terça-feira, 26 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
COM O BOLSO VAZIO, MAS O MERO LABOR ME ENGRANDECE O CORAÇÃO
COM O BOLSO VAZIO, MAS O MERO LABOR
ME ENGRANDECE O CORAÇÃO
Quanto mais intensamente trabalho, menos ganho dinheiro. Mas,
a essência de riqueza, é o favorecimento consciente, em ser necessário aprender
sendo tolerante, com gente tacanho, onde preciso me esquivar, sem demonstrar
minhas farpas, naturais pela incompreensão.
É a solução, para esquecer do propósito, em me desestruturar,
embora seja em vão. Mas, é o meu repudio das más línguas que badalam como sino,
com a difamação alheia, sem olhar pra si mesmo e sempre com imposições, para
haver o motivo absurdo do egoísmo humano.
A angústia superada com o suor, é demonstrar com o labor,
mesmo sem qualquer freqüência popular para obter um currículo de êxito, mas
apresentar o acervo, através da experiência que os idos anos ensinam, mistos
com dor e alegria.
MARtin(s)(ho)Sampaio de Souza. Natal,
26 de fevereiro de 2013.
TALVEZ, SEJA PRECISO, EU FICAR EM VÃO, PELO MEU LABOR, SER MOTIVO DE DIFAMAÇÃO E COBIÇA, DE TANTA INCOMPREENSÃO HUMANA
TALVEZ, SEJA PRECISO, EU FICAR EM
VÃO, PELO MEU LABOR, SER MOTIVO DE DIFAMAÇÃO E COBIÇA, DE TANTA INCOMPREENSSÃO
HUMANA
Minha irmã primogênita, que tanto venera futilidades, uma
vez, quando compareceu comigo, numa delegacia, para fazer um boletim de ocorrência,
durante às vezes, em que utilizaram o meu nome de modo fraudulento, então,
certa vez, sem nenhuma sensatez, com comentários do meu acúmulo de acervo de
papéis, e simplesmente, por eu fazer, através de envio postal, os assuntos burocráticos
do meu labor, com anexa documentação, minha imã, apontava algo, entre algumas
citações, de que as instituições públicas, não eram eficientes.
Pois ela, ao citar,
entre alguns exemplos, de quando andava pela rua, e eventualmente, simplesmente
por encontrar e apanhar algum assunto de pessoas que ela conhecia, entregava
respectivamente a certas pessoas, envaidecido de “chiques” , “ricas”, fúteis e tal,
etc... e assim, de modo desbocado, acusava os órgãos públicos, de não
haver ética, entre os funcionários públicos de um modo em geral.
Então, eu toda vez, quando saio pela rua, para entregas de
jornais, revistas, água mineral ou simplesmente, ir a algum lugar, percebi
fúteis, absurdas e repetitivas vezes, durante minha chegada em algum lar, alguém
do respectivo domicilio, sempre abrir a caixa de correspondência, para alguma
verificação e que interpretei, concluindo como suposições absurdas. Após muitas
sucessivas vezes.
Também, de me
observarem constantemente e tanto propósito em difamarem, por que eu raramente fico
em vão, como certas pessoas “chiques” e tenho, através do labor, desde minha
ainda adolescência, para demonstrar toda minha histórica dedicação útil.
E apenas, não
sobrevivo com inteira independência, da nossa família, mas demonstro, toda minha
autoria do acervo cultural.
Não tenho débito em
lugar nenhum, exceto no meu compromisso de consignação, como jornaleiro e sou
pontual. Embora, aconteça, também de ser algumas vezes, através da colaboração
do meu idoso pai, por motivo administrativo.
E pela inadimplência
dos clientes “chiques”, e que querem sempre, um atendimento no breve e exato
momento, de qualquer solicitação e que tanto me difamam, sem saber da minha
situação, quando não posso atender com a natural eficiência da ética.
Entre tais pessoas, com suposições ridículas, num complô para
me difamarem, e obter com cobiça e especulação todo meu desempenho, percebi um
fútil propósito de me ludibriar.
