segunda-feira, 29 de junho de 2020
Texo comentando sobre chilenos com comentário que esqueci de citar
domingo, 28 de junho de 2020
VANDALISMO CHILENO NO NOSSO
BRASIL, NA COPADO MUNDO DE 2014
Não há nenhuma pretensão de atitude de xenofobia
contra os chilenos, apenas hoje um vizinho nosso desse citado país, que durante
uma certa vez dialoguei com ele num assunto de uma atitude rude do meu
compatriota Nelson Piquet, que fui torcedor fanático, antes da erade preceitos
do nossa saudoso Ayrton Senna da Silva,
mas comentei sobre uma certa vez durante uma prova de Grand Prix não me recordo
qual o autódromo, então fui solidário ao
chileno Elizeu Salazar, piloto barbeiro retardatário que se mantinha na pista,
involuntariamente numa eventual barbeiragem provocou,colidiu no carro de
Piquet, o tirando de vez da luta na briga por uma pontuação, em busca de mais
um título, etc... etc...
Pois bem. Quando desceram dos veículos de corrida
danificados materialmente apenas, então o Nelson agrediu a socos contra o
Eliseu Salazarque estava com o capacete e não apresentou nenhuma reação física
contra a agressão vergonhosa e indigna do nosso compatriota Piquet.
Fiz esse comentário sobre assunto de modo breve com
um vizinho nosso chileno que eu o tinha como amigo, havia solicitado e
utilizava o muro da casa dele nos fundos da nossa e então colocava os banners
com minhas citações e slogans.Pois bem. Comentei pra ele que o que já citei
nessas minhas palavras que foram de deslealdade e ele nobremente quando
conversamos sobre o assunto comparando então que o meu apaixonado saudoso
Ayrton Senna da Silva “era um cavalheiro” e tudo bem. Concordei eu acompanhava
a trajetória de Senna desde a época da fórmula II e acreditava no êxito dele
quando estreou na fórmula um ter um desempenho de vencedor na extinta equipe
Toleman, carro 14 e apresentou show durante os grandes prêmios, só não obteve a
primeira vitória em Mônaco, que quando havia ultrapassado o saudoso Nike Lauda
e foi abortada a vitória após ser encerrada a prova por Jean Marie Palest que
Deus tenha compaixão por ter ordenado fim da prova impedindo a nítida
ultrapassagem do nosso saudoso e imenso grande Ayrton Senna da Silva que vinha
no vácuo pra ultrapassar o “professor” Allan Prost, tudo isso ocorrido durante
um momento de chuva.
Pois bem. Hoje fiquei desapontado com o meu vizinho
chileno que se acha o tal por ter o país comparado a nível de primeiro mundo,
veio até mim reclamar do som alto que eu ouvia no meu repertório. Mas, no exato
momento quando ele veio eu estava gritando eufórico: “Viva a Feira de São
Martinho, Viva a Feira de São Martinho, Viva a Feira de São Martinho, Viva.
Viva a Feira de São Martinho com a bênção de Deus, porque o diabo não tem
querer. E rezando minha Oração de Gratidão a Deus em voz alta na rua.
Então ele veio até a mim “ordenando” pra me calar,
solicitando mais silêncio e tudo bem. Eu atendo até um cachorro se de modo
sensato mandar eu me calar ou se eu estiver incomodando quem quer que seja e
sou democrático. Concordei. Tudo bem. Sou apaziguado. Ele citou que a mãezinha
dele tinha 92 anos de idade, tudo bem, isso eu sei,suspendi o áudio do
repertório musical. Mas, não gostei da atitude ridícula dele que se acha o tal,
pois disse em seguida ameaçando de que “chamaria a polícia” e me senti
humilhado e não o tenho mais como amigo porque pode ser quem quer que seja, não
temo ameaças. Sou sertanejo, arrojado, não sou nenhum covarde fanfarrão
assassino nem ladrão que estão todos na rua cometendo violência urbana, etc...
