terça-feira, 25 de outubro de 2016

UM CAVALHEIRO PARA O LAR



UM CAVALHEIRO PARA O LAR

Sou sensato, cordial, nobre e modesto, apenas um animal racional e não macho irracional covarde com força bruta e patas nem tão pouco covarde com pontapés em ninguém e para mulheres, sou um cavalheiro e não penso em ser o tal em lugar nenhum porque isto quem pode cantar num terreiro é na verdade o galo da fauna que desperta a aurora.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)

UNIFICAÇÃO DO GLOBO TERRESTRE




UNIFICAÇÃO DO GLOBO TERRESTRE

Eu nada temo mais agora com quase 55 anos de idade, pois sem bajulação com ninguém, sou cordialmente e inteiramente, portanto, sou grato ao negro Obama, por ter atendido ao intermédio do papa Chico, nosso Hermano argentino,  nosso vizinho sul-americano, na reconciliação com Cuba.  Também é necessário um diálogo racional, naturalmente com o Rei da Inglaterra sobre o assunto histórico pertencente as Ilhas Malvinas. Vamos todos numa confraternização unificar o globo terrestre, cada qual com sua própria crença independente de ter uma religião ou não. A minha religião é o catolicismo, nada contra o protestantismo europeu ou norte-americano, já blasfemei quando jovem sem entender o cristianismo, porque Cristo quis morrer, mas desde jovem compreendi de modo racional e acredito que Cristo é o salvador da humanidade, é minha crença, não discordo de ser contra qualquer religião seja qual for. Mas, não tenho uma opinião nobre do Luteranismo, fundado por Martinho Lutero. Não estou afirmando como desrespeito, mas como liberdade de expressão.
Eu nada temo mais agora com quase 55 anos de idade, mas não sou o tal em lugar nenhum. A Guerra Azul está declarada contra todos, seja onde e quem for, pode ser o nosso cordial amigo, o negro Obama, dos States ou o rei da Inglaterra, ou do Oriente Médio, o judiciário brasileiro, os cachaceiros de boteco, as dondocas e megeras, as madames, os fanfarrões, os cangaceiros do nordeste, etc... etc... etc...  O que quero dizer pra quem quiser me amedrontar com valentia porque se envaidece como o tal, confiante na impunidade das injustiças sociais, eu digo que não temo e pode ser até o rei da Inglaterra, ou Oriente Médio, isso é um modo de me expressar, mas não sou o mais e nem melhor que ninguém. Sou simplesmente, um mero mortal, como qualquer um. Imortal é minha obra de patrimônio , o acervo  que ainda me resta de toda minha dedicação e empenho e desempenho do meu cotidiano que percebo ser cobiçada pelos mercenários e alguns  falsos amigos.
Sou desdentado, careca, magricelo e branquelo, mas não sou racista, nem discrimino nada. Eu na juventude era educado, mas de tanto alimentar meu cotidiano dos sete dias da semana com pão amassado pelo capeta e temperado com pimenta, estou sendo agora desbocado porque não tenho o rabo preso em lugar nenhum e que se danem todos, pois como já citei noutras palavras minhas eu vou pegar o capeta pelo rabo. E não sou nenhum valentão, não povinho. Mas, também não sou medroso mais não, povinho do disse me disse, mexeriqueiros e bisbilhoteiros.
Lembro a todos que Deus criou o mundo em sete dias e demonstro a todos que o meu salutar, tem sido construtivo de todas as lições de vida que a vida inteira nos ensina a todos a cada instante e consolida o ser humano como mero aprendiz da natureza.
Martins Sampaio de Souza (Martinho) 25/10/2016.

A VERDADE:



A VERDADE: Com uma arma na mão, todo covarde se diz ou subentende-se: “valentão”, mas o máximo que o mau pode fazer, é: coagir, impor ou destruir, ser falso, mentir. Mas, não amedronta a verdade de um homem. (Natal, 15/10/2016. Martins Sampaio de Souza (Martinho)

TENHO MIL E UM DEFEITOS





TENHO MIL E UM DEFEITOS
Tenho mil e um defeitos, mas graças a Deus, não tenho inveja de ninguém, não sou de retaliar, não sou falso, nem sou algoz com ninguém, mas também quem me prejudicar eu só sossego quando contra-ataco ou também às vezes, demonstro indiferença quando não afeta minha dignidade humana. Sou modesto, humilde, mas também demonstro um pouco de orgulho relativo a gente arrogante e esnobe. Mas, não vou mais me irritar com bate-boca, com ninguém mais, porque o racional é dialogar democraticamente discordando ou concordando com seja quem for, pois cada qual tem evidente um modo próprio de pensar, evidente.
Vivo cordialmente e harmoniosamente em plenitude apaziguado com a natureza e abençoado por Deus.

