terça-feira, 21 de abril de 2020

BURROCRACIA EM VEZ DE BUROCRACIA NO NOSSO JUDICIÁRIO



BURROCRACIA EM VEZ DE BUROCRACIA NO NOSSO JUDICIÁRIO

Algumas pessoas comentaram pra mim que eu poderia ”ser preso” porque falei a verdade que a tal “advogada Marina Bastos, é uma ladra, mais indigna que uma prostituta e a magistrada corrupta que julgou o respectivo processo judicial o qual fui roubado e até hoje prejudicado por falsas acusações do cabaré do ITEP/RN merecia está ao lado do ex juiz Francisco Pereira de Lacerda, Lalau e o juiz Flávio Roberto de Souza
Convivo em harmonia com a polícia que mantém ética, a qual defendo utilização de armamento, apenas durante combate ao crime, mas não maus policiais como os do ITEP/RN e se por um eventual acaso, vierem “me prender” injustamente para atender as solicitações de hierarquia do nosso judiciário covarde e eu com a consciência em paz, não sendo nenhum infrator, apenas prejudicado pelos maus funcionários públicos que há quase dez anos não resolvem esse assunto burocrático, apresentado em documentação falsa e sem a mínima ética nunca até ainda atualmente resolveram, assunto que qualquer pessoa sensata e de caráter percebe e se vierem então me “prender” para cumprirem o hierárquico dever, eu solicito que prefiro ser fuzilado do que ter meu sangue derramado ao lado de malfeitores. Os jornalistas da mídia impressa TN Tribuna do Norte e InterTVCabugi, exceto a TVU por ser mais assunto educativo e portanto os que comuniquei esse fato, através de e-mail ou por telefone ou presencial, são tudo frouxos, pois justificaram motivos em vão, pois são todos de incompetência dessa nossa mídia regional, apenas a TV Ponta Negra ou outro canal que tenha programação policial, seria mais acessível divulgar, mas é que repudio sensacionalismo.
As injustiças sociais no nosso país são tantas, que eu que fui assaltado, furtado, falsas acusações também sofri e se eu tivesse morrido como vítima de latrocínio, teria sofrido muito menos. Porque nesse país, a tal justiça e suas Leis apenas existem, mas, apenas para beneficiar os que se acham “ricos”, “Narcisistas” ou para quem exerce um cargo mais elevado, ou algum sabujo de puxa-saco, no sentido popular. Enquanto a classe popular com nosso sofrimento toleramos tudo e sendo acusados de  modo marginalizado, enquanto os verdadeiros fora da lei estão exercendo poder sobre os mais vulneráveis.
Nunca fui de mentir, mas aprendi e conclui que é saudável, às vezes mentir para me esquivar e sobreviver para não ser mais ludibriado.
Ante tanta atitude desumana, me dizem então que “posso ser Preso” como também foi citado no Mandato de Intimação Policial” se por um eventual acaso, eu não comparecesse a Delegacia do inquérito policial enviado pelo Promotor, após minha Denúncia sido em vão, a qual não resolveram nada arquivaram todo o Processo, comuniquei ao Advogado da Defensoria Criminal, que havia se oferecido pra me defender, nada fez, não atende nenhuma vez quando o telefono e os e-mail que envio, retornam todos, num imenso e tamanho descaso público. Também, não vou mais procurá-lo na Defensoria Criminal.
Não telefonarei mais para a PF Polícia Federal porque disseram que era na “Polícia Civil,” então irei assim quando puder, pessoalmente fazer minhas denúncias a um Delegado da Polícia federal ou se não for possível, tentar através de um agendamento.
E então, me dizem que por acaso, a tal polícia do estado pode me “prender” então, por eu narrar demonstrando todo mau que o judiciário covarde me fez, mas nunca prendeu, cito assuntos que tomei conhecimento quando nosso comercio varejista com nosso saudoso patriarca no atendimento, ingênuo manobrado por cachaceiros, suportava todas humilhações, embora como sertanejo rude, o sofrimento em conviver atendendo a bêbados tremia tanto as garrafas faziam barulho no tremor de suas mãos, amenizava o tremor com óleo de gergelim, comprado na feira no bairro do Alecrim. Os amigos verdadeiros eram poucos, a maioria já havia morrido, estavam nos altos celestiais. Os falsos  amigos  o incentivavam a hostilizar pessoas modestas, eu observava tudo em silencio consciente do caráter de todos.