Portanto, não tenho o que temer, estou com minha consciência tranquila sem nada
para ficar amedrontado.
Atendi ao apelo dele em manter mais o silêncio, mas
os meus gritos eufóricos tenho conscientização de que não é nenhum crime, pois
é natural qualquer pessoa sair gritando na rua anunciando seus produtos. O que
acontece é que tem na vizinhança um povinho que com elevadas graduações, pensam
de modo esnobe que estão acima do bem e do mal e se sentem envaidecidos de
ostentação. Povinho fútil.
Há dois anos atrás, tenho documentado quando
pretendi realizar um evento no “dia das crianças” de Educação, Arte, Cultura e
Esportes em hobbyes e lazer entretenimento, fui muito bem atendido pelas
secretárias da atual gestão municipal, resolvi todos os assuntos burocráticos
sozinho, fiz uma grande amizade com um jovem que me atendeu e me fez as
orientações, tenho tudo documentado, embora não estejam acessíveis, mas tenho
como comprovar através de scanners e portanto informado pela SEMURBque o áudio
é permitido até as 21:00 horas e sempre respeitei esse ato legal pela lei. Só
não pude conseguir na época banheiro químico, mas assinei um termo permitindo
utilizar o banheiro da nossa residência, consegui com a SEMSUR iluminação,
procurei apoio da guarda municipal, bombeiros, urbana, pra limpar a lateralda
rua Profª Ana Djanira S/N onde fica localizada nossa sede.
Procurei a mídia da TVU Televisão Universitária,
mas posteriormente durante à tarde me telefonaram que não foi possível, tentei
a INTERTVCABUGI então, mas afirmaram que só anunciariam se fosse em bairros
carentes entre os quais citaram “Cidade da Esperança” , “Bairro Planalto”.
Convidei em vão Cinthia Lopes e Ramon Ribeiro grande repórter que trabalhavam
na coluna de cultura do jornal Tribuna do Norte que não cheguei a conhece-lo pessoalmente,
apenas através de diálogos por telefone, prometeram anunciar, mas não puderam
segundo me disseram e também não pude montar o cenário na calçada com a nossa
feira cultural, apresentei de modo simplificado com a feira montada na parte
interna onde é localizada o nosso Espaço Cultural do Elefante, coloquei apenas
apoiado na parede da calçada os outdoors, banners com meus slogans e citações.
O xadrez gigante, faixas e os catálogos de camisetas, caiaques com reboques
para andar pela calçada, hemeroteca, etc...etc... de modo apresentando apenas
uma síntese do acervo que me resta disponível sem fins lucrativos para crianças
sob monitoramento de adultos, jovens e idosos.
Portanto cito que aprendi com minha conscientização
a beira da terceira idade, não sou moleque pra ficar ouvindo ameaças, e sem
temor expressos essas minhas palavras recuando apenas com minha consciência
tranquila eu temia sim quando meu saudoso pai trabalhava com bebidas alcoólicas
e vinham frequentemente alguns sujeitos mal feitores consumir ou não apenas
para difamar e havia também um jogo de dominó que eu discordava porque havia
apostas, mas percebi de modo mais sazonado que era o que mantinha a mente de
meu patriarca saudável com a idade tão avançada e eu o guardei e comprei um
dominó gigante pela internet para fins pedagógicos.
Tudo isso, sem contar a simulação durante umas
eliminatórias de copa do mundo com fogos ocorridos no maracanã e o goleiro
deles o Rojas, fingiu ser vitima para consolidar uma prejudicação contra o
Brasil que lamentavelmente costumo citar só utilizam nossa heráldica bandeira
quando em tempos de copa do mundo e isso eu discordo com imenso
patriotismo. Minha Candidata para a
Presidência do Brasil:Marina Silva não ganhou, votei então no Haddad que também
não ganhou, mas torço para que o Presidente eleito democraticamente faça uma
excelente gestão.
