O pior médico,
que tratou da minha saúde psicológica, foi Doutor Chaguinha Formiga, em 1987.
Pois fui na conversa de tratamento espírita, através do pai de um amigo na
época e que era à noite numa
casa de uma avenida em direção do
bairro das Quintas. E também tratamento
ambulatorial no consultório quando havia mudado, após suspender o tratamento
com o Doutor Franklin Capistrano.
Aconteceu
que o Doutor Formiga passou uma medicação tão agonizante que eu repudiei,
tremia o corpo inteiro sobre o chão, desejando a morte de tão imensa agravante
situação. Parecia drogado.
Mas eu havia
aprendido que Deus me deu uma nova chance quando adoeci em 1982 e jamais
tentaria suicídio outra vez. Foi uma situação árdua, mas sobrevivi. Fui
internado num hospital da avenida Jaguarari com avenida Presidente Quaresma,
recordo que cheguei muito tenso, sentia uma angústia imensa e só foi o médico
Formiga me aplicar uma imjeção ao chegar ao hospital e tudo sessou rapidamente.
Lembro que
passei uma semana internado num apartamento tendo a companhia de minha saudosa
matriarca e minha irmã primogênita Maurina.
Porém,
ocorreu que depois, num momento de ódio, destruí todo histórico dos tratamentos
de saúde e a previdência social, havia anunciado na mídia que iria solicitar uma
nova convocação dos aposentados para atender a uma solicitação do governo
federal. Então, portanto, não tinha como comprovar o meu internamento em 1987, pois
havia tentado muito em vão localizar o Doutor Formiga que, entretanto, de modo
fortuito, após muitas tentativas em vão pela internet e aconteceu de ouvir uma
vez no rádio, uma senhora citar o Doutor Formiga como acesso através de uma
instituição religiosa. Assim, através dessa pista uma bela noite, consegui
falar por telefone com o Doutor Formiga que eu, ao narrar a situação, ele falou
algo justificando “que não poderia fornecer nenhum documento, não se lembrava
de mim, houveram muitos pacientes. “E o hospital onde fui internado só tinha
histórico de fornecer vínculos com maternidade. Também solicitei informações
burocráticas ao hospital dos pescadores que havia tido assistência de um tal
Doutor Marcelo e fui informado ser o atual hospital municipal, mas o histórico
não se referia ao ano de 1982.
Então
procurei o Doutor Franklin que disse se recordar de mim, quando eu ao citar um domingo, data que
carrego na memória, dia 09 de maio de 1993, que minha saudosa mãe, solicitou
uma consulta psiquiatra em domicilio, num melancólico dia e portanto fui internado no hospital João
Machado, tomei sucessivas injeções e soro, mas voltei para casa no mesmo dia,
durante à noite. O doutor Franklin, portanto, me orientou a procurar o cujo
hospital para ele só assim, me fornecer uma declaração.
Esclareço
que o motivo da minha angústia foi motivada porque nosso patriarca havia há uma
semana na época, se ausentado para ir ao sertão para resolver desentendimentos
familiares causado por um dos meus dois irmãos. E eu havia ficado com a banca de jornais e revistas no domingo disponível
para vender os jornais e os cachaceiros que eram os clientes de nosso pai e
tinha o jogo de dominó que quando eu fiquei sabendo havia apostas com o
propósito para difamação então cancelei enquanto eu estava como responsável.
Mas havia um mau militar, o pior cachaceiro que tinha, entenda não estou
falando mal de militares, conheço um jovem de elevado cargo militar de imenso
apreço, também não estou sendo sabujo. Elucidando a situação, narro portanto
que o mau militar hostilizou, resmungou, cravou os dentes de ódio de mim,
provocou tanto em vão que algoz se retirou, mas a maldade exacerbada havia
deixado, tanta fúria humilhação; fatos que aconteceram para me amedrontar
demasiadamente e acontecer de durante a semana eu pedalar bicicleta pela via
principal no bairro de Ponta Negra e sido vitima de assalto e me arrebataram a
bicicleta.