quarta-feira, 8 de agosto de 2018

EUFORIAS, DELIRIOS E SONHOS DESPORTISTA EMPREENDEDOR Parte I


EUFORIA, DELIRIOS E SONHOS DESPORTISTA EMPREENDEDOR

 Parte I

Durante o final de semana, eu delirante e muito eufórico com o meu sonhado empreendedorismo de arte, educação, cultura, hobbies e lazer entretenimento desportista, etc...eu estava bastante eufórico ouvindo repertórios musicais que venero durante o horário diurno, portanto ouço repertorio apenas durante o dia na nossa hemeroteca e Espaço Cultural do Elefante/Feira de São Martinho, etc... e vou largar de escrever agora, depois eu continuo esse assunto, hoje não 07 de agosto de 2018 porque já estou bastante estafado, exausto, mas amanhã, eu continuo minhas palavras escrevendo esse texto. Por enquanto vou encerrar diretamente aqui minha digitação de memórias.
Após eu mesmo ter pausado ontem meu raciocínio, inspirador,  para contar toda minha recente euforia, delírios e sonhos desportista empreendedor, etc.... sábado terminei indo pro pronto socorro de um hospital  privado que aceita o meu convenio de plano de saúde, pois eu tinha delirado muito percebendo tudo dar certo todos os meus sonhos agora para contra-atacar contra todos se preciso for , com um contra ataque como dizem os cachaceiros de boteco no nosso imenso nordeste: “mais forte que o fumo de Abdias” assim também denomino o meu contra – ataque.
Eu sem me alimentar, nem fazer nenhuma higienização, bastante eufórico, acabei me urinando, me defecando na roupa, essas minhas necessidades fisiológicas e também com náuseas, retirei minha prótese dentaria, fechei tudo não me recordava nem que havia sido o senhor Zadig Dubeux, quem havia me ajudado a fechar a porta de rolo do espaço cultural, só cito  com convicção o nome dele, porque ele me falou que havia sido ele quem havia me ajudado a fechá-la no sábado.
Pois bem. Na hora da aflição, após eu ter fechado tudo isso então no nosso lar foi um sufoco minhas irmãs, minhas sobrinhas, todos, etc... encontrarem os meus meros documentos pra me socorrerem, que eram a carteira do convenio Unimed e minha cédula de identidade, o RG tudo estava  no congestionamento da na nossa Hemeroteca e Espaço Cultural do Elefante/Feira de São Martinho, etc...
Mas conseguiram localizar esses meros documentos após uma reunida busca executada pelos membros da nossa família desesperados para então me socorrem. Conseguiram finalmente, graças a Deus localizá-los e me socorrerem pra ser então medicado e fomos sábado à tarde no final para o Hospital do Coração. E fui indo sem minha prótese dentária que acabei encontrando depois dentro do bolso do meu calção pois eu havia retirado no nosso lar, no momento de náuseas.
No pronto socorro, perguntaram-me: “qual profissão?”, sem minha prótese dentaria esnobei citando que sou: empreendedor autônomo aposentado, etc... falei bonito ,m mas não continuei fui  brevemente socorrido no pronto atendimento do hospital e posteriormente liberado.
Vou postar esse assunto no meu blog para depois continuar com o assunto das minhas palavras, vou pausar um pouco porque não sou de aço, mas depois eu continuo minhas histórias.

Martins Sampaio (Martinho, o grande.) Natal, 08 de agosto de 2018, 09:43 horas.


SAMPA com um breve esclarecimento no final.