Pois, ainda, aconteceu de uma certa vez, uma tal fulana, que
tem remuneração, através de teta pública, sem nunca ter um currículo de êxito,
o tempo inteiro sem obter nenhuma prestação de serviço que pudesse ser
necessário correto a remuneração, onde
foi obtida por indicação politiqueira, me solicitou: uma caneta e papel.
Então, com especulação
ficou a cobiçar o meu labor e de costas no espaço cultural e com as nádegas,
talvez fútil a pensar de que eu fosse apreciar, embora eu com repudio, em tanta
falsidade.
E ainda, perguntando
pro tal respectivo marido, quando apareceu num automóvel, citou, se o tal irmão,
um buchudo, cotidianamente, a consumir álcool, através de débitos, havia
comentado o que ela tinha vindo fazer, na transparente cobiça do meu trabalho.
MARtin(s)(ho)
Sampaio de Souza. 15 de dezembro de 2012.
UMA VEZ, QUANDO NÃO FUI UM SENSATO CAVALHEIRO
UMA VEZ, QUANDO NÃO
FUI UM SENSATO CAVALHEIRO
Durante uma época, quando era
necessário, obter uma assinatura de um(a) bibliotecário(a), na Biblioteca
Câmara Cascudo, na nossa regional cidade, no preenchimento de um Formulário
de Requerimento, numa solicitação, para
enviar, com a respectiva obra, também
anexado, com alguns documentos, respectivo, para ser deferido direitos
autorais, através da Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro.
Então, eu pedestre, cheguei
simultâneo, quando também, com uma funcionária dos Correios, que logo havia
estacionado, o automóvel dos Correios, em que ela conduzia.
Assim, ao pararmos, na porta do
respectivo setor, para recepção, então ficamos aguardando, com silêncio. A
Senhora Bibliotecária, responsável fez uma saudação, e logo me perguntou, qual
o assunto.
Afirmei, algo então, que seria uma
requerida assinatura, para direitos autorais. Então, a sensata senhora, me
atendeu com antecipação, portanto, antes da jovem carteira.
Onde, que naturalmente, consciente seria mais
racional, quem ser atendido primeiro, não apenas pela função pública, mas
também, pela minha sensata atitude de cavalheiro, seria então, eu ter sugerido,
atender primeiro a jovem dos Correios.
Mas, o motivo da minha aparente e
rude atitude, não foi apenas, por simplesmente, eu ter mais alguns assuntos,
para resolver, em outros lugares.
Porém, foi então uma intensa,
necessidade fisiológica minha de urinar. Mas, nada comentei, como assunto, para
me justificar, involuntariamente, áspero.
E com meu silêncio, ao ouvir apenas,
na eventualidade, então a jovem dos Correios, citar as nobres palavras: “os
últimos serão os primeiros”, eu nada comentei.
E enquanto, a Senhora Bibliotecária,
me atendia, com a assinatura do formulário, fazia alguns comentários, entre
demais, colegas da instituição, citando, lembrando, ser naquele dia, uma data
comemorativa, que não sei, se era de nascimento ou tempo póstumo, da paraibana,
radicada, em Natal, da saudosa Zila Mamede.
Então, eu comentei, de que havia
conhecido, quando eu era jovem, algumas vezes, na Biblioteca Câmara Cascudo.
Ainda, afirmei, que havia folheado
parcialmente um livro, de autoria da poetiza Zila, mas eu não lembrava o nome
da obra.
Mas, quando então, a Senhora
bibliotecária, ao ouvir meu comentário, citou então, numerosas obras, entre as
quais, consegui ouvir o exato titulo do livro, para então, eu citar com
convicção, em ter sido a obra intitulada de “O ARADO” .
Depois, apressado pela minha
necessidade fisiológica, finalmente, consegui urinar numa loja, em que fui
comprar camisetas, para eu fazer impressos,
com intenção de expor no acervo, assuntos do meu cotidiano, onde a
preocupação, é apenas, em aprimorar, numa dedicação de ser útil, demonstrando,
consolidando meu labor, através da benção de Deus.
MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 26 de
dezembro de 2012.
