplência dos clientes “chiques”, e que querem sempre, um atendimento no breve e exato momento, de qualquer solicitação e que tanto me difamam, sem saber da minha situação, quando não posso atender com a natural eficiência da ética.
Entre tais pessoas, com suposições ridículas, num complô para me difamarem, e obter com cobiça e especulação todo meu desempenho, percebi um fútil propósito de me ludibriar.
Pois, ainda, aconteceu de uma certa vez, uma tal fulana, que tem remuneração, através de teta pública, sem nunca ter um currículo de êxito, o tempo inteiro sem obter nenhuma prestação de serviço que pudesse ser necessário correto  a remuneração, onde foi obtida por indicação politiqueira, me solicitou: uma caneta e papel.
 Então, com especulação ficou a cobiçar o meu labor e de costas no espaço cultural e com as nádegas, talvez fútil a pensar de que eu fosse apreciar, embora eu com repudio, em tanta falsidade.
 E ainda, perguntando pro tal respectivo marido, quando apareceu num automóvel, citou, se o tal irmão, um buchudo, cotidianamente, a consumir álcool, através de débitos, havia comentado o que ela tinha vindo fazer, na transparente cobiça do meu trabalho.


MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 15 de dezembro de 2012.


UMA VEZ, QUANDO NÃO FUI UM SENSATO CAVALHEIRO



UMA VEZ, QUANDO NÃO FUI UM SENSATO CAVALHEIRO

Durante uma época, quando era necessário, obter uma assinatura de um(a) bibliotecário(a), na Biblioteca Câmara Cascudo, na nossa regional cidade, no preenchimento de um Formulário de  Requerimento, numa solicitação, para enviar, com a respectiva obra,  também anexado, com alguns documentos, respectivo, para ser deferido direitos autorais, através da Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro.
Então, eu pedestre, cheguei simultâneo, quando também, com uma funcionária dos Correios, que logo havia estacionado, o automóvel dos Correios, em que ela conduzia.
Assim, ao pararmos, na porta do respectivo setor, para recepção, então ficamos aguardando, com silêncio. A Senhora Bibliotecária, responsável fez uma saudação, e logo me perguntou, qual o assunto.
Afirmei, algo então, que seria uma requerida assinatura, para direitos autorais. Então, a sensata senhora, me atendeu com antecipação, portanto, antes da jovem carteira.
 Onde, que naturalmente, consciente seria mais racional, quem ser atendido primeiro, não apenas pela função pública, mas também, pela minha sensata atitude de cavalheiro, seria então, eu ter sugerido, atender primeiro a jovem dos Correios.
Mas, o motivo da minha aparente e rude atitude, não foi apenas, por simplesmente, eu ter mais alguns assuntos, para resolver, em outros lugares.
Porém, foi então uma intensa, necessidade fisiológica minha de urinar. Mas, nada comentei, como assunto, para me justificar, involuntariamente, áspero.
E com meu silêncio, ao ouvir apenas, na eventualidade, então a jovem dos Correios, citar as nobres palavras: “os últimos serão os primeiros”, eu nada comentei. 
E enquanto, a Senhora Bibliotecária, me atendia, com a assinatura do formulário, fazia alguns comentários, entre demais, colegas da instituição, citando, lembrando, ser naquele dia, uma data comemorativa, que não sei, se era de nascimento ou tempo póstumo, da paraibana, radicada, em Natal, da saudosa Zila Mamede.
Então, eu comentei, de que havia conhecido, quando eu era jovem, algumas vezes, na Biblioteca Câmara Cascudo.
Ainda, afirmei, que havia folheado parcialmente um livro, de autoria da poetiza Zila, mas eu não lembrava o nome da obra.
Mas, quando então, a Senhora bibliotecária, ao ouvir meu comentário, citou então, numerosas obras, entre as quais, consegui ouvir o exato titulo do livro, para então, eu citar com convicção, em ter sido a obra intitulada de “O ARADO” .
Depois, apressado pela minha necessidade fisiológica, finalmente, consegui urinar numa loja, em que fui comprar camisetas, para eu fazer impressos,  com intenção de expor no acervo, assuntos do meu cotidiano, onde a preocupação, é apenas, em aprimorar, numa dedicação de ser útil, demonstrando, consolidando meu labor, através da benção de Deus.

MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 26 de dezembro de 2012.

REFLEXÃO DA AUTORIA DO QUE ME DEDICO



REFLEXÃO DA AUTORIA DO QUE ME DEDICO

 A estrutura e edificação, nobre e eficaz, com a apresentação de uma reflexão racional, desde os meus primeiros passos, com 51 anos, só pude ter apenas, uma carroça e a autoria do que me dedico.
Fico às vezes, tenso. Mas, é apenas, exaltado; sem palavras exatas, no meu vocabulário para ser breve, num assunto, que quero dizer.
O tempo inteiro, quando saio pela rua, mesmo num mero labor, percebo suposições absurdas, de gente em vão, com propósitos de me difamarem. 
E já aconteceu, d’eu sem saber, de onde veio, certas coisas, busquei noção de fundamentos, em algumas instituições públicas de moralização ética, para ter alguma conclusão mais exata. Ampliando assim, o êxito no propósito de quem tanto me difama, pelas ruas.
Mas, esse povinho, fútil e envaidecido, com vanglórias de ser o tal, “chique”, com tanta bisbilhotice, (porque não são páreo) , qual é o desempenho próprio, independente, do que possuem, através de tetas ou alguma freqüência curricular?
Se o primordial, é nobreza e sensatez, controle emocional, é o que necessito, na superação dos obstáculos e conscientizado em aprimorar o que acredito numa proeza.
Com meu modo áspero e tenso com gafes, já percebi, gente, utilizar telefone móvel, com propósito de simular e gravar, assuntos do meu repudio, me induzir, durante alguns comentários meus com farpas, e então, fútil, se vangloriarem como arauto ou desafrontar sem nobreza, por qualquer intolerância cotidiana.
Com tanto absurdo, a conclusão ridícula, dessa gente em vão, nada mais é, que complô de gente falsa, cobiçadores, especuladores, envaidecidos com qualquer luxo efêmero, como se fossem o tal e propósito, em desestruturar todo meu desempenho, com cronologia histórica e conscientização natural de ser evidente, sempre necessário aprender, durante cada momento, no bater do coração.

MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 16 de novembro de 2012.

PARA CONSOLIDAR UMA ESTRUTURA



PARA CONSOLIDAR UMA ESTRUTURA

 O machismo, é irracional. E em nada, compatível com a nobreza  e modéstia de um homem.
 Sensato e ético, onde, na moral de um ser, existe o mérito de uma dedicação, para consolidar o labor, com superação, sobrevivência, eficiência, e integral estrutura, para não desmoronar pelo  cobiçado propósito humano.
 Apenas, se eventualmente, pela natureza, com o desequilíbrio, num habitat, quando o homem não zelar o que seja primordial.
Pois, em tudo, existe uma benção de Deus. Embora, os algozes, com mãos sujas, pensem diferente, lembrando nessa situação, o propósito do “livre arbítrio”.
Também, Deus, naturalmente, nunca vendará o olhar cotidiano, mesmo durante uma reflexão, com os olhos fechados. Obviamente, a luz é tudo, que seja definido, como racional.
Para o homem, através, dos  meros passos, compreender, escrevendo um caderno, que talvez aprimorado, ainda seja um livro.
 É a conclusão, de tanto eu ter sonhado, durante a infância, consolidar letras na minha história. Também, números, na adolescência e posteriormente a heráldica.
Entre, tantas pretensões, no meu desempenho, ainda peço que nada tenha sido em vão.
 Como semente, flor e talvez fruto, pela mera árvore sob e sobre o chão, como também são nossos momentos, com melancolias e euforias.  Sendo então, a raiz e o brotar.
Tudo repentinamente, ou popularmente como se diz: “entre altos e baixos momentos” 
Ser finalmente, sensato e mero, para não haver delírio e tudo seja uma ascensão.
Vanglórias, do materialismo são efêmeras. Tudo sendo aniquilado, como a gente, onde só resta mesmo, o contar da história.

MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. Natal, 12 de janeiro de 2013. 11:50 horas.