SAMPA
Quando por aí estive, para conhecê-la, numa temporada do exato ano de 1989 e superar também alguns problemas, da época da minha juventude, onde adquiri ainda mais problemas. Pois, a primeira discórdia que tive com os meus parentes, o primeiro motivo foi que eles queriam colocar na minha mente: “de que São Paulo capital, era: imensa” e grande por lá, eu só via eu, modesta parte, não sendo isso também, uma falta de humildade minha, mas afirmo que grande só mesmo o nosso elefante norte-riograndense. E complemento que conheci bem o centro e periferia paulistana da Grande São Paulo, naquele ano de 1989.
Mas, graças a Deus, todas as mágoas que tinha dos meus parentes foram superadas. E antes mesmo, de Deus já ter levado, os saudosos parentes: o, Raimundo Neto, o Mozaniel, o Zé, o Tio André e a Tia Lourdes.
Também, todas as minhas tolas ilusões de paixões femininas da juventude já não tenho mais, e tendo eu ficado na minha solidão, o que ficou disso tudo, apenas a recordação da nossa prezada estima. E também guardado a experiência de ter aprendido mais e servido sendo útil nas minhas memórias, pois me dedico agora aos meus sonhos de empreendedorismo sem fins lucrativos.
Não é uma autoafirmação de que sou mesquinho, mas também, não gosto de: que me peçam nada, nem mesmo um centavo, nem de brincadeira. Mas, tudo que produzo como arte, é com pretensão gratuita, nada para fim lucrativo, Porque quando eu tenho boa vontade, cordialmente ofereço, e cedo a quem quer que seja que eu pretenda doar algo, sem nenhuma pretensão minha em nenhuma retribuição de troca de favores, é feito com o coração como gratidão minha pelas bênçãos divinas. Portanto, também não me peçam para vender nenhum pertence meu, nem me peçam mais emprestado nada porque foi assim, que meu acervo e acessórios de utilização cotidiana ficaram desfalcados e alguns perdidos na poeira do tempo.
Para complementar minhas palavras, vou inserir nesse texto, algumas afirmações minhas que eu havia escrito uma vez, declarado num breve comentário do rádio, em programa nacional, apresentado pela paulistana: Vanessa di Sevo e o santista, também peixista: Luiz Torquato, no programa vespertino, direto de sampa, da radio globo, localizada no bairro em: Santa Cecilia de São Paulo, capital.

MEU ÚNICO CIÚME NÃO SERIA DE MULHER SE EU TIVESSE

Martins Sampaio de Souza percebo em alguns blá... blá... blá... das bisbilhotices alheias, até de quem sequer nem conheço e ouço ainda até de amigos que sou "muito mandão". Mas, esse defeito, graças a Deus eu não tenho, as pessoas confundem entre meus tantos defeitos que tenho consciência tê-los e da necessária superação portanto dos meus erros, mas o tempo se encarrega disso, pois não fecho meus olhos para a verdade. São tantos outros absurdos, não lembro tanto o que muito difamam, mas sobre o assunto de "ciúmes" , não tenho ninguém, sou solitário, não lamento, mas qdo tinha minhas ilusões de paixões eu nunca tive "ciúmes", apenas uma sensação de apego por uma tal pretendida companheira, mas não sendo correspondido percebo na solidão tido um desempenho de crescimento maior. Resumindo, nunca tive ciúmes de ninguém. Mas, as garotas ficaram na memória como qualquer outra lembrança. MAS, O QUE TENHO CIÚMES , REALMENTE SÃO MEUS PERTENCES QUE AINDA ME RESTAM E SÓ TEM VALOR PESSOAL PRA MIM MESMO E ISSO NÃO TEM PREÇO. NÃO QUERO AFIRMAR QUE SOU MATERIALISTA , MAS DIZER Q/ AS PESSOAS SÃO LIVRES!
                                                                                                                  
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 07 de agosto de 2018.
Esclarecimentos: "Ciúmes" foi o assunto tema em que fiz esse comentário divulgado ao ar no Programa Gente Como a Gente, apresentado durante as tardes na Rádio Globo São Paulo.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

