quarta-feira, 3 de julho de 2019

O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA


O QUE EU RESTARIA DIZER NESSE MOMENTO DE PARTIDA

Foi melancólica a despedida de nosso pai, mas por ter sido harmoniosa, no maior momento de dor durante após a Missa de Corpo Presente, após o Padre ter celebrado uma bela Missa, solicitou então à cantora que interpretasse uma música de Roberto Carlos e foi o maior momento de dor que contribuiu para uma bela, embora saudosa despedida e não ser motivo para ficarmos triste. Fiquei apenas, durante os primeiros momentos, narrando esse momento, durante algum comentário, não contendo o pranto, mas após superação, agradeço a Deus por tê-lo ao lado, amenizando suas dores da enfermidade e deixando conosco apenas a recordação, lembramos também com inteira gratidão por termos convivendo durante muito tempo presente em sua vida, com seus 96 anos de idade, faria se Deus tivesse permitido, 97 no dia 06 de agosto de 2019, mas preferiu levá-lo para o convívio com plenitude ao lado de nossa saudosa irmã Maria Lúcia, que se foi com 48 anos de idade, em 2004 e eu como o mais moço, 57 anos de idade e nossa primogênita irmã Maurina 72 anos de idade e os demais membros da família e descendentes somos todos abençoado embora pelo modo sertanejo que como também nascido no interior do alto oeste potiguar, tenho conscientização do meu modo áspero, mas sem pretensão algoz nem letal, apenas desbocado da boca para fora e mais cauteloso com a saúde me reerguendo de forma harmoniosa, após mais de trinta anos de depressão sobrevivendo de modo vegetal apesar dos pesares consciente não agradar a todos e ter alguns ressentimentos, mas não tenho nenhuma pretensão de retaliação com quem quer que seja. No mais, grato a quem apreciar essas meras palavras de uma criança no curso primário do sertão sonhou em ser um dia em ser escritor, largando a pretensão acadêmica de ser um consolidado engenheiro mecânico  pela UFRN entre o inicio dos anos oitenta, sonhando ser projetista de automóveis desde a adolescência, mas a voz do áudio do meu coração falou mais alto, pra seguir o sonho de infância, ser escritor independente de não ter tido uma dedicação acadêmica. No mais, obrigado a quem puder dedicar uma mera leitura a essas breves palavras que precisaria pra justificar meus momentos de audição musical e mandar os males embora como se diz o ditado popular, “os males espanta”.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 03/07/2019 ; 19:53 horas.


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quarta-feira, 3 de julho de 2019 ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS

quarta-feira, 3 de julho de 2019
ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS
Me perdoem, por favor os meus poucos amigos, o meu vocabulário de discórdia, nesse recente momento de dor, mas estou enfrentando a todos além dos familiares desequilibrados,, também a roubalheira do judiciário o qual me prejudicou injustamente, e agora minha única esperança é denunciar pessoalmente a um Delegado da Polícia Federal quando puder, após resolver uns assuntos pessoais.
No mais, cordialmente grato a todos que estiveram presentes ou mantiveram contatos solidários.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)
Referente as falsas acusações do cabaré do itep e do judiciário que me prejudicou há quase 10 anos, mesmo após ter informado a Promotoria do Ministério Público que segundo o Promotor “havia enviado pra inquérito policial”, recebi um “Mandato de Intimação Policial” e no conteúdo burocrático, exposto alguns artigos da tal “Lei” expondo ameaça de prisão se por um eventual acaso não comparecesse. “Toda audiência teve gravação áudio visual” segundo eles e assinado um Termo, “constando a citação: “nada mais foi dito” e após eu solicitar informações do cujo Processo de minha denúncia, afirmaram sido “arquivado” Fui ao Ministério Público, pessoalmente falar com o Promotor um dia e ele não pode me atender, mas sugeriu deixar meu número de telefone para quando pudesse. Pois bem. Me telefonaram um dia, compareci, tomei conhecimento da audiência ter tido gravação audiovisual e nada mais sido dito” segundo conteúdo do cujo Termo, assinado em cópia de três Páginas .
Portanto, foi em vão tanto na Delegacia quanto na Promotoria, pois não deram a mínima atenção ao conteúdo da minha síntese de acervos em diversos documentos e desnecessariamente meus acessórios de instrumentos em heráldica. Mas tudo bem. Não desistirei, pois embora eles tenham concluído o fato sem nada ter sido apresentado, como já disse da minha síntese de acervo. Apesar do Promotor ter me atendido muito bem, mas foi em vão, parece ter agido em cumplicidade com a conclusão da Sentença da Magistrada com a cuja Sentença da época que me “condenou” injustamente ante todas as falsas acusações entre as quais “ensejar indenizações” Também utilizou uma palavra de um vocabulário difícil que não tenho a mínima idéia, mas segundo conclui foi uma confirmação da falsa acusação que o cabaré do itep havia feito em conjunto com o judiciário corrupto e permitido, acatado todo jargão jurídico fútil e vocabulário medíocre da ladra da tal advogada, uma ladra: MARINABASTOS DA PORCIÚNCULA BENGHI, OAB/RN833-A, em que uma prostituta é muito mais honesta.
Portanto, tudo bem. Assim que resolver uns assuntos pessoal irei pessoalmente agendar uma audiência com um Delegado da Polícia Federal pra denunciar o ITEP e o Judiciário do nosso imenso Rio Grande do Norte, mesmo apesar de já terem dito pra mim, através de telefone “ser na polícia civil”. Mas, como não sou de desistir, tentarei como fato extraordinário.
Pois informo, se eu tivesse contado essa injustiça social ao cordial saudoso Senhor Seu Luís da extinta Banca de Jornais e Revistas, da Praça dos Eucaliptos, que era jornaleiro e Policial Federal Aposentado, convivíamos amistosamente sem intimidade, nos conhecemos a viúva, a Senhora Dona Daguia e Cláudia filha mais velha, mas a mais jovem não sei como se chama, apenas à via quando ainda era criança, portanto só tenho conhecimento que deixou duas filhas educadas e sensatas certamente, apesar de não conhecer a mais nova, como já citei. Moro vizinho a um cordial Policial Federal, conheço mais alguns Policiais Federais, mas não acho propicio solicitar colaboração de nenhum, para denunciar essa injustiça social que tem me prejudicado inúmeras vezes já, pois atualmente continuando meu tratamento psique, concluo ser mais ético e dignamente moral mais sazonadol resolver sozinho, indo pessoalmente quando puder e levar apenas o acúmulo de documentos para ser possível apresentar, sem levar anexo, a síntese de minha dedicação pessoal e desempenho, apenas o suficiente.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal,03/07/2019; 08:11 horas.
Postado por martins sampaio de souza às 04:18 Nenhum comentário:
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ME PERDOEM POR FAVOR MINHAS RIGOROSAS E ÁSPERAS PALAVRAS