Postado
por martins sampaio de souza às
15:15 
Enviar por
e-mailBlogThis!Compartilhar
no TwitterCompartilhar
no FacebookCompartilhar
com o Pinterest
MAS, FAÇO ÊNFASE A ESCRITORA CHILENA: ISABEL
ALLENDE E O SAUDOSO PABLO NERUDA, OS QUAIS FAÇO IMENSO APLAUSO, PORTANTO NO
MOMENTO DE ESCREVER ESSAS MINHAS PALAVRAS, ESQUECI DE CITAR SEM PRETENSÃO DE
DIFAMAÇÃO A QUEM QUER QUE SEJA.
APENAS, COMENTEI COMO FORÇA DE EXPRESSÃO ATLETAS SEM QUALIFICAÇÃO E DESENTENDIMENTO HARMONIOSO PELO MODO DE COMO NARREI A SITUAÇÃO DE SEUS COMPATRIOTAS.
APENAS, COMENTEI COMO FORÇA DE EXPRESSÃO ATLETAS SEM QUALIFICAÇÃO E DESENTENDIMENTO HARMONIOSO PELO MODO DE COMO NARREI A SITUAÇÃO DE SEUS COMPATRIOTAS.
domingo, 28 de junho de 2020
VANDALISMO CHILENO NO NOSSO BRASIL, NA COPADO MUNDO DE 2014
VANDALISMO CHILENO NO
NOSSO BRASIL, NA COPADO MUNDO DE 2014
Não há nenhuma pretensão de atitude
de xenofobia contra os chilenos, apenas hoje um vizinho nosso desse citado
país, que durante uma certa vez dialoguei com ele num assunto de uma atitude
rude do meu compatriota Nelson Piquet, que fui torcedor fanático, antes da erade
preceitos do nossa saudoso Ayrton Senna
da Silva, mas comentei sobre uma certa vez durante uma prova de Grand
Prix não me recordo qual o autódromo,
então fui solidário ao chileno Elizeu Salazar, piloto barbeiro retardatário que
se mantinha na pista, involuntariamente numa eventual barbeiragem provocou,colidiu
no carro de Piquet, o tirando de vez da luta na briga por uma pontuação, em
busca de mais um título, etc... etc...
Pois bem. Quando desceram dos
veículos de corrida danificados materialmente apenas, então o Nelson agrediu a
socos contra o Eliseu Salazarque estava com o capacete e não apresentou nenhuma
reação física contra a agressão vergonhosa e indigna do nosso compatriota
Piquet.
Fiz esse comentário sobre assunto de
modo breve com um vizinho nosso chileno que eu o tinha como amigo, havia
solicitado e utilizava o muro da casa dele nos fundos da nossa e então colocava
os banners com minhas citações e slogans.Pois bem. Comentei pra ele que o que
já citei nessas minhas palavras que foram de deslealdade e ele nobremente
quando conversamos sobre o assunto comparando então que o meu apaixonado
saudoso Ayrton Senna da Silva “era um cavalheiro” e tudo bem. Concordei eu
acompanhava a trajetória de Senna desde a época da fórmula II e acreditava no
êxito dele quando estreou na fórmula um ter um desempenho de vencedor na
extinta equipe Toleman, carro 14 e apresentou show durante os grandes prêmios,
só não obteve a primeira vitória em Mônaco, que quando havia ultrapassado o
saudoso Nike Lauda e foi abortada a vitória após ser encerrada a prova por Jean
Marie Palest que Deus tenha compaixão por ter ordenado fim da prova impedindo a
nítida ultrapassagem do nosso saudoso e imenso grande Ayrton Senna da Silva que
vinha no vácuo pra ultrapassar o “professor” Allan Prost, tudo isso ocorrido
durante um momento de chuva.
Pois bem. Hoje fiquei desapontado com
o meu vizinho chileno que se acha o tal por ter o país comparado a nível de
primeiro mundo, veio até mim reclamar do som alto que eu ouvia no meu
repertório. Mas, no exato momento quando ele veio eu estava gritando eufórico:
“Viva a Feira de São Martinho, Viva a Feira de São Martinho, Viva a Feira de
São Martinho, Viva. Viva a Feira de São Martinho com a bênção de Deus, porque o
diabo não tem querer. E rezando minha Oração de Gratidão a Deus em voz alta na
rua.