O pior cachaceiro era um mau militar de elevado cargo da Força Aérea Brasileira (F A B), que tinha sempre como capanga um vigia, e outro companheiro, motorista e sabujo  de elevados cargos do judiciário,  ambos hostis, invejosos, vinha sempre com o propósito de difamar, nosso pequeno comércio varejista, que em épocas de muitos anos atrás, era imensamente um farto mini-mercado, o que atualmente, denominam de “conveniência”, mas ingenuamente através de ter sido manobrado por cachaceiros, o transformaram num bar, restando com pequenos produtos de mercearia e vinham de casa esse mau militar que nunca se acostumou com o cargo elevado, só foi promovido para um mais alto cargo, o de major após ir para reserva se não passaria a vida inteira na mesma função.
Pois bem. Acontecia algumas vezes eventualmente por falta de cautela quando mantinham um jogo de dominó que contribuiu muito para nosso patriarca manter a mente ativa, mas eu era profundamente contra porque havia uma aposta no valor de R$ 010 (dez) centavos e nos difamavam, pendurou as chuteiras e se ausentou definitivamente, após nossa mãe ficar acometida de Alzheimer. A única pessoa que ficou vindo jogar com ele, foi o nosso cordial amigo pernambucano,  do município de Paulista, o Marcos Barbosa, que os falsos amigos que não respeitavam nosso pai, o incentivavam com o modo ingênuo e que Deus o perdoe nosso pai por injustamente, indo na onda dessa gente medíocre o maltratava, enquanto Marcos jamais demonstrou discórdias. Era apaziguado e um andarilho por diversos bairros, lugares, turismos, estádios de futebol, etc... Sempre me fazia o favor durante as suas idas ao bairro do Alecrim comprava umas bandeirinhas de festas juninas ou sacos de embalagem plástica e eu os pagava os custos da compra, evidente e democraticamente de acordo quando eu pudesse.
E enquanto Marcos morava no condomínio Vila Morena, aqui em Candelária, pois o filho comprou um apartamento  de arquitetura mais moderna e qualificado, que vinha durante as tardes jogar com nosso saudoso patriarca e como não havia mais apostas eu, Marcos, Nosso Patriarca e Gabriel, bisneto, ás vezes jogávamos para exercitar a mente dele.  Anteriormente a isso tudo, numa tarde, quando vinham outros participantes para jogar na garagem, observei um deles que se achava o tal, humilhar nosso pai comparando de modo esnobe “que nosso pai fazia isso com ele, o Marcos, comigo não.” E arremessando o dominó e as moedas das apostas. Esse sujeito durante uma época, resolvia os assuntos burocráticos de contador, solicitamos dar baixa, ele afirmou ter resolvido, mas segundo informações que dialogava com pessoas mais amistosa que pesquisavam na internet, me afirmavam está continuando como ativa. Tentei resolver o assunto no SEBRAE que me orientou procurar a Secretaria de Tributação Fiscal do Estado localizada na época na avenida  Capitão Mor Gouveia que sugeriram ir na receita Federal e durante o atendimento, afirmaram que seria através de um Contador. Então, contratei um homem de minha confiança, da vizinhança que elaborou procuração e negociou minha dívida com a Receita Federal na época no valor de R$ 500,00, papai sem nenhum conhecimento burocrático nem jurídico informou ao tal sujeito, que ele e segundo o Seu Zadig eu fosse na má sugestão do tal sujeito e não pagasse, enquanto eu dava graças a Deus a Receita Federal ter aceito a proposta de Humberto, o Contador da negociação da dívida num valor que com a bênção de Deus, pude pagar.
Como tinha começado a contar, às vezes involuntariamente, esse assunto já aconteceu com todos que jogavam o dominó no nosso boteco, denominavam de “porco”, quando involuntariamente ou não aplicavam uma jogada errada. Pois bem. Então, um certo dia nosso pobre saudoso pai cometeu uma jogada errada tipo essa que narrei em volta do mau militar com idade pra ser filho de nosso pai, começou a desrespeitá-lo, berrar, gritar, hostilizar, humilhar, pois se achava que era o tal e passou um longo tempo sem andar no nosso boteco, após algum tempo começou a ficar puxando conversas botando banca e nosso ingênuo saudoso pai oferecendo cadeira e após sucessivas vezes retornou a freqüentar. Noutros textos, já citei que quando eu ficava no atendimento, baixava as portas e ele logo se retirava e comentava com a imensa má língua “que o expulsava” . Ouvi tudo em silêncio, pois ele tem um irmão que já cometeu assassinato, nunca foi preso porque a tal “Lei” não existe, costumava dizer pilhéria, entre as quais debochando que o irmão assassino “dizia, que o difícil era matar o primeiro”.