REFLEXÃO DA AUTORIA DO QUE ME DEDICO
REFLEXÃO DA
AUTORIA DO QUE ME DEDICO
A estrutura e edificação, nobre e eficaz, com
a apresentação de uma reflexão racional, desde os meus primeiros passos, com 51
anos, só pude ter apenas, uma carroça e a autoria do que me dedico.
Fico às
vezes, tenso. Mas, é apenas, exaltado; sem palavras exatas, no meu vocabulário
para ser breve, num assunto, que quero dizer.
O tempo
inteiro, quando saio pela rua, mesmo num mero labor, percebo suposições
absurdas, de gente em vão, com propósitos de me difamarem.
E já
aconteceu, d’eu sem saber, de onde veio, certas coisas, busquei noção de
fundamentos, em algumas instituições públicas de moralização ética, para ter
alguma conclusão mais exata. Ampliando assim, o êxito no propósito de quem
tanto me difama, pelas ruas.
Mas, esse
povinho, fútil e envaidecido, com vanglórias de ser o tal, “chique”, com tanta
bisbilhotice, (porque não são páreo) , qual é o desempenho próprio,
independente, do que possuem, através de tetas ou alguma freqüência curricular?
Se o
primordial, é nobreza e sensatez, controle emocional, é o que necessito, na
superação dos obstáculos e conscientizado em aprimorar o que acredito numa
proeza.
Com meu modo
áspero e tenso com gafes, já percebi, gente, utilizar telefone móvel, com
propósito de simular e gravar, assuntos do meu repudio, me induzir, durante
alguns comentários meus com farpas, e então, fútil, se vangloriarem como arauto
ou desafrontar sem nobreza, por qualquer intolerância cotidiana.
Com tanto
absurdo, a conclusão ridícula, dessa gente em vão, nada mais é, que complô de
gente falsa, cobiçadores, especuladores, envaidecidos com qualquer luxo
efêmero, como se fossem o tal e propósito, em desestruturar todo meu
desempenho, com cronologia histórica e conscientização natural de ser evidente,
sempre necessário aprender, durante cada momento, no bater do coração.
MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. 16 de novembro de
2012.
PARA CONSOLIDAR UMA ESTRUTURA
PARA CONSOLIDAR UMA
ESTRUTURA
O machismo, é
irracional. E em nada, compatível com a nobreza e modéstia de um homem.
Sensato e ético, onde,
na moral de um ser, existe o mérito de uma dedicação, para consolidar o labor,
com superação, sobrevivência, eficiência, e integral estrutura, para não
desmoronar pelo cobiçado propósito
humano.
Apenas, se
eventualmente, pela natureza, com o desequilíbrio, num habitat, quando o homem
não zelar o que seja primordial.
Pois, em tudo, existe uma benção de Deus. Embora, os algozes,
com mãos sujas, pensem diferente, lembrando nessa situação, o propósito do “livre
arbítrio”.
Também, Deus, naturalmente, nunca vendará o olhar cotidiano,
mesmo durante uma reflexão, com os olhos fechados. Obviamente, a luz é tudo,
que seja definido, como racional.
Para o homem, através, dos
meros passos, compreender, escrevendo um caderno, que talvez aprimorado,
ainda seja um livro.
É a conclusão, de
tanto eu ter sonhado, durante a infância, consolidar letras na minha história.
Também, números, na adolescência e posteriormente a heráldica.
Entre, tantas pretensões, no meu desempenho, ainda peço que
nada tenha sido em vão.
Como semente, flor e
talvez fruto, pela mera árvore sob e sobre o chão, como também são nossos
momentos, com melancolias e euforias. Sendo
então, a raiz e o brotar.
Tudo repentinamente, ou popularmente como se diz: “entre
altos e baixos momentos”
Ser finalmente, sensato e mero, para não haver delírio e tudo
seja uma ascensão.
Vanglórias, do materialismo são efêmeras. Tudo sendo
aniquilado, como a gente, onde só resta mesmo, o contar da história.
MARtin(s)(ho) Sampaio de Souza. Natal, 12 de janeiro
de 2013. 11:50 horas.
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