domingo, 3 de setembro de 2017

A VIDA E A MORTE



A VIDA E A MORTE

A vida é um sonho, em que todos somos personagens, navegando num mar de dor e de contentamento, até acordarmos para a morte e vivermos eternamente quando voltamos aos braços do nosso criador da plenitude, harmonia e da abundante natureza. Pois, a morte é para todos. Como  mesmo, demonstrou Jesus, o filho de Deus.
Martins Sampaio
Natal, 03/09/2017.

COM INTEIRA VULNERABILIDADE CONTRA TODOS SE PRECISO FOR



COM INTEIRA VULNERABILIDADE CONTRA TODOS SE PRECISO FOR

Contra as falsas acusações a mim impostas enfrentarei numa guerra literária e burocrata as ameaças de peritos corruptos na mídia eletrônica. Eu sertanejo, minha terra natal: Pau dos Ferros  e não “natalense” como consta na documentação falsa apresentada por mercenários em processo, cuja causa eu não perdi mas fui roubado. E não vou mais pensar em dar minha sétima fração do nosso lar nem nosso modesto fusca, todo acervo e até minha cueca para juridicamente comprovar a verdade. Pois, a mesma é transparente ante qualquer analfabeto que tenha ética  e bom senso para perceber a balela contra minha dignidade. Contra atacarei. Não sou como um dos Beatles com hinos apaziguador em troca de pão ou apenas pra colocar  sucesso no bolso porque minha arte é de graça. Algozes como desaforo mandaram eu “vender minha arte na praia”, mas minha arte não está a venda e será espalhada pelos quatro ventos. Com inteira vulnerabilidade. Se por acaso, por alguma maldade ou pilhéria alguém mau atear fogo no meu acervo patrimonial de empreendedorismo artístico, o mundo perderá muito mais porque eu já tenho meu lugar consolidado na História, ficarei triste mas seguirei com uma história pra contar e só restará “o amor nada mais, aqui, ali e em toda parte” como conta os versos de:  “here, there and  everywhere” . E se me mandaram “vender minha arte na praia” eu mando esses frouxos da tal justiça e da tal lei mantendo um descaso público irem, é correrem atrás dos verdadeiros culpados os bandidos que fraudaram minha documentação e em cumplicidade me fizeram falsas acusações. Minha arte é uma confraternização globalizada no ocidente com o cristianismo sendo o mais popular como no oriente é o budismo e no oriente médio é o islamismo e assim cada qual, convivendo harmoniosamente E então, “navegando por mares nunca dantes navegado” divulgarei de modo amplo todo o meu sonho.
E vamos todos pegar o capeta pelo rabo.

Martins Sampaio
Natal, 02 e 03/09/2017.

COM INTEIRA VULNERABILIDADE CONTRA TODOS SE PRECISO FOR



COM INTEIRA VULNERABILIDADE CONTRA TODOS SE PRECISO FOR

Contra as falsas acusações a mim impostas enfrentarei numa guerra literária e burocrata as ameaças de peritos corruptos na mídia eletrônica. Eu sertanejo, minha terra natal: Pau dos Ferros  e não “natalense” como consta na documentação falsa apresentada por mercenários em processo, cuja causa eu não perdi mas fui roubado. E não vou mais pensar em dar minha sétima fração do nosso lar nem nosso modesto fusca, todo acervo e até minha cueca para juridicamente comprovar a verdade. Pois, a mesma é transparente ante qualquer analfabeto que tenha ética  e bom senso para perceber a balela contra minha dignidade. Contra atacarei. Não sou como um dos Beatles com hinos apaziguador em troca de pão ou apenas pra colocar  sucesso no bolso porque minha arte é de graça. Algozes como desaforo mandaram eu “vender minha arte na praia”, mas minha arte não está a venda e será espalhada pelos quatro ventos. Com inteira vulnerabilidade. Se por acaso por alguma maldade ou pilhéria alguém mau atear fogo no meu acervo patrimonial de empreendedorismo artístico, o mundo perderá muito mais porque eu já tenho meu lugar consolidado na História, ficarei triste mas seguirei com uma história pra contar e só restará “o amor nada mais, aqui, ali e em toda parte” como conta “here, there and  everywhere” . E se me mandaram “vender minha arte na praia” eu mando esses frouxos da tal justiça e da tal lei mantendo um descaso público irem, é correrem atrás dos verdadeiros bandidos que fraudaram minha documentação e em cumplicidade me fizeram falsas acusações. Minha arte é uma confraternização globalizada no ocidente com o cristianismo sendo o mais popular como no oriente é o budismo e no oriente médio é o islamismo e assim cada qual convivendo harmoniosamente E então “navegando por mares nunca dantes navegado” divulgarei de modo amplo todo o meu sonho.