Uma vez, propositalmente disse a ele que não faria entrega de água mineral aos Domingos. Lamento por ter vindo outras pessoas comprar e disse o mesmo e só me desculpei ao Senhor Justus através de uma carta muito mal elaborada dando uma verdadeira justificativa do assunto que deixei entregue na casa dele a um dos filhos ou a empregada, não me recordo. Depois uma vez quando nos vimos ele nobremente e educadamente comentou tê-la recebido. Enquanto eu casa a dentro, ouvia silenciosamente, o desrespeito, os gritos e hostilidades me chamando “de safado” resmungando com nosso pai, o sujeito tacanho que sempre pensava ser o tal e quando raramente o vejo apenas há uma breve cumprimento de saudação  bom dia , boa tarde ou boa noite e tchau, se ele por acaso com um imenso orgulho de futilidades, não mudar o itinerário. Eu tolerava as hostilidades dele tudo em silêncio, mas não era por covardia não, era pra me esquivar da má conduta dele como ébrio. Sem está alcoolizado, é uma pessoa tolerante, apesar dos pesares. Mas, harmoniosamente, é inadmissível a pessoa ser uma coisa quando sóbrio e outra totalmente diferente como ébrio, em alguns casos, utilizado como justificativa pra atitudes desumanas.
Seu Justus tem um filho, o mais velho que partiu quase criança, daqui de Natal, para Escola Militar no sudeste, não me recordo aonde exatamente, pois também acontece muitas eventuais transferências. A última vez que vi a mãe dele, a Dona Teresa que foram morar em apartamento há tempos, perguntei sobre o cordial Judson, o qual havia afirmado ser naquele momento: Tenente Coronel do Exército, atualmente ou Coronel ou até General, porque não, se educado de família nobre de caráter, um verdadeiro homem de consagrada dignidade humana, isso não é bajulação, mas percepção de mérito e êxito, bem sucedido com a bênção de Deus, pois sei que no dia em que se por acaso nos revermos, ele manterá modéstia e a mesma educação de saudação, após durante muitos anos sem nos vermos. Ele não haverá me esquecido, apesar dos poucos e breves contatos cordiais quando era da nossa vizinhança em volta.
Pois bem. Eu que não matei, não roubei, tive a documentação fraudada e ainda sofri falsas acusações, não cometi infração nenhuma, um cordial senhor amigo nosso diz que posso “ser preso” Mas, eu demonstro a todos que tomei conhecimento no nosso boteco de que o irmão de um coronel da Reserva da Policia Militar, conterrâneo nosso, cometeu assassinato no sertão, não foi nem jamais preso e julgado conforme citado, absorvido por unanimidade e ouvi dizer que ”é muito respeitado”, mas sinceramente o que há na verdade, é medo, porque convivemos em ampla vulnerabilidade, em que a tal “justiça” não há, senão num papel, através de um jargão jurídico que quanto mais elaborado de difícil expressão, exigindo um vocabulário necessitado de imensas pesquisas para se entender e interpretar alguma coisa injustificável, mais absurdo se torna a Sentença Jurídica.  É tanta injustiça social que apesar da imensa dimensão continental do nosso Brasil, e analfabetismo dos componentes maus funcionários do nosso judiciário regional, deveríamos escrevê-lo todo com letras minúsculas tendo uma imensa satisfação algoz, mas que Deus tenha compaixão e nos proteja cada vez mais, pois as decisões políticas são apenas em prol de si mesmo.
Martins Sampaio – Natal, 09/07/2019; 12;46 horas.