APAZIGUADO


APAZIGUADO

Não luto contra quem quer que seja, afirmo, portanto que com ninguém mesmo, numa briga física de esbofetear nem trocar murros, porque se eu fizesse como reação eu apanharia e perderia como em todas as três vezes que briguei no colégio, no lar e na rua em reação a bulingar.
Não tive nenhuma pretensão acadêmica em optar pela carreira jurídica, mas também afirmo que numa guerra burocrata eu jamais perderia. E graças a Deus sou assim, portanto: apaziguado. Minhas ásperas e árduas palavras são apenas como contra ataque e minha auto defesa, contra falsas acusações.
Não sou tão mais educado, às vezes, porque a vida tem sido dura e me deixado às vezes insensato, áspero, irritado, relativamente. Mas, jamais deixei de ser nobre, porque graças a Deus ainda continuo e sou nobre, mesmo nascido na pobreza do meu sertão, localizado minha terra natal, em: Pau dos Ferros, sertão seco do auto oeste, potiguar, do rio grande do norte. O “camarão” como afirma o dicionário Larousse da minha completa enciclopédia de pesquisa em vinte e quatro volumes, em eventuais pesquisas de informações, obvio.
Portanto. Povinho quando tive pretensão acadêmica na época antiga e única de opção no vestibular sem uma inteira dedicação aplicada nos estudos, e fui todas as vezes reprovado na instituição pública da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (UFRN),  minha opção portanto foi, graduação na área tecnológica, curso de engenharia mecânica em que mesmo sem tanta dedicação  para obter êxito, quase fui aprovado no meu segundo vestibular em janeiro do ano de 1981, ficando eu na suplência do curso de engenharia mecânica da UFRN, em 1981 e demonstro através de envio postal ao meu domicilio pela universidade federal do rio grande do norte.
E só não continuei estudando porque larguei tudo, o pouco conhecimento que eu tinha na época em números exatos de matemática, química, física exigidas como básico conhecimento da áreas tecnológicas, sem deixar de venerar também as outras disciplinas, portanto, esqueci tudo foi melhor assim mesmo e  apesar dos pesares, para me dedicar ao sonho em um dia ser escritor, meu sonho mesmo desde a  infância que seria ser escritor pensando que era só contar algo e mais deixar o meu nome escrito numa mera história e não foi assim. A vida ensina muito a todos nós de muitos modos e demonstro também que das minhas notas na suplência do curso de engenharia mecânica da UFRN, no exato ano de 1981, a minha pior nota foi a da redação.
Também, recordo que errei, não consegui lembrar no exato momento da execução das aplicações de prova, fiquei em dúvida de assuntos que eu tinha amplo conhecimento que era funções matemáticas, fiquei com duvida relacionado a posição da concavidade de uma parábola no desenho gráfico pois teria sinal igual ou o contrario do coeficiente “a” da incógnita da função de primeiro ou segundo grau, para então esbouçarmos o gráfico e executar o conjunto numérico como solução da alternativa. Mas, devia ser mesmo do segundo grau, pois era uma função quadrática, lembrei. E o outro assunto que não consegui fazer nada foi em mudar as vozes verbais na prova redigida de língua portuguesa, um assunto que recordo na minha memoria ainda visto na escola do Circulo Operário, em Pau dos Ferros atualmente em minhas pesquisas Escola José Guedes do Rego, escola que eu só assinava o meu nome por: Martim Afonso de Souza porque tinha nos livros de historia e não queria eu que repudiava o meu próprio nome: Martins Sampaio de Souza. Nome sugerido por uma freira,  que tornou-se também madrinha minha, da maternidade onde nasci, derivado do santo do dia em que nasci que é o dia de São Martinho, mas o tabelião do cartório que era meu padrinho denominou portanto o meu nome próprio de: Martins.
Lembro bem que no segundo semestre de 1979, eu já resolvia tudo de questões do ITA na época, em aplicados conhecimentos de química, física e matemática. Funções, Equações polinomiais, conjuntos numéricos assuntos de trigonometria, o conjunto Real e o do Números Complexos que  aprendi de dois métodos, o exigido no vestibular através de expressões de álgebra e o método lecionado no colégio que foi com colaboração utilizando  uma calculadora e uma tábua de logaritmos para pesquisa decimal de valores numéricos  aproximados de diversos ângulos, tirei nota dez e mesmo sendo permitido em sala de aula a utilização de uma maquina calculadora eu fiz questão em resolver manualmente todas as contas aritméticas e só depois conferir  na calculadora o resultado. Matrizes, determinantes, binômio de Newton, estudo das progressões aritméticas e geométricas tudo isso, eu já resolvia tudo de termologia em física de química orgânica, números quânticos etc... no ano de 1979 e 1980 em que solicitei informações ao sonho de cursar tecnologia no ITA e o saudosos Sargentos da Força Aérea Brasileira, a FAB, na época os senhores  Franscelino e Saudoso senhor Valdecir me trouxeram informações do concurso do ITA, mas pela localização não consegui me inscrever na época nos idos anos de 1979 e 1980 e não me inscrevi também, pois  não tinha me preparado tanto, mas também não daria certo porque tenho fobia a altura temo, pois não ando de avião. Minha paixão militar maior foi pela Marinha do Brasil, ainda comentei numa época quando jovem após uns delírios de tensões emocionais da época da juventude pretendia ingressar na marinha, mas comentaram que eu só iria limpar fezes, de “fossas” etc...
E larguei tudo, esqueci toda minha pretensão acadêmica em seguir a carreira tecnológica para me dedicar duramente ao sonho de infância em um dia ser escritor. Não tenho um vocabulário eficiente, pois estou consciente dos meus erros de ortografia e às vezes de digitação, envolvido pela pressa do cotidiano e falta de pesquisa de expressões corretas do meu idioma da língua portuguesa que afirmo que nada sei de idiomas, nem mesmo correto o nosso próprio falado português.
E uma vez, só telefonei para pesquisar informações de graduação numa instituição privada, pois que seriam para ter exclusivamente acesso para uma “cadeia especial”, mas coisa que não pretendo mais.
Após minha reprovação no primeiro vestibular de janeiro de 1980, fui incentivado pelo cordial amigo Emmanuel Gouveia Costa a praticar remo no Sport Club de Natal, durante o primeiro semestre de 1980 com a finalidade de apenas esconder os ossos da minha juventude, pois eu havia confessado, entregue de bandeja essa confissão ao cordial amigo Roberto Andrade que  minha paixão desde o ano de 1977 que eu tinha era  pela esbelte vizinha, a  Alda Íris que cordialmente me pedia para girar no telhado da casa dela, a antena de televisão que repetia a novela vespertina do “Vale a pena ver de novo” da rede Globo de televisão, a Alda vinha sentava no braço da cadeira de balanço, me pedia e eu cordialmente a atendia solidário em atendê-la.
Reclamei depois, então ao cordial amigo Roberto Andrade, que comentou essa minha confessada ilusão de paixão da minha juventude contado para a Éster, esposa dele, mas na época namorada dele, que com uma imensa língua logo também contou para a Alda Íris, que segundo Roberto havia comentado algo que “eu era muito magro, não tinha nem músculos” e Alda também tinha um namorado que terminaram logo naquela época de fim de ano de 1979.
 E no segundo semestre também incentivado pelo cordial amigo Emmanuel em mudar de cursinho, fui estudar no curso Dinâmico, localizado na época na Rua Felipe Camarão, no centro da cidade alta, para ser lecionado por um bom professor de literatura e língua portuguesa, o saudoso Zé Vieira onde também tive o excelente professor de matemática, o saudoso professor de matemática Evilásio e também outros excelentes profissionais do ensino didático em sala de aula.
Martins Sampaio de Souza (Martinho), Natal, 07 de agosto de 2018.