Me perdoem, por favor os meus poucos amigos, o meu vocabulário de discórdia, nesse recente momento de dor, mas estou enfrentando a todos além dos familiares desequilibrados,, também a roubalheira do judiciário o qual me prejudicou injustamente, e agora minha única esperança é denunciar pessoalmente a um Delegado da Polícia Federal quando puder, após resolver uns assuntos pessoais.
No mais, cordialmente grato a todos que estiveram presentes ou mantiveram contatos solidários.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)
Referente as falsas acusações do cabaré do itep e do judiciário que me prejudicou há quase 10 anos, mesmo após ter informado a Promotoria do Ministério Público que segundo o Promotor “havia enviado pra inquérito policial”, recebi um “Mandato de Intimação Policial” e no conteúdo burocrático, exposto alguns artigos da tal “Lei” expondo ameaça de prisão se por um eventual acaso não comparecesse. “Toda audiência teve gravação áudio visual” segundo eles e assinado um Termo, “constando a citação: “nada mais foi dito” e após eu solicitar informações do cujo Processo de minha denúncia, afirmaram sido “arquivado” Fui ao Ministério Público, pessoalmente falar com o Promotor um dia e ele não pode me  atender, mas sugeriu deixar meu número de telefone para quando pudesse. Pois bem. Me telefonaram um dia, compareci, tomei conhecimento da audiência ter tido gravação audiovisual e nada mais sido dito” segundo conteúdo do cujo Termo, assinado em cópia de  três Páginas .
Portanto, foi em vão tanto na Delegacia quanto na Promotoria, pois não deram a mínima atenção ao conteúdo da minha síntese de acervos  em diversos documentos e desnecessariamente meus acessórios de instrumentos em heráldica. Mas tudo bem. Não desistirei, pois embora eles tenham concluído o fato sem nada ter sido apresentado, como já disse  da minha síntese de acervo. Apesar do Promotor ter me atendido muito bem, mas foi em vão, parece ter agido em cumplicidade com a conclusão da Sentença da Magistrada com a cuja Sentença da época que me “condenou” injustamente ante todas as falsas acusações entre as quais “ensejar indenizações” Também utilizou uma palavra de um vocabulário difícil que não tenho a mínima idéia, mas segundo conclui foi uma confirmação da falsa acusação que o cabaré do itep havia feito em conjunto com o judiciário corrupto e permitido, acatado todo jargão jurídico fútil e vocabulário medíocre da ladra da tal advogada, uma ladra: MARINABASTOS DA PORCIÚNCULA BENGHI, OAB/RN833-A, em que uma prostituta é muito mais honesta.
Portanto, tudo bem. Assim que resolver uns assuntos pessoal irei pessoalmente agendar uma audiência com um Delegado da Polícia Federal pra denunciar o ITEP e o Judiciário do nosso imenso Rio Grande do Norte, mesmo apesar de já terem dito pra mim, através de telefone “ser na polícia civil”. Mas, como não sou de desistir, tentarei como fato extraordinário.
Pois informo, se eu tivesse contado essa injustiça social ao cordial saudoso Senhor Seu Luís da extinta Banca de Jornais e Revistas, da Praça dos Eucaliptos, que era jornaleiro e Policial Federal Aposentado, convivíamos amistosamente sem intimidade, nos conhecemos a viúva, a Senhora Dona Daguia e Cláudia filha mais velha, mas a mais jovem não sei como se chama, apenas à via quando ainda era criança, portanto só tenho conhecimento que deixou duas filhas educadas e sensatas certamente, apesar de não conhecer a mais nova, como já citei. Moro vizinho a um cordial  Policial Federal, conheço mais alguns Policiais Federais, mas não acho propicio solicitar colaboração de nenhum, para denunciar essa injustiça social que tem me prejudicado inúmeras vezes já, pois atualmente continuando meu tratamento psique, concluo ser mais ético e dignamente moral mais sazonadol resolver sozinho, indo pessoalmente quando puder e levar apenas o acúmulo de documentos para ser possível  apresentar, sem levar anexo,  a síntese de minha dedicação pessoal e desempenho, apenas o suficiente.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal,03/07/2019; 08:11 horas.

terça-feira, 2 de julho de 2019

ME PERDOEM, POR FAVOR

Me perdoem, por favor os meus poucos amigos, o meu vocabulário de discórdia, nesse recente momento de dor, mas estou enfrentando a todos além dos familiares desequilibrados,, também a roubalheira do judiciário o qual me prejudicou injustamente, e agora minha única esperança é denunciar pessoalmente a um Delegado da Polícia Federal quando puder, após resolver uns assuntos pessoais.
No mais, cordialmente grato a todos que estiveram presentes ou mantiveram contatos solidários.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)