BURROCRACIA EM VEZ DE BUROCRACIA NO NOSSO JUDICIÁRIO



BURROCRACIA EM VEZ DE BUROCRACIA NO NOSSO JUDICIÁRIO

Algumas pessoas comentaram pra mim que eu poderia ”ser preso” porque falei a verdade que a tal “advogada Marina Bastos, é uma ladra, mais indigna que uma prostituta e a magistrada corrupta que julgou o respectivo processo judicial o qual fui roubado e até hoje prejudicado por falsas acusações do cabaré do ITEP/RN merecia está ao lado do ex juiz Francisco Pereira de Lacerda, Lalau e o juiz Flávio Roberto de Souza
Convivo em harmonia com a polícia que mantém ética, a qual defendo utilização de armamento, apenas durante combate ao crime, mas não maus policiais como os do ITEP/RN e se por um eventual acaso, vierem “me prender” injustamente para atender as solicitações de hierarquia do nosso judiciário covarde e eu com a consciência em paz, não sendo nenhum infrator, apenas prejudicado pelos maus funcionários públicos que há quase dez anos não resolvem esse assunto burocrático, apresentado em documentação falsa e sem a mínima ética nunca até ainda atualmente resolveram, assunto que qualquer pessoa sensata e de caráter percebe e se vierem então me “prender” para cumprirem o hierárquico dever, eu solicito que prefiro ser fuzilado do que ter meu sangue derramado ao lado de malfeitores. Os jornalistas da mídia impressa TN Tribuna do Norte e InterTVCabugi, exceto a TVU por ser mais assunto educativo e portanto os que comuniquei esse fato, através de e-mail ou por telefone ou presencial, são tudo frouxos, pois justificaram motivos em vão, pois são todos de incompetência dessa nossa mídia regional, apenas a TV Ponta Negra ou outro canal que tenha programação policial, seria mais acessível divulgar, mas é que repudio sensacionalismo.
As injustiças sociais no nosso país são tantas, que eu que fui assaltado, furtado, falsas acusações também sofri e se eu tivesse morrido como vítima de latrocínio, teria sofrido muito menos. Porque nesse país, a tal justiça e suas Leis apenas existem, mas, apenas para beneficiar os que se acham “ricos”, “Narcisistas” ou para quem exerce um cargo mais elevado, ou algum sabujo de puxa-saco, no sentido popular. Enquanto a classe popular com nosso sofrimento toleramos tudo e sendo acusados de  modo marginalizado, enquanto os verdadeiros fora da lei estão exercendo poder sobre os mais vulneráveis.
Nunca fui de mentir, mas aprendi e conclui que é saudável, às vezes mentir para me esquivar e sobreviver para não ser mais ludibriado.
Ante tanta atitude desumana, me dizem então que “posso ser Preso” como também foi citado no Mandato de Intimação Policial” se por um eventual acaso, eu não comparecesse a Delegacia do inquérito policial enviado pelo Promotor, após minha Denúncia sido em vão, a qual não resolveram nada arquivaram todo o Processo, comuniquei ao Advogado da Defensoria Criminal, que havia se oferecido pra me defender, nada fez, não atende nenhuma vez quando o telefono e os e-mail que envio, retornam todos, num imenso e tamanho descaso público. Também, não vou mais procurá-lo na Defensoria Criminal.
Não telefonarei mais para a PF Polícia Federal porque disseram que era na “Polícia Civil,” então irei assim quando puder, pessoalmente fazer minhas denúncias a um Delegado da Polícia federal ou se não for possível, tentar através de um agendamento.
E então, me dizem que por acaso, a tal polícia do estado pode me “prender” então, por eu narrar demonstrando todo mau que o judiciário covarde me fez, mas nunca prendeu, cito assuntos que tomei conhecimento quando nosso comercio varejista com nosso saudoso patriarca no atendimento, ingênuo manobrado por cachaceiros, suportava todas humilhações, embora como sertanejo rude, o sofrimento em conviver atendendo a bêbados tremia tanto as garrafas faziam barulho no tremor de suas mãos, amenizava o tremor de modo paliativo, com óleo de gergelim, comprado na feira no bairro do Alecrim. Os amigos verdadeiros eram poucos, a maioria já havia morrido, estavam nos altos celestiais. Os falsos  amigos  o incentivavam a hostilizar pessoas modestas, eu observava tudo em silencio consciente do caráter de todos.
O pior cachaceiro era um mau militar de elevado cargo da Força Aérea Brasileira (F A B), que tinha sempre como capanga um vigia, e outro companheiro, motorista e sabujo  de elevados cargos do judiciário,  ambos hostis, invejosos, vinha sempre com o propósito de difamar, nosso pequeno comércio varejista, que em épocas de muitos anos atrás, era imensamente um farto mini-mercado, o que atualmente, denominam de “conveniência”, mas ingenuamente através de ter sido manobrado por cachaceiros, o transformaram num bar, restando com pequenos produtos de mercearia e vinham de casa esse mau militar que nunca se acostumou com o cargo elevado, só foi promovido para um mais alto cargo, o de major após ir para reserva se não passaria a vida inteira na mesma função.
