terça-feira, 3 de setembro de 2013

A GALINHA QUE ESCAPOU DA PANELA PROMETENDO LUDIBRIAR A RAPOSA



A GALINHA QUE ESCAPOU DA PANELA PROMETENDO LUDIBRIAR A RAPOSA

Num dia, em que muitos fanfarrões, caçadores e moças de pouca-vergonha, iriam comemorar uma farra, na barraca; onde havia farta bebida e comida, no galinheiro da cortesã.
E então, a galinha mais imensa, em formosura, seria suficiente, para o abate, destinada a panela, e assim, findar na pança, como aperitivo de todos, na ocasionada badalação.
Mas, quando a tal galinha, ciente do melancólico destino na panela, pediu uma chance, lembrando, orgulhosamente, toda própria formosura, ter sobrevivido, e nunca ter sido alimento da predadora raposa, que todos fracassaram, quando ousaram ir  na caça e  foram sempre em vão.
Pensaram, aí então, concluíram, que a tal galinha tinha razão. O êxito que a galinha contava, não era nenhuma vaidade. Decidiram, por unanimidade, não sacrificarem mais a galinha.
Quando a raposa chegou no tal galinheiro,  então a galinha formosa, foi logo desafiar, pois era inteiramente agradecida, por ainda está toda exuberante pelo terreiro.
A galinha, falou para a raposa que se fosse a refeição do dia, não seria necessário nenhuma sobremesa, pois nela havia muita saborosa carne, e até dormir pelo terreiro, se assim quisesse, com toda  satisfação  ser suficiente, não sendo necessário mais nada.
 Enquanto a raposa refletia, a galinha pensava, se acontecesse tudo que ela, a galinha havia sugerido, então a raposa seria vencida e todos apanharem a raposa.
A raposa, então, resolveu apenas querer um acasalamento com a tal galinha ao vê-la se exibindo com as coxinhas, pra finalmente ter uma sensação platônica, que tanto buscava, e nunca havia tido.
Durante as reflexões da raposa, que sempre pensava em ser patriarca, poderia finalmente, acontecer na floresta, o casamento da raposa com uma galinha.
Mas, a raposa quando foi se acasalar com a galinha, nada concluiu de modo exato, com tanta ambigüidade, nas muitas opções, onde sempre com esperta naturalidade, é então, uma vencedora.
A galinha que tanto acreditava haver conquistado a raposa, ao vê-la indecisa, pediu para a raposa fazer o que bem ela a galinha então quisesse, e indiferente mesmo sem saber por qual motivo, a raposa,  ficou com dúvida, após ter ficado desmotivada e talvez  ter  sido castrada pela tal galinha, quando é necessário ser apenas triunfante, sem preciso vangloriar qualquer situação.

Martin(s)(ho). 07 de outubro de 2012.







Nenhum comentário:

Postar um comentário