O ADEUS AO NOSSO PATRIARCA MANOEL JERÔNIMO DE SOUZA

O ADEUS AO NOSSO PATRIARCA MANOEL JERÔNIMO DE SOUZA
Hoje, é 26/06/2019. Ontem, pela manhã fui com minha irmã primogênita que me deixou no instituto de radiologia do bairro de Tirol, para fazer uma ultra sonografia abdominal da próstata e minha irmã foi realizar um outro exame de saúde dela noutro lugar próximo, segundo ela e combinamos, que após o meu exame que terminaria provavelmente por volta das 8:00 horas eu ficasse do lado do instituto aguardando-a a carona dela e também iriamos ao CDL fazer uma consulta do meu CPF. Pois, durante às 19:00 e 20:00 horas da noite de 24/06/2019 eu tinha ido pessoalmente às Lojas Americanas, tentar fazer um Cartão de Crédito, pois o do meu Carrefour só teria crédito após eu efetuar o pagamento previsto para o dia 04/06/2019, embora o vencimento seja no dia 11.
E eu tinha tentado em vão através do site e por telefone que segundo as informações constava um “débito meu num tal banco Cetelem, feito no supermercado Favorito” , tentei em vão inúmeras vezes, explicar que meu RG havia sido fraudado, exaustivamente ficava ouvindo uma musiquinha quando sugeriam outro número de telefone, anotando vários protocolos com a promessa em vão de aguardar resolver o assunto durante um prazo de cinco dias úteis por telefone ou e-mail.
Mas, durante a consulta ao CDL do meu CPF não havia débito algum. Ficou subentendido que este tal “débito” indevido era de uma fraude que me ocorreu durante uma das cinco vezes que já tive conhecimento do meu RG ter sido fraudado. A audiência ocorreu no dia 29 de Março de 2012 às 8:30 no 12º Juizado Especial Cível Central, localizado na época, segundo o Processo na AV. Jaguarari, 1450 Complemento: Faculdade Câmara Cascudo, no Bairro do Alecrim , Natal /RN.
Recordo que durante a audiência que não dei muita atenção ao grupo de jovens burocratas, havia uma tal advogada que não sei o nome, mas dito reconhecer “que houve uma fraude” e ao lado dela estava um sujeito bem arrumado que segundo essa tal advogada havia sido ele o responsável infrator. Comentou algo sobre indenização de R$ 599,63 com o tal sujeito quando poderia pagar? E eu continuei em silêncio, sem dar nenhuma atenção a ninguém, folheando uns jornais velhos e me liberaram. Lembro eu a tal advogada havia perguntado “seu tinha ‘ algo assim família, advogado, etc....” e me liberaram. E eu nunca soube o resultado desse respectivo Processo: 0016287-23.2011.820.0001
Então após ter sido em vão, comentei que meu RG já havia sido fraudado, mas iria então fazer uma consulta do SPC e procurar a Defensoria Pública no dia seguinte. No CDL segundo me informaram não havia nenhum débito em lugar algum, mas fiquei sabendo sobre comentários que mesmo após o tempo sido superado o meu nome continuaria negativo relacionado a esse débito feito de forma fraudulenta. E toda vez que eu informava o número do meu CPF ao tal Cetelem por telefone, eles acusavam “um débito meu em aberto.”
Eu estava ansioso para comprar uma nova impressora e Scanner das promoções da Loja Americanas com a mesma referência da minha que tinha pifado de vez e as tintas estavam novas e de alto custo pretendia utilizá-las, lembrando que os preços de impressora HP estavam todas em promoção a um preço acessível.
Quando eu havia saído do Instituto de Radiologia, era por volta das 7;30 e fiquei aguardando Maurina que demorou mais de uma hora pra me pegar quando fomos ao CDL, mas ao entrar no carro, minha irmã Maurina citou: “que tinha algo pra me falar, faz ideia?” com pessimismo perguntei se era sobre nosso pai que havia falecido? E ela confirmou ter acontecido por volta da meia noite, o velório seria no Cemitério Morada da Paz, com sepultamento previsto para às 15:00 horas. Só passamos pelo CDL como já disse e desisti de ir à Defensoria Pública ontem, pretendia ir hoje, mas Irma minha sobrinha falou pra ir outro dia e acabei concordando.
Só telefonei pra casa de Canuto, morador da mesma rua que a gente mora e sugeri informar também a Dona Eponina. Fui até a casa de Seu Zadig que tinha saído do nosso lar há pouco tempo, mas quando ele me atendeu disse que “já sabia,” iria comunicar ao nosso conterrâneo Coronel Rocha, mas não o vi o carro dele na garagem e solicitei o favor de avisar. Me esqueci de avisar a um dos quais poucos amigos verdadeiros dele, o Sr. João ‘mão de Onça” que eu costumava dizer que dos poucos amigos que restaram, lamentavelmente o Sr. João “Mão de Onça” , não poderia visitá-lo por ser muito obeso e não tem condições de se locomover. Mas, enquanto pude, ainda fui poucas vezes com nosso pai visitá-lo apesar