Pois bem. Acontecia algumas vezes eventualmente por falta de cautela quando mantinham um jogo de dominó que contribuiu muito para nosso patriarca manter a mente ativa, mas eu era profundamente contra porque havia uma aposta no valor de R$ 0,10 (dez) centavos e nos difamavam, pendurou as chuteiras e se ausentou definitivamente, após nossa mãe ficar acometida de Alzheimer. A única pessoa que ficou vindo jogar com ele, foi o nosso cordial amigo pernambucano,  do município de Paulista, o Marcos Barbosa, que os falsos amigos que não respeitavam nosso pai, o incentivavam com o modo ingênuo e que Deus o perdoe nosso pai por injustamente, indo na onda dessa gente medíocre o maltratava, enquanto Marcos jamais demonstrou discórdias. Era apaziguado e um andarilho por diversos bairros, lugares, turismos, estádios de futebol, etc... Sempre me fazia o favor durante as suas idas ao bairro do Alecrim comprava umas bandeirinhas de festas juninas ou sacos de embalagem plástica e eu os pagava os custos da compra, evidente e democraticamente de acordo quando eu pudesse.
E enquanto Marcos morava no condomínio Vila Morena, aqui em Candelária, pois o filho comprou um apartamento  de arquitetura mais moderna e qualificado, que vinha durante as tardes jogar com nosso saudoso patriarca e como não havia mais apostas eu, Marcos, Nosso Patriarca e Gabriel, bisneto, ás vezes jogávamos para exercitar a mente dele.  Anteriormente a isso tudo, numa tarde, quando vinham outros participantes para jogar na garagem, observei um deles que se achava o tal, humilhar nosso pai comparando de modo esnobe “que nosso pai fazia isso com ele, o Marcos, comigo não.” E arremessando o dominó e as moedas das apostas. Esse sujeito durante uma época, resolvia os assuntos burocráticos de contador, solicitamos dar baixa, ele afirmou ter resolvido, mas segundo informações que dialogava com pessoas mais amistosa que pesquisavam na internet, me afirmavam está continuando como ativa. Tentei resolver o assunto no SEBRAE que me orientou procurar a Secretaria de Tributação Fiscal do Estado localizada na época na avenida  Capitão Mor Gouveia que sugeriram ir na receita Federal e durante o atendimento, afirmaram que seria através de um Contador. Então, contratei um homem de minha confiança, da vizinhança que elaborou procuração e negociou minha dívida com a Receita Federal na época no valor de R$ 500,00, papai sem nenhum conhecimento burocrático nem jurídico informou ao tal sujeito, que ele e segundo o Seu Zadig eu fosse na má sugestão do tal sujeito e não pagasse, enquanto eu dava graças a Deus a Receita Federal ter aceito a proposta de Humberto, o Contador da negociação da dívida num valor que com a bênção de Deus, pude pagar.
Como tinha começado a contar, às vezes involuntariamente, esse assunto já aconteceu com todos que jogavam o dominó no nosso boteco, denominavam de “porco”, quando involuntariamente ou não aplicavam uma jogada errada. Pois bem. Então, um certo dia nosso pobre saudoso pai cometeu uma jogada errada tipo essa que narrei em volta do mau militar com idade pra ser filho de nosso pai, começou a desrespeitá-lo, berrar, gritar, hostilizar, humilhar, pois se achava que era o tal e passou um longo tempo sem andar no nosso boteco, após algum tempo começou a ficar puxando conversas botando banca e nosso ingênuo saudoso pai oferecendo cadeira e após sucessivas vezes retornou a freqüentar. Noutros textos, já citei que quando eu ficava no atendimento, baixava as portas e ele logo se retirava e comentava com a imensa má língua “que o expulsava” . Ouvi tudo em silêncio, pois ele tem um irmão que já cometeu assassinato, nunca foi preso porque a tal “Lei” não existe, costumava dizer pilhéria, entre as quais debochando que o irmão assassino “dizia, que o difícil era matar o primeiro”.
