sábado, 13 de maio de 2023

MARTINS SAMPAIO DE SOUZA (MARTINHO) PORQUE EU NÃO PRESTO

 

 

MARTINS SAMPAIO DE SOUZA (MARTINHO) PORQUE EU NÃO PRESTO

 

 

PODEM DIZER QUE SOU RUIM, NÃO PRESTO, ME ESPRAGUEJAR PARA FICAR CEGO, PERDER A VISÃO, QUE SOU MESQUINHO PORQUE SOU CONTRA FILANTROPIA QUE NA VERDADE É UMA IRONIA QUE SIGNIFICA PILANTROPIA.

CONVIVI QUASE TRINTA ANOS COMO JORNALEIRO, EM QUE O DIRETOR FAZIA PILANTROPIA PRA ISSO E AQUILO SENDO BONZINHO AS CUSTAS ALHEIA E MANDANDO OS FUNCIONÁRIOS VENDEREM RIFA PARA OS JORNALEIROS COMPRAREM, ETC, ETC, ETC...

NUNCA ME CADASTROU NA RESPECTIVA DISTRIBUIDORA DE SUA RESPECTIVA PROPRIEDADE, SÓ CONSEGUI APÓS DEZ ANOS COMO JORNALEIRO, COM MUITO SACRIFICIO, PAGANDO NA ÉPOCA UM RESPECTIVO CAUÇÃO MERCANTIL PARCELADO EM QUATRO VEZES, COM A PROMESSA DE QUANDO O JORNALEIRO DEIXASSE A ATIVIDADE, RECEBERIA O VALOR CORRIGIDO. MAS, NÃO FOI BEM ISSO QUE ACONTECEU. FUI ROUBADO PELO REPRESENTANTE DA DISTRIBUIDORA ABRIL EM NATAL, QUE NÃO HONROU O COMPROMISSO.

TIVE QUE CONTRATAR E PAGAR UM ADVOGADO E SÓ RECEBI A QUANTIA CORRIGIDA APÓS MUITA BUROCRACIA E SÓ FOI PAGO O VALOR PORQUE FOI ACIONADO, ATRAVÉS DE ADVOGADO PELA EDITORA ABRIL DE SÃO PAULO.  O TEMPO QUE FICOU PARADO NA JUSTIÇA NÃO FOI CONTADO, MAS APENAS A RESPECTIVA DATA EM QUE FOI DADO ENTRADA E ASSIM A EDITORA ABRIL FOI QUEM PAGOU E REMUNEREI 30% AO ADVOGADO.

E SÓ O FUI IDENIZADO PELA PRIMEIRA VEZ COMO VITIMA DE FRAUDES NO VALOR DE R$ 4.000,50  NA JUSTIÇA. UMA VEZ, QUANDO NÃO COMPREI NADA PESSOAL PARA MIM, MAS FIZ DOAÇÃO DA QUANTIA DE R$ 800,00 DIVIDINDO PORTANTO, ENTRE QUATRO INSTITUIÇÕES BENEFICIADAS RESPECTIVAMENTE. PORÉM, SÓ RECEBI COMPROVANTE DE EMA INSTITUIÇÃO REFERENTE ENTÃO A R$ 200,00. TEVE UMA REPRESENTANTE DE UMA DESSAS INSTITUIÇÕES QUE APENAS PROMETEU ENTREGAR CONPROVANTE E EU EM SILÊNCIO NADA DISSE, ESPERANDO A BOA VONTADE QUE NUNCA ACONTECEU.

ATUALMENTE TENHO HORROR DE PILANTROPIA DESSA MASCARADA BONDADE ALHEIA E ACUMULO DE FAMA, RIQUEZA E FALSIDADE EM SUA MAIORIA.

ENQUANTO MANTENHO EM NOSSO EMPREENDEDORISMO AUTÔNOMO SEM FINS LUCRATIVOS, UMA HEMEROTECA E ALTRUÍSMO, HOBBIES, LAZER E ENTRETENIMENTO DESPORTISTA NA TERCEIRA IDADE E JOGOS PEDAGOJICOS PARA ADULTOS E CRIANÇAS ACOMPANHADAS POR UM FAMILIAR, SENDO CEDIDOS DEZ CABINES DE CAMINHÃOZINHOS FEITOS POR MIM, SENDO O PROJETO ATRAVÉS DE UMAS ANTIGAS REVISTAS QUATRO RODAS E CORDIALMENTE CEDIDAS DEZ UNIDADES A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CANDELÁRIA PARA LAZER APÓS O CATECISMO MONITORADAS POR UM FAMILIAR E MEMBROS DA RESPECTIVA IGREJA.