SE EU FOR PRA MASMORRA


SE EU FOR PRA MASMORRA, 

Olha bem. povinho. Se por causa do meu contra-ataque me autodefendendo de eventuais falsas acusações que não são lábias palavras, mas apenas burocratas palavras nessa guerra que não admito que perco pra ninguém , exceto numa causa roubada como aconteceu num processo jurídico meu de falsas acusações .
Pois bem. Povinho. Se eu for condenado pra masmorra por causa de me autodefender contra falsas acusações, em protesto, eu mesmo pego o meu acessório de martelo de borracha e esfarelo, esmiuçando a minha prótese dentária.
E também. Não sou nenhum fanfarrão não, nem o tal, nem como dizem entre aspas as más línguas: “brabo” que não sou não, nem o “valentão”, oh povinho. Pois não utilizo nem defendo nenhum armamento letal em reação como fundamento de defesa. Minha arma, são meus acessórios de utilização de meros desempenhos cotidiano que também transformei todos em instrumentos de minha heráldica bandeira.
Martins Sampaio  de Souza (Martinho) , Natal, 07 de agosto de 2018.

AGORA EU TRANSFORMO TUDO NUM "CABARÉ".


AGORA EU TRANSFORMO TUDO NUM “CABARÉ”

A minha pretensão na popularização em eventos desportistas de: Enxadrista, de canoagem, ciclismo, basquete, futebol, etc....eventos desportistas, e divulgação da minha dedicação histórica e cotidianamente  empreendedora, todas praticas saudáveis que me deixam eufórico e o povinho pretendia me descontrolar, colocando sempre pimenta no meu tempero. Pois agora afirmo que: só não faço a terceira guerra mundial contra todos e contra esse judiciário corrupto do nosso elefante potiguar porque minha pretensão na unificação global da terra é a melhor idéia que já tive. Portanto, não sejam ninguém contra a autoria minha de Feira de São Martinho / Hemeroteca e Espaço Cultural do Elefante, etc, etc, etc... porque agora eu transformo tudo até num bordel ou com dizem os desbocados,  “num cabaré.”

Martins Sampaio de Souza (Martinho) Natal, 07 de agosto de 2018.