do estado debilitado de saúde do nosso pai. E por causa dos meus lapsos de memória eu havia esquecido, peço desculpas de não avisá-lo, só me lembrei porque o Sr. João “Mão de Onça” tomou conhecimento através da filha informada por terceiros. No momento, confirmei quando recebi a ligação dele e solicitei desligar o telefone, pois eu havia atendido no telefone da sala que é uma extensão e eu não podia comentar muita coisa devido a saúde de nossa matriarca, mas eu iria desligar naquele exato momento e ele me aguardasse algo mais detalhado, pois eu iria telefonar pra ele do nosso Espaço Cultural, pois assim nossa mãe não ouviria o assunto do falecimento de nosso pai. Dos meus poucos amigos que raramente me atendem telefone, não telefonei pra ninguém, apenas escrevi uma mensagem no facebook destinada aos poucos amigos que tenho. Durante a noite quase inteira sem conseguir dormir, informei também através de e-mail com a informação e o conteúdo dos comentários do facebook, mas já depois de toda cerimonia fúnebre ter terminado. É que mídia eletrônica às vezes se passam em vão, principalmente para as pessoas mais ocupadas, reconheço, não foi falta de atenção.
Dos sete filhos, incluindo nossa saudosa irmã Maria Lúcia que Deus já à levou no dia 28/10/2004 acometida de câncer de mama, cuja sepultura nosso pai foi também sepultado no mesmo jazigo. Estavam portanto dos nossos irmãos: Maurina Sampaio, Raimunda Nonata, Cássia Maria e eu Martins Sampaio. Estavam ausentes os outros dois filhos homens mais velhos e eu agora sou o homem da casa segundo a citação do latim: “Thesaurum in
sepulcro ponit qui senem heredem facit” * “Coloca o próprio patrimônio numa
sepultura quem faz de um velho seu herdeiro.” Portanto, para preservar o que resta do nosso patrimônio e jamais permitirei qualquer especulador ou mercenário ter acesso ao nosso lar e ao modesto fusca que nosso pai colocou no meu nome, mas é por direito de todos e jamais serão vendidos. Nosso irmão mais velho que agora vive de fazer turismo sem poder mas a megera dele para aparecererem, mesmo com a situação agonizante do nosso pai preferiu viajar ao lado da companheira uma megera que o manobra e afirmo que não os temo, pois o nosso lar que foi comprado por nossa irmã Raimunda e Maurina quando eu ainda era criança no BNH por volta de 1972 quando pretendiam construir o Conjunto Candelária, mas posteriormente Maurina vendeu a parte dela a Raimunda, mas o escandaloso do nosso irmão mais velho, que uma vez ameaçou “que iria brigar comigo na justiça”, mas nosso pai pretendeu impedir, mas que ele e a megera tem uma casa em Barra de Tabatinga e ele tem casa própria no Conjunto Ponta Negra, muito bem localizada na rua Praia Rio do Fogo, numa esquina de frente pra uma caixa d’água e um terreno pra uma futura praça se não já for, ao ver as discórdias do nosso sertão, ele junto com a megera dele colocaram na cabeça ingênua de nosso pai , para colocar o nosso lar em nome dos sete filhos e Raimunda para não contrariá-lo assim o fez. Mas, minha sétima parte dessa fração eu a utilizarei apenas como abrigo e futuramente um Espaço Cultural, tenho assinado por nosso pai num texto meu cheio de erros ortográficos, e o nosso fusca serão para o acesso de todos os sete filhos, 11 netos e quatro bisnetos. E enquanto eu tiver uma gota de sangue nas minhas veias, impedirei qualquer mercenário, especulador se aproveitar do desmiolo de qualquer membro da nossa família. Não quero o nosso lar pra mim, pretendo utilizá-lo apenas como abrigo como já citei, nem também o nosso modesto fusca. É de todos. Minha fração da casa eu devolverei juridicamente a Raimunda, mas jamais permitirei qualquer membro da família negociá-la, como também o modesto fusca.
Não me graduei em Engenharia Mecânica pela UFRN, apesar da suplência em 1981, porque mudei de ideia, com um breve conhecimento de literatura do cursinho me trouxe de volta o sonho de infância em um dia ser escritor, adquirido pretendido, através das primeiras leituras escolares do curso primário, atual curso fundamental na Escola Circulo Operário, atual Escola Estadual José Guedes do Rego, no município de Pau dos Ferros, sertão do alto oeste do Rio Grande do Norte.
Eu só quero o que conquistei através do meu próprio esforço como empreendedor autônomo aposentado, devido ao desequilíbrio de algumas desilusões durante minha juventude e comecei tratamento psiquiátrico, desde 1982, após uma tentativa de suicídio através de correntes elétricas, sentindo o mundo desabar sobre minha cabeça e comecei meus primeiros tratamentos psique no Hospital dos Pescadores, tendo o histórico 

