sábado, 29 de março de 2014

COTA "É UM MODO DO GOVERNO FUGIR DAS RESPONSABILIDADES COM A EDUCAÇÃO"



COTA “É UM MODO DO GOVERNO FUGIR DAS RESPONSABILIDADES COM A EDUCAÇÃO”
Segundo meu conhecimento, através das mídias veiculadas pelo rádio, já ouvi comentários e concordo que “cotas do governo p/ negros e índios, em universidades e concursos, é um modo do governo para fugir das responsabilidades com a educação e ganhar votos”, num país em que a maioria é pobre e explorada e não tem nenhuma outra forma de assistência do governo, além dessas cotas com fins eleitoreiros, para enganar a população e o que ocorre é uma má formação de profissionais no nosso país. Fora: PT  e AÉCIO NEVES, PRESIDENTE DO BRASIL!
A descriminação social do racismo, tem sido feita pelos próprios governantes, favorecendo determinadas etnias para não consolidar assistência social.

Martins Sampaio de Souza. Natal, 29/03/2014

quinta-feira, 27 de março de 2014

O TEMPO INTEIRO EUFÓRICO COM O MEU LABOR



O TEMPO INTEIRO EUFORICO COM O MEU LABOR

A feira cultural e o espaço cultural, é numa síntese, a apresentação do acervo de toda minha história.  Onde posso, através de empreendedorismo, também consolidar lazer, esportes  e plenitude, como nobreza de harmonia humana, onde naturalmente, toda demonstração seja o que possa ser concluído de útil, favorável ao meu crescimento humano, independente de as vezes, não ter nenhum centavo no meu bolso.  Mas, tudo construído com o êxito do meu desempenho, no histórico  e modesto cotidiano, onde ergo a cabeça, nos meus lentos passos pelo horizonte.

MARtin(s)(ho)  11 de fevereiro de 2012.

terça-feira, 18 de março de 2014

OS MOTIVOS DA MINHA REMUNERAÇÃO PREVIDÊNCIARIA, MESMO COM QUATRO DÉCADAS DE DESEMPENHO DO MEU LABOR COTIDIANO



OS MOTIVOS DA MINHA REMUNERAÇÃO PREVIDÊNCIARIA, MESMO COM QUATRO DÉCADAS DE DESEMPENHO DO MEU LABOR CULTURAL

Tenho uma remuneração previdenciária, ante o compromisso de um Termo, mas que após receber carta, para comparecimento a Sede da Previdência, aqui em Natal,  levei, caso fosse necessário, apresentar toda síntese do acervo de minhas obras, que não quiseram tomar conhecimento e me concederam a remuneração, onde eu mesmo deixei evidente em continuar com a manutenção de um Espaço Cultural/Feira e na época esclareci que continuaria para ativar minha mente.
Atualmente, além de tratamento psique, ocorrido desde os meus vinte anos de idade, tensões emocionais e delírios, mas que tô tentando meu auto controle e também fazendo outros tratamentos de saúde em endocrinologia, sexólogo, clinico geral, que após alguns exames, solicitou o corte de açúcar e indicou tomar uma medicação diária, para evitar diabetes e ainda urologista.
E uma pequena remuneração q/ tenho das minhas tarefas, é apenas p/ um complemento financeiro, onde invisto tudo em matéria prima para realizar minhas obras que me favorecem o meu crescimento humano.

Martins Sampaio de Souza. Natal, 02:52 horas; 18/03/2014.

terça-feira, 4 de março de 2014

OBJETIVO DO MEU LABOR



OBJETIVO DO MEU LABOR

Invisto até o último centavo da minha remuneração, em matéria prima para produzir acervo cultural ou algum assunto didático, onde o objetivo de tudo, é numa síntese: instruir, onde acredito favorecer o meu crescimento, embora o luxo, concluo ser uma futilidade, quando é no sentido de esnobação.

MARtin(s)(ho). 30/10/2013.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

UM MOTIVO AO LEMBRAR DO PASSADO E RIR SOZINHO DURANTE ESSA MADRUGADA.



UM MOTIVO AO LEMBRAR DO PASSADO E RIR SOZINHO DURANTE ESSA MADRUGADA.

Quando eu era moço, com frescura de Narcisismo, é natural na juventude, e eu  não era careca ainda,  lembro que uma vez, durante enquanto eu ia num itinerário de um ônibus e quando passava pelo bairro do Alecrim, num calor intenso, e eu sentado do lado do sol e também no lado da janela e quando então, eu fechei portanto o vidro da janela, para não assanhar o cabelo, então um Senhor insatisfeito ao reclamar  do  intenso abafado me sugeriu no resmungar,  que  para eu  colocar então um “friso” no cabelo, quando esclareci o motivo e ter sido ampliado o calor.