Então ele veio até a mim “ordenando”
pra me calar, solicitando mais silêncio e tudo bem. Eu atendo até um cachorro
se de modo sensato mandar eu me calar ou se eu estiver incomodando quem quer
que seja e sou democrático. Concordei. Tudo bem. Sou apaziguado. Ele citou que
a mãezinha dele tinha 92 anos de idade, tudo bem, isso eu sei,suspendi o áudio
do repertório musical. Mas, não gostei da atitude ridícula dele que se acha o
tal, pois disse em seguida ameaçando de que “chamaria a polícia” e me senti
humilhado e não o tenho mais como amigo porque pode ser quem quer que seja, não
temo ameaças. Sou sertanejo, arrojado, não sou nenhum covarde fanfarrão
assassino nem ladrão que estão todos na rua cometendo violência urbana, etc...
Portanto, não tenho o que temer, estou com minha consciência tranquila sem nada
para ficar amedrontado.
Atendi ao apelo dele em manter mais o
silêncio, mas os meus gritos eufóricos tenho conscientização de que não é
nenhum crime, pois é natural qualquer pessoa sair gritando na rua anunciando
seus produtos. O que acontece é que tem na vizinhança um povinho que com elevadas
graduações, pensam de modo esnobe que estão acima do bem e do mal e se sentem
envaidecidos de ostentação. Povinho fútil.
Há dois anos atrás, tenho documentado
quando pretendi realizar um evento no “dia das crianças” de Educação, Arte,
Cultura e Esportes em hobbyes e lazer entretenimento, fui muito bem atendido
pelas secretárias da atual gestão municipal, resolvi todos os assuntos
burocráticos sozinho, fiz uma grande amizade com um jovem que me atendeu e me
fez as orientações, tenho tudo documentado, embora não estejam acessíveis, mas
tenho como comprovar através de scanners e portanto informado pela SEMURBque o
áudio é permitido até as 21:00 horas e sempre respeitei esse ato legal pela
lei. Só não pude conseguir na época banheiro químico, mas assinei um termo
permitindo utilizar o banheiro da nossa residência, consegui com a SEMSUR
iluminação, procurei apoio da guarda municipal, bombeiros, urbana, pra limpar a
lateralda rua Profª Ana Djanira S/N onde fica localizada nossa sede.
Procurei a mídia da TVU Televisão
Universitária, mas posteriormente durante à tarde me telefonaram que não foi
possível, tentei a INTERTVCABUGI então, mas afirmaram que só anunciariam se
fosse em bairros carentes entre os quais citaram “Cidade da Esperança” ,
“Bairro Planalto”. Convidei em vão Cinthia Lopes e Ramon Ribeiro grande
repórter que trabalhavam na coluna de cultura do jornal Tribuna do Norte que
não cheguei a conhece-lo pessoalmente, apenas através de diálogos por telefone,
prometeram anunciar, mas não puderam segundo me disseram e também não pude
montar o cenário na calçada com a nossa feira cultural, apresentei de modo
simplificado com a feira montada na parte interna onde é localizada o nosso
Espaço Cultural do Elefante, coloquei apenas apoiado na parede da calçada os
outdoors, banners com meus slogans e citações. O xadrez gigante, faixas e os
catálogos de camisetas, caiaques com reboques para andar pela calçada,
hemeroteca, etc...etc... de modo apresentando apenas uma síntese do acervo que
me resta disponível sem fins lucrativos para crianças sob monitoramento de
adultos, jovens e idosos.
Portanto cito que aprendi com minha
conscientização a beira da terceira idade, não sou moleque pra ficar ouvindo
ameaças, e sem temor expressos essas minhas palavras recuando apenas com minha
consciência tranquila eu temia sim quando meu saudoso pai trabalhava com
bebidas alcoólicas e vinham frequentemente alguns sujeitos mal feitores
consumir ou não apenas para difamar e havia também um jogo de dominó que eu
discordava porque havia apostas, mas percebi de modo mais sazonado que era o
que mantinha a mente de meu patriarca saudável com a idade tão avançada e eu o
guardei e comprei um dominó gigante pela internet para fins pedagógicos.
