terça-feira, 1 de julho de 2014

FOTO PARCIAL DOS OUTDOORS


A MURALHA CAINDO DO MEU LADO



A MURALHA CAINDO DO MEU LADO

Fraudaram um empréstimo com um documento falso em meu nome, tentei resolver de modo jurídico e fui acusado de: “ensejar indenização” e “querer ludibriar a justiça” , de que: “tinha sido legítimo, lícito” , pois o perito favoreceu os estelionatários e infratores com infames  acusações também de: “aventureiro jurídico” e ante a situação, lembro terem esquecido a justiça das nobres citações de Platão, que:  “ Não deveríamos homenagear mais os homens  que a verdade”  me deixando vulnerável, onde fica a muralha caindo do meu lado, com qualquer pessoa que cometa infração e apresentando uma documentação falsa com o meu nome, a justiça então me responsabilizará e me condenará, mesmo eu tendo um acervo de obras de minha autoria e também, documentação autêntica com as instituições que mantenho vínculo para comprovar a genuinidade dos fatos.
Fico sem mais saber como cumprir uma função nobre, sendo censurado, mesmo ciente de me manter legal no cumprimento social presidido pelos próprios órgãos públicos onde ocorreu o favorecimento a lábias palavras manchando o labor histórico e cronológico de todos os meus passos.

Martins Sampaio de Souza. Natal, 24 de junho de 2014.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Existe uma tal de "rainha dos baixinhos"



Existe uma tal de “rainha dos baixinhos” que começou a carreira como: atriz pornô, pedófila e kenga do Pelé.
MARtin(s)(ho).

terça-feira, 10 de junho de 2014

O BOM DE UMA ARMA, É NUNCA NECESITAR USAR



O BOM DE UMA ARMA, É NUNCA NECESITAR USAR

Quem confia em arma, e na impunidade social, é gente mal intencionada...  não espera sobreviver sob a presença de Deus, que está aqui, ali e em toda parte... No céu, no mar, no inferno, ou na própria terra...
No silêncio com a fé em Deus, superamos a dor da angústia. É uma questão de consciência.

Inferno, tem um exprimir no sentido mitológico. Quero evidenciar que Deus está presente na nossa angústia.
Martinho.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

NADA POSSO TER



NADA POSSO TER

Não posso ter nada, porque o pouco que tenho, porque aprecio, as pessoas me importunam perguntando se vendo ou quando empresto nunca me devolvem e perco, embora quase tudo o que tenho feito, eu tenho cedido cordialmente, mas tenho sido feito de tolo por alguns.
Martin(s)ho).