(Martins Sampaio de Souza. Natal, 24 de julho de 2012.)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O LAR DA NOSSA FAMÍLIA, EM NOME DE TODOS OS SETE IRMÃOS



O LAR DA NOSSA FAMÍLIA, EM NOME DE TODOS OS SETE IRMÃOS

Natal, 01/01/2014.

Quando o nosso Pai, falou pro poltrão, nosso irmão mais velho dos homens, para resolver o assunto de colocar a nossa casa, em nome de toda família: os sete irmãos, incluindo evidente nossa póstuma irmã, pois o nosso pai, temendo desarmonia, acreditava que não iria haver desentendimentos.
Assinamos todos numa documentação num cartório, da qual não tive acesso para uma leitura integral, onde nossa póstuma irmã foi representada onde havia o nome de: FERNANDA BEATRIZ , na época menor de idade, assinada pelo pai dela, do concubinato com nossa saudosa, póstuma irmã.
Fiz: não sei se: antes ou depois, um testamento, onde cedia minha parte da casa, em nome de minha sobrinha e afilhada: FERNANDA BEATRIZ.
Evidente, a gente não sabe quem se vai primeiro: se nós os irmãos ou nossos pais. Na época das assinaturas, a cangaceira do matrimônio com o poltrão, havia falado algo que: “em qualquer ausência do tal casal nada harmonioso, então o filho ou a filha deles assinaria o referido documento”.
Ocorre que: o poltrão, durante desentendimentos comigo, me prejudicou tanto, que em repúdio, rompi meu relacionamento com a família dele, nem vou poupar palavras no meu vocabulário para difamá-los se necessário for. Onde uma vez, ameaçou brigar também comigo na justiça, mas nosso Pai, ante tal comentário solicitou um apelo, que o fez recuar.
Uma das nossas irmãs, em que mantém ainda o nome de titular da casa da nossa família, comentou certa vez, algo de que havia trabalhado durante dois anos com uma surrada roupa para auxiliar na compra de matéria prima e mão da obra de construção, onde meu pai pretendia e consolidou uma extinta mercearia.
Após os desentendimentos tomarem uma proporção maior, naturalmente sem saber: quem se vai primeiro, óbvio, durante certas vezes, eu havia comentado pra nosso pai, que só permaneceria no nosso lar, enquanto eles vida tivessem se eles se forem primeiro e de que eu pretendia devolver o fusca que ele me presenteou e não iria mais querer nada da casa, onde eu pretendia um tombamento cultural em preservação e nome de toda família.
Onde minha intenção, eu já tinha expresso,  de modo não tão eficiente, há muitos anos atrás, mesmo antes de toda decisão paterna e portanto, solicitava eu: Uma assinatura de todos os sete irmãos, inclusive a de nossos pais. Mas, só obtive além da minha assinatura, a também do concubinato de minha póstuma irmã e a do nosso Pai.
Mas, ante a minha lamentável situação, onde já fui a uma delegacia duas vezes, informar a situação, onde durante o atendimento disseram que o assunto era resolvido através de uma vara de família.
Estive na defensoria pública, onde fui muito bem atendido, apresentando um documento da casa: com duas páginas, com firma reconhecida, através dos meus esforços financeiros ´para obter, com taxas financeiras cara, pois quando eu havia solicitado em vão, uma cópia da documentação da casa, ele aos gritos já havia prometido até por envio postal, pelos Correios, mas não cumpriu a tal promessa, nem me entregou uma cópia da documentação.
Então, ao informar minha situação, na defensoria pública, a Senhora que me atendeu, me disse algo que: “ele, o poltrão, não poderia me expulsar do lar com nossos pais vivos, nem mesmo se fossem nossos pais póstumos”, e também ante qualquer outra ameaça de vandalismo contra meus pertences eu chamasse então, a polícia.
Resolvi manter o apelo do nosso pai, em não abandonar o nosso lar, ante qualquer eventualidade, de ausência deles, mas pretendo ainda ativar como Espaço cultural, preservando o patrimônio em prol de toda a família e descendentes.
E derramarei até meu próprio sangue, contra ele, o poltrão ou quem quer que seja especulador esnobe, para ser consolidado e edificado com estrutura, durante o aprimorar de todo meu empenho e histórico cotidiano.
O poltrão tem casa própria, em Ponta Negra, muito bem localizada, de frente para uma praça, pode muito bem, montar o negócio empreendedor que ele puder, por lá. Mas, aqui no nosso lar, o homem da casa, com nosso Pai exausto e fadigo pelos 91 anos de idade e nossa mãe, perdendo a lucidez, quem decide agora sou eu.


Martins Sampaio de Souza.