Uma vez, propositalmente disse a ele que não faria entrega de água mineral aos Domingos. Lamento por ter vindo outras pessoas comprar e disse o mesmo e só me desculpei ao Senhor Justus através de uma carta muito mal elaborada dando uma verdadeira justificativa do assunto que deixei entregue na casa dele a um dos filhos ou a empregada, não me recordo. Depois uma vez quando nos vimos ele nobremente e educadamente comentou tê-la recebido. Enquanto eu casa a dentro, ouvia silenciosamente, o desrespeito, os gritos e hostilidades me chamando “de safado” resmungando com nosso pai, o sujeito tacanho que sempre pensava ser o tal e quando raramente o vejo apenas há uma breve cumprimento de saudação  bom dia , boa tarde ou boa noite e tchau, se ele por acaso com um imenso orgulho de futilidades, não mudar o itinerário. Eu tolerava as hostilidades dele tudo em silêncio, mas não era por covardia não, era pra me esquivar da má conduta dele como ébrio. Sem está alcoolizado, é uma pessoa tolerante, apesar dos pesares. Mas, harmoniosamente, é inadmissível a pessoa ser uma coisa quando sóbrio e outra totalmente diferente como ébrio, em alguns casos, utilizado como justificativa pra atitudes desumanas.
Seu Justus tem um filho, o mais velho que partiu quase criança, daqui de Natal, para Escola Militar no sudeste, não me recordo aonde exatamente, pois também acontece muitas eventuais transferências. A última vez que vi a mãe dele, a Dona Teresa que foram morar em apartamento há tempos, perguntei sobre o cordial Judson, o qual havia afirmado ser naquele momento: Tenente Coronel do Exército, atualmente ou Coronel ou até General, porque não, se educado de família nobre de caráter, um verdadeiro homem de consagrada dignidade humana, isso não é bajulação, mas percepção de mérito e êxito, bem sucedido com a bênção de Deus, pois sei que no dia em que se por acaso nos revermos, ele manterá modéstia e a mesma educação de saudação, após durante muitos anos sem nos vermos. Ele não haverá me esquecido, apesar dos poucos e breves contatos cordiais quando era da nossa vizinhança em volta.
Pois bem. Eu que não matei, não roubei, tive a documentação fraudada e ainda sofri falsas acusações, não cometi infração nenhuma, um cordial senhor amigo nosso diz que posso “ser preso” Mas, eu demonstro a todos que tomei conhecimento no nosso boteco de que o irmão de um coronel da Reserva da Policia Militar, conterrâneo nosso, cometeu assassinato no sertão, não foi nem jamais preso e julgado conforme citado, absorvido por unanimidade e ouvi dizer que ”é muito respeitado”, mas sinceramente o que há na verdade, é medo, porque convivemos em ampla vulnerabilidade, em que a tal “justiça” não há, senão num papel, através de um jargão jurídico que quanto mais elaborado de difícil expressão, exigindo um vocabulário necessitado de imensas pesquisas para se entender e interpretar alguma coisa injustificável, mais absurdo se torna a Sentença Jurídica.  É tanta injustiça social que apesar da imensa dimensão continental do nosso Brasil, e analfabetismo dos componentes maus funcionários do nosso judiciário regional, deveríamos escrevê-lo todo com letras minúsculas tendo uma imensa satisfação algoz, mas que Deus tenha compaixão e nos proteja cada vez mais, pois as decisões políticas são apenas em prol de si mesmo.
Martins Sampaio – Natal, 09/07/2019; 12;46 horas.



QUANTA DEMORA MEU DEUS PARA DEMONSTRAR UMA MERA FALSA ACUSAÇÃO


QUANTA DEMORA MEU DEUS PARA DEMONSTRAR UMA MERA FALSA ACUSAÇÃO

Sou muito grato a Deus, por ter me dado uma segunda chance, durante a maior agonia que tive na minha vida, quando ainda jovem com vinte anos de idade, tentado o suicídio através de colocar os dedos numa tomada elétrica, sofrendo uma elevada descarga elétrica que milagrosamente, sobrevivi após ter sentido o mundo desabar sobre minha cabeça, situação que como costumo dizer, não desejo nem pro meu pior inimigo, pois já havia largado toda didática de assuntos de educação, envolvido inocentemente sem conscientização sazonada, por sonhos de êxito com efêmeros assuntos de beleza envolvido com beldades mantendo fúteis e absurdos conceitos em nossas atitudes de dignidade humana.