Martins Sampaio
Natal, 02 e 03/09/2017.

O QUANTO TALVEZ SOU ÁSPERO







O QUANTO TALVEZ SOU ÁSPERO

Eu estava dialogando um assunto qualquer, com um cliente no nosso espaço cultural hoje. E enquanto isso, um menininho sem camisa que havia chegado, sensatamente não interrompia e aguardava uma vez pala falar.
Quando Cessei a conversa com o cliente, o menininho me perguntou, então, se eu queria comprar uma merenda caseira, algo semelhante a sequilho. Mas , eu falei então que não e disse-lhe obrigado. Ele educadamente foi embora.
 Depois, sozinho refletindo a cena, conclui que como eu não estava interessado pela compra no exato momento, para simplesmente ser útil em ajudá-lo, era para eu ter então cedido, a doação de uma revistinha HQ das que eu ainda tinha do tempo em que tinha banca de revistas.
Mas, também foi bom mesmo eu não ter comprado na frente do cliente porque talvez ele fosse pensar que eu estivesse sendo demagógico sendo simplesmente útil ao comprar a tal merenda. Eventualmente posso ser difamado como sendo eu mal, mas já estou acostumado em pouco agradar, embora eu também tenha conscientização o quanto sou áspero.


Não preciso ser bom na frente de ninguém mesmo pra ser o tal. Deus é a testemunha da minha boa vontade e meus erros eu também mesmo conto.





Martins Sampaio
Natal, 03/09/2017.

SANDÁLIAS ARREBENTADAS



SANDÁLIAS ARREBENTADAS

Tenho respectivamente, dois pares de sandálias. Ambas, se arrebentaram involuntariamente, no congestionamento do nosso Espaço Cultural. A solução, por enquanto, por questão de tempo e também porque tenho outras coisas mais essenciais para pagar e gastar, então a solução de alternativa no momento foi eu calçar uma de um tipo e outra de modelo diferente. E isso não é mesquinharia minha porque graças a Deus, isso eu não sou, mas também sou econômico e não desperdiço nada. E que digam então as más línguas, do povinho fútil, que tanto difama em tudo, é apenas para “eu aparecer”, mas pro leitor, eu conto que é por uma racional adaptação e também, não apenas por inspiração porque isso aconteceu de verdade. Não foi proposital, mas me inspirou também essas palavras. Por uma eventual necessidade, não apenas por desleixo, então calçando diferente simultaneamente as duas sandálias. E pensem o que quiserem. Evidente que o nosso pensamento é livre.
Às vezes, quando estou saindo de um lugar e afirmo pra alguém que fique com Deus!, acho pejorativo quem  me diz assim “fique com ele também” mas é que talvez, a gente possa interpretar com uma descrença de quem diz  assim, talvez até sem intenção de blasfemar. Mas, penso que a forma mais exata de responder quem acredita também num criador, seriam essas palavras: Fique também com Deus! Porque eu como ocidental, acredito que Deus o meu criador do mundo, de tudo e pra mim tem nome e é esse o verdadeiro Nome de DEUS, o criador da nossa natureza. Mas, pra quem discorda e tem outra religião, embora seja judeu, oriental ou muçulmano, seja lá qual for, seja ele:  Jeová, Buda, Maomé ou a crença da fé pessoal de alguém, qualquer que seja, eu não opino nada, fico simplesmente em silencio. Tenha então o nome do ser criador independente qual seja o tal nome. Pois nada direi em discordância. Isso evidente, é a resposta pessoal de cada pessoa.
Eu não discuto com ninguém, mas democraticamente eu exponho minhas ideias quando posso. Não agrido ninguém com pancadas porque aprendi na escola, nas vezes que fui hostilizado em não reagir batendo mais porque nas vezes que não suportei e reagi, eu, portanto, apanhei todas as vezes dos meus colegas de colégio e não me envergonho de citar essa verdade. A primeira surra que seria de um parente meu, irritado, porque  no curso ginasial, eu não sabia desfilar corretamente a marcha da comemoração da nossa pátria e só não apanhei pela primeira vez,  por esse motivo, porque um colega do tempo do meu curso primário, atualmente o curso fundamental,  voluntariamente interferiu para não permitir, mas apanhei no ano seguinte, de um outro colega de sala de aula porque estava me maltratando demasiadamente numa tal brincadeira desenhada com um giz, mas não era de amarelinha. Não sou valentão, mas também não me amedronto mais com nada e quem quiser me difamar com vocabulários bonitos, não me fascinam palavras bonitas que queiram difamar em sinônimo ridículo ou tacanho. Porque contra falsas acusações, dependendo de mim eu faço até a terceira guerra.

Martins Sampaio
Natal, 27/08/2017.