DISPONHO EM NOSSO EMPREENDEDORISMO BENEVOLÊNCIA ALTRUÍSTA, DESPORTISTA E PEDAGÓGICO COM DOMINÓ GIGANTE, XADREZ GIGANTE, BICICLETA TRIPLA PARA TRÊS PASSAGEIROS, BICICLETA PARA UM PASSAGEIRO, XADREZ EM CENTRO E MESA, TRÊS CAIAQUES, LIVROS COM ASSUNTOS DIDÁTICOS E DE LEITURA, OUTDOORS, BANNERS, CAMISETAS COM MENSAGENS, SLOGANS E CITAÇÕES DE MINHA AUTORIA,  MANTENDO ESSE ACERVO SEM PEDIR NADA A NINGUÉM E AO ACESSO DE TODOS.

 

 

 

MINHA HISTÓRIA CONTANDO NA TERCEIRA IDADE

 

 

MINHA HISTÓRIA CONTANDO NA TERCEIRA IDADE

 

Pensava ser projetista de automóveis e não sou acadêmico em engenharia mecânica, porque fiquei na suplência no vestibular de 1981 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), faltando milésimos.

 Mas, não foi por falta de conhecimento em duas respectivas questões: em matemática e a outra na prova discursiva de língua portuguesa.

Pois bem. Na área de tecnologia, em matemática me surgiu de repente na hora “H” uma dúvida sobre a posição da concavidade da parábola se para cima ou para baixo, fato esse que depende do sinal do coeficiente “a” do quadrado da incógnita que em seguida, elaborávamos a reta numérica correspondente aos números reais.

E na questão discursiva de língua portuguesa era vozes verbais. No momento não tive a menor ideia. Mas, esses assuntos ficaram para me considerar semianalfabeto. Pois, só até poucos anos atrás, foi que vim recordar que vozes verbais, eu havia estudado no sertão com nove ou entre dez anos de idade que era ativa, passiva e reflexiva.

Minhas maiores notas, foram em química e matemática, ambas acima de sete. E a minha pior nota, advinha: foi em redação.

Ok. No ano seguinte sem refletir muito, larguei o interesse da adolescência em que seria projetista de automóveis; para o sonho de infância em um dia ser escritor.

Tive bons professores de matemática, química, literatura, língua portuguesa, desenho geométrico, inglês, no Colégio Atheneu e Curso Dinâmico.

Já era desportista em xadrez, sido medalha de bronze e incentivado pelo amigo Emmanuel Gouveia, fui ser praticante de remo, ganhar músculos para manter o sonho desde os quinze anos, em namorar uma bailarina. Um segredo que há anos carregava dentro no peito.

A escolaridade ficou para trás e iria me dedicar ao sonho de um dia ser escritor. Sem pretensão de pilhéria me inspirei no humor de Millôr Fernandes e Gregório de Matos.

De modo desinformado, pretendia logo publicar um livro através da indústria gráfica, sendo em vão todas as minhas atitudes. Pensava que algumas asneiras que eu havia escrito eram livros e entre contatos pela área da mídia me sugeriram em procurar o editor: saudoso Carlos Lima, na Livraria Clima no bairro da Ribeira.

O Senhor Carlos Lima me atendeu muito bem, mas disse que só no ano seguinte, talvez. Haviam muitas ilustrações. Estávamos no inicio dos anos oitenta. E eu pensava em sucessos e mulheres.

Mas, veja lá na minha cabeça onde estava. Pois bem. Na semana seguinte eu retornei para tentar convencer a publicação. Foi a gota d’água. O Senhor Carlos Lima, me chamou de “muito teimoso” e com razão, claro. e nunca mais o procurei. Tomei conhecimento do falecimento do Carlos Lima, muito tempo após tê-lo procurado, através da mídia muitos anos depois. Que Deus o tenha.

Outra coisa que corri muito atrás, foi obter meus primeiros Copyrigts ©, documentos estes que só comecei a ter de modo burocrático, após um senhor na Fundação José Augusto que me informou, procurar a Senhora Zilla Mamede, Diretora da Biblioteca Câmara Cascudo. Foi no exato ano de 1985 quando através de um amigo, editei em estêncil eletrônico duas fábulas. Mas nunca vendi nenhum exemplar e ficaram sem apreço. Apresentando muita necessidade de acabamento.

Em 1982, com vinte anos de idade e portanto faria vinte e um anos no final do ano tive uma desilusão amorosa com uma pessoa muito vaidosa e outra acadêmica que despedaçaram meu coração ante imensas hostilidades  naufragando minha juventude, tentando a morte sem querer em torno de delírios emocionais que apesar dos pesares com meus primeiros sufocos de angústias começando meus primeiros tratamentos de saúde psicológica.

Há algum tempo apresentei minhas obras para serem publicadas através de mecenato, mas foi  em vão. Então publiquei por computador cinco respectivas obras sendo de frágil manuseio ante o suor e a saliva, para a umidade não manchar. Mas há outras obras mais qualificadas contendo slogans e citações em tiragem única de exemplar, no momento.

As cinco obras que publiquei cedi algumas e pretendo doar algumas como divulgação, já mantive contato telefônico com a Biblioteca Central Zilla Mamede, na UFRN, Biblioteca Pública Câmara Cascudo e Biblioteca do Atheneu.

