terça-feira, 3 de setembro de 2013

AO PERCEBER EU SER APONTADO DE "CIDADÃO", COMO NUM SENTIDO DE IRONIA



AO PERCEBER EU SER APONTADO DE “CIDADÃO”, COMO NUM SENTIDO DE IRONIA
Por onde fui em alguns lugares para resolver algum assunto, insinuam com simulações em seqüentes permutas na dúvida, com propósitos para me desconcentrar e então me difamarem com fúteis motivos para reação algoz.
            Em repudio ao insano  e mal propósito, apresentarei em meus quase quarenta anos de dedicação útil, meus objetivos para uma ascensão de obter o acesso popular em divulgação, tendo eu disponível como jornaleiro, apenas publicações de jornais e revistas, onde com isenção de impostos e anexado as experientes  conclusões em sucessivas lições,  desenvolvendo estrutura e conscientização para remuneração na sobrevivência de patrimônio e de manutenção para consolidar o próprio sustento humano que em volta de excessivas incompreensões, a angustia do meu descontrole emocional, antecipou e me favoreceu uma remuneração previdenciária e sendo eu difamado por cobiçadores ao ver  a eminência através de meu modesto labor em quase quatro décadas de trabalho.
            E o que tenha sido escrito, traçado e esboçado com arte, então saudável aos consumados valores humanos, eu portanto penso liberar, cedido em partilhado direito autoral, a instituições que possam favorecer a harmonia da ética e moral do homem.
            Enquanto fanfarrões, alcoolizados pelos botecos, em vozes alta ou aos cochichos, outros pelas calçadas com conversas bonitas, a lamentar: “desvio de verbas publica” , com tanta calamidade, na falta de assistência, mas essas pessoas, que ficam apenas a comentar a situação alheia,  mas quem tanto reclama e não faz nada eficiente para desenvolver alguma nobreza, nem pra si mesmo, monitorando a vida das pessoas com porcaria de telefone e ainda opinam e questionam o que é de assunto meu  pessoal na vida no lar.
            Enquanto é em vão, alguma palavra sensata, por que  quem não aprendeu o limite na própria consciência,vazios em difamar a vida das pessoas pra ir para uma mídia, como arauto e ser apreciado por uma claque que apenas aumenta o desequilíbrio social.
            Pois, o que apresento, sem  querer nenhuma esnobação de opulência em meu mero desempenho, consolidado pelo mérito do meu próprio esforço, não será desmoronado por quem futilmente só pensa no progresso com atitudes de sabujo, pelo popular cotidiano, querendo saber  em demasia, o que  tanto aprecio, e mesmo eu sem nada a ocultar, com exceção  me sendo absurdo, e portanto, sobre tanto, o que tanto quero fazer, quando concretizado, pretendo em ser de disponibilidade racional para  quem possa compreender e favorável ao amplo acesso social .
13 de junho de 2012. Martinho.

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