Tudo isso, sem contar a simulação
durante umas eliminatórias de copa do mundo com fogos ocorridos no maracanã e o
goleiro deles o Rojas, fingiu ser vitima para consolidar uma prejudicação
contra o Brasil que lamentavelmente costumo citar só utilizam nossa heráldica
bandeira quando em tempos de copa do mundo e isso eu discordo com imenso
patriotismo. Minha Candidata para a
Presidência do Brasil:Marina Silva não ganhou, votei então no Haddad que também
não ganhou, mas torço para que o Presidente eleito democraticamente faça uma
excelente gestão.
sexta-feira, 26 de junho de 2020
INSÍDIAS
INSÍDIAS
A gente vai envelhecendo naturalmente com o passar dos anos
e assim vamos crescendo e aprendendo na escola da vida com nossas atitudes e
reflexões autodidatas.
Fazem de tudo para prejudicar quem tanto crer em Jesus
Cristo, o enviado sacrificado de Deus para nos fazer. Tem um cordial senhor
céptico na vizinhança que muito critica Jesus, perguntando cadê ele para vê-lo
e tb a Deus, mas em resposta evidente está dentro da gente e ele como militar
reservado da marinha era para ter conscientização, através de auto
conhecimentos que Deus é um ser abstrato, mas tudo bem. Já comentei outras
vezes quequando me benzo e rezo minha oração ao abrir e fechar uma porta, já
comentei citando que essas atitudes não
são em vãopq quando peço proteção e bênção divina não é apenas da boca para
fora.
Muita gente astuta, pensa que sou trouxa para comprar alguma
coisa sem saber procedência.
Pois, citarei algumas dessas situações. Já faz algum tempo
que um pivete me perguntou certa vez se eu queria comprar uma “colher de
pedreiro”, respondi que não e evidente ele supostamente deve ter furtado de algum
lugar. Jamais comprarei algo sem saber procedência exceto compras pela internet
de livros usados através de procedênciaentregue dos Correios, enviados por sebos, pois os que me interessam
estão fora do mercado atual de
livrarias, com a decadência de compras físicas que para os mais modernos
preferem tudo online, assunto que entendo pouco por opção pessoal, apenas o
suficiente para meras necessidades.
Numa outra vez, um sujeito numa pikup de luxo me ofereceu
questionando se eu não queria comprar umas “ferramentas baratas.” Naturalmente
supondo sido uma insídia para me acusarem de receptador. Disse respondendo que
não ao me sentir vulnerável.
Noutra vez, tb me surgiu um carroceiro me oferecendo livros,
citando de Direito, etc... respondi rígido que não e ele se foi.
A única coisa que comprei oferecido a mim no nosso espaço
cultural foi ter comprado uma espreguiçadeira muito confortável e tb por ser
uma grande obra de arte executada por um profissional e estava presente um médico
tomando cerveja quando em nosso comercio varejista ainda era de mercearia e
através de diálogos o tal médico o conhecia do sertão e com credibilidade
consciente a comprei e o Doutor fez a encomenda de uma para ele também e
comprou parcelado e tudo resolvido no prazo estabelecido de para honrar o
compromisso de dignidade moral primordial e de ética.
Minhas ferramentas sempre comprei em lojas, evidente. Não sou trouxa nem tb pretendo fazer ninguém
disso que são apenas para minhas práticas de hobbysta que atualmente são mais
rara, pois não tenho a mesma habilidade que tinha quando jovem e havia
presenteado muitas obras que me deram tristezas ante a falta do zelo.
Tudo bem que isso tudo é materialista, mas enquanto vivemos
tentamos ser construtivos, sonhando manter o acervo para sobreviver nossas
atitudes benevolentes para propiciar o crescimento humano.
