quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MEU CURRICULUM



Não tenho nenhum curriculum de êxito, mas acredito possuir uma harmoniosa trajetória
Martins Sampaio de Souza (Martinho) . Natal, 14/08/2014.

TAMBÉM É NOCIVO



Quem faz “justiça com as próprias mãos”  também é nocivo e está se igualando ao infrator.
Martins Sampaio de Souza (Martinho)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

APENAS BANDIDOS, NEM: "LADRÃO DE GALINHAS" OU DE: "COLARINHO BANCO"



APENAS BANDIDOS, NEM: “ LADRÃO DE GALINHAS” OU DE: “ COLARINHO BRANCO”

De tanto eu repudiar, assuntos de violência nos arredores da vizinhança, também pelos lugares aonde vou ou na mídia quando meu pai sintonizava alguns veículos de comunicação e eu ao perceber certos apresentadores transparecer e incentivar o povo com ira contra os infratores bandidos e eu tomando conhecimento de alguns certos apresentadores se dedicarem com fins eleitoreiros, pois tirando proveito na demagogia da mídia, logo após o êxito de elegidos pela politica, começam também a cometer infrações de corrupção e eu tinha dó de tanto pensar sobre reações de retaliações impiedosas, contra os infratores que finalmente, já estavam sendo castigados. Pois, interpreto que os ditos “ladrões de galinha”, não se distinguem dos “de colarinho branco”, que raramente são punidos, sempre bem requintados com uma esnobação de luxos efêmeros, alguns puxa-sacos como discípulos, sempre simulando ao se demonstrarem “bem sucedidos” em tudo, influentes, etc... com transparentes sentimentos algozes.
Como conclusão, o que quero conceituar é que para ser integro com a razão, é necessário ser unívoco com a moral e também, ética, sensatez, etc... Enfim, amplo na verdade de demonstrar o próprio eu no interior de cada ser.
Nesse aspecto, talvez não modesto ou por ser eu um quase solitário em volta dos blá... blá... blá... das multidões, assim percebo, me sentindo como um “peixe fora d’água” , sempre  eu sendo suspeitado, como culpado pelos erros do mundo, interpreto assim, como observado por uma agrupamento de pessoas que se demonstra “VIP” , não sendo essa tal gente, nada mais, do que especuladores, tramando devorar uns aos outros, como sendo a única forma de manter a tal fama de perpetuar uma situação de conforto social próprio, sem o mínimo esforço e  na maioria alheios ao suor cotidiano do labor de uma maioria na população composta pela sociedade humana.
Por outro lado, apontando de outro ângulo outros assuntos que gostaria de ser eficiente, ao expressar o meu desapontamento social e popular eu queria mencionar de modo conciso sem nenhum espanto, comparar, nem querer ser interpretado como defensor dos “crimes dos mensaleiros” a semelhança com a dos crimes da inexistência no comércio pelo raro valor do troco de: R $ 0,01 (Um centavo), ausente e desprezado pelo varejista e o consumidor, na  quase maioria dos estabelecimentos do nosso país, como sendo ainda mais absurdo, até mesmo do que os rombos milionários. Pois, se valorizássemos as pequenas causas, talvez fossemos mais precavidos e mais intolerantes, não permitindo ficar desapercebido, com os rombos milionários tão comuns na esfera das lideranças na escolha eleitoreira de uma população subdesenvolvida e que só após uma divulgação pública acredita-se que combaterá a grande balela que impera no habitat de um erário qualquer das nações que povoam o nosso globo terrestre.

(Martins Sampaio de Souza. Natal, 11/08/2014. 12:03 horas.)

 