Martins Sampaio de Souza (Martinho) 25/10/2016




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

SOU CRUEL ATÉ O PONTO “X”, MAS NÃO SOU ALGOZ



SOU CRUEL ATÉ O PONTO “X”, MAS NÃO SOU ALGOZ

Já fui parar uma vez no hospício, mas não sou insano
Certa vez em que fui tolerante ante hostilidades  de gente algoz
Cujo resmungado que ouvi sobre mim, entre aspas: “esse bicho é ruim, ruim, ruim...” etc...
Provocações, que me esquivando no meu silêncio, escutei de cachaceiros VIP
Quando Ingeri o pão amassado, mas não troquei minha sensatez,
Mas prevaleceu minha vontade, moralizei na ausência de meu pai
E suspendi no tal respectivo dia o  tal jogo de dominó de alguns fanfarrões,
Não sou homem de impor nada, nem de coagir ninguém
Nem tão pouco sou” mandão” como definem as más línguas
Pois não impeço ninguém de cantar de galo, oh povinho retrogrado
Se chamo alguém de negro não estou sendo racista,
E quando chamo alguém pançudo de buchudo, não estou sendo pejorativo
Quem não gostar, então eu afirmo que sou magricela, desdentado e careca e daí?
E quem se envaidece de valentia como se diz confiante na impunidade social dos tribunais da tal “lei dos homens”
Desses ditos cangaceiros os tais “cabra macho” eu nada temo
Ouvi de uma megera minha cunhada se dizer ser a tal envaidecida
Se dizendo em tom ameaçador que “era valente, por ser de Caicó”
Quando fui dedurado por meu escanxa-sobrinho de quem sou tio-avô para esclarecer mais o meu vocabulário
E em resposta eu não temo nada mais de quem se diz valente, pode ser até do Oriente Médio, eu não me amedronto, mas estou sendo mais cauteloso, isso é cauteloso nas lições de vida do meu cotidiano onde sou um mero e modesto aprendiz como qualquer ser humano.
Concorda comigo quem quiser ou não, pois quanto ao modo próprio de cada qual pensar, nisso eu sou democrático.
Postei assuntos obscenos na mídia eletrônica pra ridicularizar o tal povinho falso que semeia discórdias com falsos afagos e que eu havia retirado uma vez por respeito a bons profissionais que conheço, mas em repúdio a bisbilhotices de alguns fulaninhos que se dizem “saber tudo de mim, se vangloriando sem nada saber o motivo racional, eis minha resposta pra quem me acusou de “ludibriar a justiça”
E tem mais, não estou difamando ninguém não, como interpretaram errado algumas cordiais pessoas que mantinha e ainda mantenho entre os meus poucos amigos que no meu lirismo contei nos meus vinte dedos simultaneamente das mãos e dos meus pés, harmonizando meu coração com a plenitude abençoado por Deus porque minha fé não é apenas da boca para fora, esclarecendo
Cada qual faça o que bem entender quem gostar de cigarro, que fume então
Quem gosta de bebida que beba, então
Quem gosta de jogo, então jogue.
Quem quer  dá o rabo, faça bom proveito
Quem tem tal religião que siga seja qual for,
Discordo muitos assuntos populares, pelo meu modo pessoal relativo a opção.
Sou, portanto de preferencia heterossexual  e católico e estou satisfeito, mesmo com minha solidão, quem não seja tudo bem, não é assunto meu.
Venero meu labor com meu sonho de entretenimento desde quando  eu era criança
Quando expresso a palavra vagabundo é meu modo desbocado
Mas, me dedico a arte por veneração, não como mercenários que são os especuladores e ludibriadores que só enganam apenas a si mesmo, contando vantagens onde a verdade está subentendida no coração e na consciência onde Deus é presença a todo momento e não uma farsa onde é em vão a verdade.
Tenho um vocabulário talvez absurdo para ridicularizar fineza demasiada, mas não tenho pretensão algoz com ninguém, graças a Deus. Não desejo o mau nem pro pior inimigo meu.
No mais, são minhas palavras em repúdio a algumas atitudes alheias, as quais não censuro nada.
Sou um racional que afirmo um burro como animal merecer muito mais o meu respeito do que qualquer outro ser humano.

Martins Sampaio de Souza (Martinho) 24/10/2016