Na pressa cotidiana, eu havia quebrado involuntariamente minha
régua T de design q a possuo há mais de trinta anos e então fui no modesto
fusca na loja da lampadinha comprar uma cola superbonder para restaurá-la e
quando eu me dirigia até o fusca para retornar pra casa após minha compra da
cola e uns parafusos que não serviram para minha pretensão de colocar nas
sinaleiras do fusca que havia uma da direita sumido o parafuso e o da esquerda
o parafuso estava folgado, tudo isso anexos dos paralamasdianteiros, mas não
serviram e eu então os havia tirado e colocado acima uns sacos plásticos para
proteger o sistema elétrico de infiltrações e humidade de chuvas, etc...lembrando que
pretendia comprar o parafuso substituível na Centerpar no Shopping Ceasa, pois
era mais acessível e eu poderia demonstrar o parafuso que eu havia guardado
como referencia. Pois bem. Acontece que quando fui passar no caixa para pagar
as compras havia uma sacola com alguma compra que eu desconhecia e pretendia
pegar apenas uma sacola para os parafusos e a cola superbonder após passar pelo
caixa e tenso com tanta angústia humana então um sujeito falou pra mim que eu
havia deixado a compra no caixa, mas não dei credibilidade de atenção pois eu
estava com uma sacola provavelmente com os parafusos e cola e comentei citando
q não era minha.
Mas, ao retornar pra casa testei logo o parafuso mas foi em
vão pois precisava de uma arruela e era fina demais não daria certo e quando procurei
a cola não encontrei. Fiquei na dúvida se o sujeito havia informado estava
certo e eu não pretendia tb utilizar duas sacolas para essa simples compra. Pois
não tenho pretensão de desperdício alheio como tb não quero pra mim e isso não
é mesquinharia não. Apenas uma sacola seria necessário. Procurei antes em casa
se eu não havia colocado em algum lugar, mas não encontrei em nenhum lugar.
Então telefonei pra loja lampadinha perguntando se essa cola havia ficado por
lá quando passei pelo caixa ou eu havia perdido. Aguardei os funcionários
verificarem e me disseram que havia ficado por lá, então eu havia esquecido.
Minha dúvida foi portanto do modo supérfluo pra que eu iria colocar em duas
sacolas desperdiçando sacolas, eu não tinha a menor pretensão disso e não sei
como pode acontecer. Quando o sujeito havia informado pra mim, não acreditei e
havia contado que minha compra estava comigo na sacola, poderia ser de outro
alguém. Pensava eu assustado que fosse mais uma insídia contra mim, armação do
mau. Mas, graças a Deus, que esse sujeito que havia me informado nessas
palavras apresento minhas desculpas, pois teria sido mais acessível eu ter
atendido se tivesse sido informado por um funcionário no exato momento em que
eu vinha para casa.
E após o funcionário ter verificado e me informado que a
cola havia ficado retornei então a loja, mas fui a pé por volta de meio dia pra
treze horas e trouxe a cola que realmente havia sido esquecida.
E as coisas da plenitude divina são tão grandes que o que
vou citar raras pessoas acreditarão, pois enquanto eu caminhava no inicio da avenida
Integração, atualmente, avenida Governador Tarcísio de Vasconcelos Maia, então
caminhando entre um areal que havia na pista olhando pro chão vi na areia um
parafuso que pelo ao observá-lo o trouxe confiante que iria servir e os que eu
havia comprado numa cartela não havia servido e então quando testei o parafuso
na sinaleira esquerda foi sob medida. Um milagre divino, pois eu sei que só
iria encontrar o parafuso certo e comprar por unidade e a um preço mais
acessível especializada em parafusos apenas nas lojas Centerpar, mas eu temia
ir lá enfrentando o trânsito com o freio baixo. Teria então que resolvesse isso
um outro dia quando pudesse, numa caminhada. E a cartela com os parafusos
comprados na lampadinha guardei.
Assinar:
Postagens (Atom)