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

SEM TEMER O PERIGO, MAS APENAS MAIS ATENTO



SEM TEMER O PERIGO, MAS APENAS MAIS ATENTO  

Não temo a maldade alheia, mas também: aprendi a ficar mais desconfiado, para não ser surpreendido, embora não possa eu evitar o perigo sendo vulnerável.
Durante essa semana, quase sem poder me dedicar se quer, em abrir o Espaço Cultural, por ter que ainda ajudar nos cuidados com minha mãe, sofrendo de Alzheimer e o  meu idoso, embora mais lúcido pai que passou mal, com um lapso na memória, vômitos, no dia do aniversário de 92 anos de idade, anteontem dia 06/08  , indo em consequência para um atendimento hospitalar e só regressando por volta das 21 entre 22 horas e ontem passado mal e caído no banheiro, tendo eu que parar tudo e fechar o Espaço Cultural para prestar uma assistência que hoje: (08/08), graças a Deus , após uma medicação para labirintite, conseguir ficar mais saudável e assim, eu consegui um alivio, para ao menos reabrir o Espaço Cultural e  na ausência de clientes de jornais e revistas logo me aparecem os importunos.
Solitário na Banca/Hemeroteca/ Espaço Cultural/Feira... tornou-se mais raro eu vender alguma publicação e ficar atento ao  grande aparecimento de pedintes com mais rara necessidade e sem disposição para quem possa remunerar uma mera tarefa sendo então, numa  grande maioria uns insistentes, que jamais querem sair de mãos vazias e então começam pedindo “fogo para acender  o cigarro”, que trazem na caminhada onde agora, suspeito ser sondando o lugar  e na minha indisponibilidade ao dizer que: - não tem e em vão a dizer  que só há revistas, logo me vem uma sequencia de pedidos por revistas, jornais, camisetas, dinheiro; etc...
E inutilmente eu tentando dizer: que não posso, me disse um tal, pedinte hoje “cruz, credo” e desconfiado para não ser surpreendido, pois eu no determinado momento estava escrevendo um E-mail, comentando sobre um artigo, que eu havia lido num jornal e portanto apreciado, postando eu um elogio ao autor .
E então, estava o computador, quando eu escrevia, na parte interna do Espaço Cultural, mas suspendi minha tarefa e fiquei atento ao tal “pedinte” , que após se retirar fiquei observando ele que sem perceber que eu o estava espiando, catava uma defecação de cachorro manipulado com uns cacos e me parecia mais uma ira de bruxaria ou planejando alguma impiedosa retaliação.
Ao me ver, então  a observá-lo , resmungou algo e foi pra outra calçada e por precaução resolvi cerrar as portas após retirar alguns versos que eu havia exposto no chão da calçada e baixado a porta, para em breve poder abrir outra vez assim que eu pudesse e também com a retirada do cujo.
Com uma dispor mais ameno, resolvi colocar o computador, para utilizá-lo na calçada para escrever , entre outras tarefas, embora não possa eu evitar a vulnerabilidade, ante qualquer ameaça de bandidos.
Pois, após eu ter sido já vítima de bandidos, sendo coagido e tendo o lar invadido e ainda surgido um documentação fraudada por bandidos utilizando o meu nome e também, por perder a credibilidade na justiça, após acioná-la e em determinada situação me ter sido desfavorável, então fico sem confiar em mais ninguém, nem mesmo numa “justiça” que: mata e rouba em “nome da lei” e só não faço justiça com minhas próprias mãos, porque eu estaria me igualando a esses canalhas e também minha crença em Deus é maior que essa maldade humana, mas também não me silenciarei. Só, se mesmo meu sangue vermelho for derramado por esses ditos de “sangue azul” que podem ser graduados até, em: Oxford. Mas, não temerei e estarei mais atento para não ser surpreendido.

Martins Sampaio de Souza. Natal, 08/08/2014.




sábado, 2 de agosto de 2014

ACIONANDO A JUSTIÇA EM VÃO



Acionando a Justiça em vão

Magoado e desapontado, porque me senti prejudicado pela justiça do RN , onde uma documentação falsa teve mais mérito do que minha documentação original. E portanto se vier qualquer cobrança judicial bater na minha porta, então procurarei uma Instituição moralizadora nesse país para entregar também toda minha documentação autentica a qual foi postergada no julgamento do processo.

Ante a situação, da violência, impunidade e os abusos dessa incompetência, acrescento o absurdo:

Tão logo eu puder, comprarei um ataúde roxo e do mais barato para mim que fui e sou vítima desse bando de canalha.
E ainda, ante qualquer ameaça de confisco, que então chame a incompetente polícia do ITEP/RN , tão igual aos bandidos que nos coagiram  e invadiram o nosso lar, em 2010, pois me recusarei a entregar qualquer bem do acervo de minha histórica autoria e irei preso por desacatar essa justiça corrupta e então me entregarei apenas de cueca como recusa e lamento de toda situação absurda em complô de banco BMG , com documentação falsa e do sofisma nas lábias palavras da representação jurídica: MARINA BASTOS PORCIÚNCULA BENGHI.


Grato por qualquer atenção:

Martins Sampaio de Souza.