Com a exaustada começo de noite fui dormir muito cedo, acordando por volta das zero hora, acessando um pouco o computador e ligando a televisão, entre as 4:30 horas para ouvir o programa jornalístico da rede globo , O Hora Um, mas indo dar uns cochilos e ouvi apenas o áudio de uma notícia narrando na televisão, sobre um brasileiro que havia sido libertado, após sido mantido preso , durante 39 dias , não tenho convicção do tempo exato, pelo consagrado Ministério Público de Portugal, o qual parabenizo, por em tempo breve, comprovar uma falsa acusação de “tráfico internacional de drogas” de modo eficiente.
E aqui nessas breves palavras e eu que levei ao conhecimento do Ministério Público Estadual, uma falsa acusação a qual fui vítima de um falso RG falso prejudicado, envolvendo o meu nome em fraudes, não teve a mínima qualificação de êxito, sido então, direcionando pra inquérito policial, o qual segundo solicitei informações, por telefone sobre o assunto, terem afirmado de sido “arquivado”, sendo portanto pra concluir ser em vão comparar uma notícia acontecida no primeiro mundo com o nosso incompetente terceiro mundo. Lembrando quanta imensa transparência de um mero RG numa cópia Xerox, evidentemente ser percebido por qualquer pessoa que analisar mantendo conscientização de caráter.
Mas, quando puder, levarei esse assunto fraudulento, que de modo prejudicado acusam um tal RG falso, ter “sido de minha autoria” comentar a um cordial amigo meu funcionário dos Correios, eis  assessor de comunicação para levar ao conhecimento dos correios sobre o sistema deficiente da emissão de RG e que recentemente houve um acordo com o estado, para também ser emitido através dos Correios e também, eu já havia comentado em vão, apenas durante um eventual comentário, tentar talvez através de uma audiência com o superintendente dos Correios, para obter caminhão baú, para transportar nosso acervo com cenário contendo outdoors de 20 metros quadrado e um de aproximadamente 3 x 1 m,  banners, caiaques, bicicleta, dois caiaques, xadrez gigante de 1,75 metros quadrado de tabuleiro, bandeiras, livros, ferramentas, cabines de madeira para crianlças brincarem, catálogos de camisetas gabinetes de PC de computador, notebook, etc... mas ele afirmou a situação decadente de indisponibilidade.
Esses maus funcionários públicos mereciam um ataque devastador, através de granadas por suicidas como acontece no primeiro mundo, embora lamentavelmente, por lá envolva inocentes o que não é aqui no nosso país, lotado de maus funcionários, desqualificados, arrogantes e com elevada remuneração, paga em dia, enquanto a classe social mais popular não tendo acesso de remuneração desse modo, recebendo com atraso sem a mínima condição de lutar pela própria dignidade, ante uma inflação elevada e de modo vulnerável nada poder ser feito.
Preciso lutar muito, pois tenho meus sobrinhos e sobrinhos Netos, que preciso educar, colaborar como puder, lembrando minha sobrinha Neta Marianne de sete anos de idade que devido nossa situação econômica atual, sempre estudou em Escola Pública, pretendo sonho ela ser uma futura enxadrista feminina do nível da Húngara bem sucedida como exemplifico a Susan Polgár e parabenizando meu sobrinho Neto Lucas que durante a saudosa despedida do nosso patriarca nos abraçamos, embora tenha sido aluno do Colégio salesiano Dom Bosco, segundo me informou tem uma namorada há tempos e embora não tenha sido aprovado no curso de Direito da UFRN que foi o curso mais concorrido como também o de medicina, nossa família havia difamado muito a atual UFRN na época da campanha eleitoral, que havia assuntos obscenos e de qualquer modo, ele iria cursar na UNP, mas nos jornais, as fotografias e o vocabulário dos estudantes aprovados pela UFRN eram tudo gente nobre, digna de elevada educação. Eu com minha experiência, preferia muito mais, ele fazer um cursinho e seguir minhas instruções e pesquisas em primordiais livros do assunto básico que me restam e de alguns que não me devolveram, conseguido, após aquisição de alguns comprado usado por está fora do mercado de livrarias, então procedentes, através de sebos e entregue pelos Correios.
Martins Sampaio – Natal,08/07/2019;07:51 horas.

segunda-feira, 20 de abril de 2020


Sou de um tempo, em que homem só andava de calça comprida, quando criança em nosso saudoso sertão.
Atualmente, só utilizo bermuda com toda idade que tenho, quando estou em casa ou raramente  esporádico  em hobbies,  lazer, entretenimento de serviço no nosso espaço cultural. Mas, jamais burocraticamente.

Martins Sampaio