Das obras que publiquei por computador, presenteei  cinco exemplares a um amigo virtual, o Carlos Alberto Josuá Costa, Engenheiro Civil e imortal da Academia Macaibense de Letras, quando o conheci pessoalmente que em gratidão escreveu um comentário sobre minha obra de poesia: 40 poesias entre versos de dor e sonhos de harmonia, publicado no blog  Ponto de Vista, em 23 de julho de 2021.

Não fui na Biblioteca Central Zilla Mamede na UFRN, porque não dirijo mais, minha CNH venceu, passei do prazo para revalidar e não tenho saúde para renovar por tomar muita medicação e tornei-me barbeiro no volante.

Não estou mais enviando, há tempos minhas obras para a Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, mas assim que puder enviarei sem pretensões mais de copyrights ©, apenas para divulgação. http://hemerotecadoelefante.blogspot.com/

 

Martins Sampaio de Souza (Martinho),Natal, 12/05/2023; 18:06 horas. 13/05/2023; 08:36 horas.

 

 

 

segunda-feira, 8 de maio de 2023

PARA POBRE

 

PARA POBRE, NÃO TEM TEMPO RUIM NÃO. EU SOU TESTEMUNHA NOS MOMENTOS DE DOR E ANGÚSTIA, MAS COM A BÊNÇÃO DE DEUS.

MARTINS SAMPAIO

domingo, 7 de maio de 2023

DESQUALIFICAÇÃO

 

 DESQUALIFICAÇÃO

 

NUMA DETERMINADA PROVA DE FÓRMULA UM NOAS TEMPOS ÁUREOS, UM PILOTO CHILENO, RETARDATÁRIO N VOLTAS ATRÁS, NÃO CEDEU PASSAGEM PARA O NELSON PIQUET QUE DEPENDERIA DE PONTUAÇÃO, PARA CONTINUAR NA BRIGA PELO TITULO DO RESPECTIVO ANO.

POIS BEM. DURANTE A NITIDA ULTRAPASSAGEM DO PIQUET, O ELIZEU OPTOU EM COLIDIR COM O NELSON PIQUET QUE QUANDO SAIRAM DOS VEÍCULOS O PIQUET AGREDIU ESMURRANDO O PILOTO BARBEIRO SALAZAR.

NA ÉPOCA  ATÉ ALGUNS ANOS ATRÁS EU CONDENAVA ESSA ATITUDE DO PIQUET, MAS REFLETINDO MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO PASSEI A DEFENDER O PIQUET APESAR DOS PESARES, FOI UMA REAÇÃO EMBORA NÃO SENSATA, MAS DESESPERADA COM IMENSO ABSURDO DO CHILENO ELIZEU SALAR.

 

MARTINS SAMPAIO

 

 

 

 

terça-feira, 2 de maio de 2023

saudoso mec

 

SAUDOSO MEC

 

Recordo com saudade, a extinta livraria do MEC que dispunha anualmente para cada disciplina, um caderno num pacote contendo dez exemplares iguais e no verso da capa: a composição do Hino Nacional e acontecia a cada respectivo ano sendo mudado a cor da capa.

Havia disponibilidade dos livros didáticos a um preço mais acessível e a exclusiva publicação da Tábua de logaritmos.

 

Martins Sampaio de Souza (Martinho)

Natal, 02/05/2023

 

segunda-feira, 3 de abril de 2023

CARREGO UMA MALDIÇÃO DE EMPRESTAR MEUS LIVROS E FERRAMENTAS E NÃO ME DEVOLVEREM

 

CARREGO UMA MALDIÇÃO DE EMPRESTAR MEUS LIVROS E FERRAMENTAS E NÃO ME DEVOLVEREM.

E EU JÁ HAVIA JURADO PARA MIM QUE MELHOR QUE EMPRESTAR É SER ROUBADO.

QUE TENHO MAIS CIÚME DO MEU ACERVO QUE DE UMA MULHER SE EU TIVESSE.

MAS, EU NÃO APRENDO MESMO. EMPRESTEI O MEU ALICATE COM MAIS DE 40 ANOS QUE POSSUIA A UMA FULANA QUE NÃOME DEVOLVEU E ESQUECI DE BUSCÁ-LO.

MAS,TUDO BEM. MAIS TEM DEUS PARA ME DAR.

É TUDO UMA QUESTÃO DE APREÇO. SÓ QUERO O QUE ME PERTENCE E TENHO TUDO QUE QUERO GRAÇLAS A DEUS.

O ALHEIO NÃO ME CAUSA NENHUMA INVEJA, APENAS SE HÁ MÉRITO E QUALIFICAÇÃO EU PRESTIGIO E DOU NOTA MIL.

NO MAIS, PEÇO A DEUS PROTEÇÃO E A BÊNÇÃO PARA ESSAS COISAS MAL NÃO ACONTEÇAM MAIS.

Martins Sampaio