DESPEDIDA



: DESPEDIDA
Martins Sampaio
Qua 26/06/2019 19:35
Obrigado. Fico muito grato pela atenção. Não telefonei para ninguém, pois meus poucos amigos quase não têm tempo para atender telefone.
Postei a mensagem no facebook informando, mas consciente que raramente o pessoal tem tempo pra mídia eletrônica, então postei o assunto com os comentários durante à noite.
Foi árdua a situação, pouca comunicação entre os nossos familiares, meu irmão mais velho fazendo turismo deixou nosso pai aqui agonizando e o outro meu irmão com a esposa que moram no interior não puderam vir porque quando tomaram conhecimento da notícia não havia mais transportes, lamentavelmente.
Mas, dos onze netos só estava ausente um que estava trabalhando e preferiu segundo comentários que pretendia recordá-lo sempre quando vivo. E dos quatro bisnetos, apenas uma porque ainda é pequenina para esse momento de dor apesar de já ter sete anos.
Estiveram presentes eu e minhas três irmãs e alguns parentes nosso daqui e vieram uma tia nossa, uma prima e filha, esposo e cunhado dela do nosso sertão.
Apesar de triste o momento, mas foi muito bonita a Missa, mas tive um momento de conforto e não contive as lágrimas que ainda hoje contando pela manhã a uma vizinha nossa ainda não havia contido o pranto ao contar que após a Missa de Corpo Presente o Padre solicitou que a cantora cantasse uma música de Roberto Carlos: "Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo".
Nesse momento no silencio não contive as lágrimas e como já disse me senti um momento de plenitude, quando meu rosto banhado em lágrimas, a moça do cemitério nos cedeu lenços de papel para conter as lágrimas ao ouvirmos a melódica música de Roberto Carlos.
Eu esqueci de lhe perguntar quando seria a Missa de 7º dia de seu Pai no seu momento de despedida por causa dos meus lapsos de memória, estive ausente porque nem guarda chuva eu tinha no tal dia do velório,embora injustificável mas havia ido muito cedo à tua casa em vão após ter visto a triste notícia no facebook, mas tudo bem são questões de situações.
Mas, a Missa de nosso Pai: Manoel Jerônimo de Souza, minha irmã está resolvendo, provavelmente talvez seja durante o dia de Domingo às 11:00 horas, não temos convicção ainda. Mas, quando houver confirmação lhe informarei. Pois o falecimento foi por volta da meia noite de segunda-feira pra terça. Minha irmã está resolvendo esses detalhes.
No mais, um cordial abraço e muito grato pela atenção.
Obrigado.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)