domingo, 16 de junho de 2024

NEGRO E POBRE NO NOSSO PAÍS É QUEM PAGA O PATO

 

NEGRO E POBRE NO NOSSO PAÍS É QUEM PAGA O PATO

 

Eu tenho uma publicação de “Revista ÉPOCA, Edição de 17 de março de 2014 Nº 824, Páginas: 14 e 15: GLENN FORD Trinta anos para corrigir uma injustiça

A Suprema Corte da Louisiana, nos EUA, inocenta de um crime que não cometeu um dos condenados que passaram mais tempo no corredor da morte” Fillipe Mauro e Rodrigo Turrer

 É essa uma das muitas injustiças sociais a história desse negro norte-americano preso injustamente que dinheiro nenhum paga a dor e o sofrimento da juventude entre grades durante trinta anos.

Tive uma causa judicial roubada PROCESSO Nº 0013078-46.2011. desde 2010, com roubalheira da mediadora do juizado e do ITEP RN com falsas acusações, ameaças, sem reparação; mesmo com toda documentação genuína, discutindo com os maus funcionários públicos pelo Facebook fui acusado de “aplicar golpe na praça” “me preparasse do Spa da Colônia Penal João Chaves”, “condenado” “Processo tal”, etc...

Tentei o Ministério Público, Promotoria que foi me enviado Mandado de Intimação Policial e nada resolvido na Delegacia, solicitei falar com o Promotor: Doutor Benilton de Lima Souza que me atendeu muito bem, mas falou algo “ser assunto de engenharia” Levei fardos de documentos e obras em vão, nada apresentado nem na Promotoria nem na Delegacia.

Terminou tudo na Defensoria Pública da Avenida Salgado Filho com a bela palavra formal sido “indeferido” por que “prescreveu”. Há quase quinze anos eu havia tentado a Defensoria Pública da Ribeira  e a Doutora muito bonita depois de atendido uma vez quando solicitou o Processo quando entregueino outro dia  a uma jovem simpática e a levou me disse que a Doutora havia citado que o Advogado já havia apelado.” Tive portanto, a Causa roubada porque sou pobre.

Por fim, acabei recebendo um e-mail do Promotor: Doutor Benilton informando numa página burocrática que o Processo ter sido arquivado.

 

SÓ TENHA UMA MEIA DÚZIA DE AMIGOS SE MUITO TIVER

 

SÓ TENHA UMA MEIA DÚZIA DE AMIGOS SE MUITO TIVER

 

Quando tudo era farto, embora graças a Deus, ainda haja abundância, apenas estou enxergando a verdade melhor, embora com o passar dos anos nossa visão não esteja tão saudável e precisamos utilizar óculos, mas vamos abrindo mais os olhos para entender com a benção de Deus a trajetória que nos traz alegria, sofrimento, solidariedade, angústia, felicidade num momento em cada situação.

Espero que esse assunto desse modo de expressar não seja ultraje aos amigos do Facebook, onde tem “amigos” que a gente sequer conheça. E os que a gente conhece raramente se comunicam pelo Facebook, mas o primordial que gosto são o compartilhamento que popularizam verdades e mentiras quando veneramos um assunto.

Graças a Deus sempre tive tudo que quis quando depende de mim mesmo, exceto uma mera companheira que mantínhamos uma grande amizade e o fato de ilusão amorosa que eu tinha nos distanciou, quando ela adquiriu um companheiro, mas não tenho mágoas, ela encontrou um grande amor que lamentavelmente de modo trágico perdeu o companheiro que lamento não tido conhecido, espero que ela esteja feliz com outro companheiro, não sei, esse ano de 2024 fará vinte anos que não nos vemos, fui desatencioso com ela durante a Missa de Sétimo Dia de minha saudosa irmã Maria Lúcia, eu não estava bem, mas a dor que existe é apenas para reflexão.

Quando era jovem não dizia não, a ninguém, tinha um elevado acervo didático de livros do nível médio, ferramentas, assessórios esportivos, mas haviam muitos “amigos” para tomar emprestado e eu tentado buscar, reaver: long play, fita k7, ferramentas, livros, bola, bicicleta, eu doava minhas obras, raquetes e bola de frescobol, canetas castell, pirógrafo, etc...

Eu tinha que me humilhar muitas vezes para ser entregue, tinha um sujeito que me tomou um pirógrafo “emprestado”, vivia ganhando dinheiro com ele , nunca me devolveu, até que falei para meu pai que falou com o pai dele e só me devolveu os fragmentos. Não prestava mais. O bandido do irmão havia me tomado “emprestado”, entreguei numas duas caixas os altifalantes para um “teste” no carro da megera da mãe e nunca devolveu. Chamava minhas amigas de “marreteiras”, mas eles eram que eram os verdadeiros enrrolões. E como desaforo ainda dizia que “eu morria de inveja dele”, povinho mau caráter, ainda bem que estão bem longe de mim agora e deixei de ser trouxa. Uma vez emprestei uma fita k7 com repertório de Belchior que nem minha era, mas tomei a liberdade de emprestar e o salafrário não queria me devolver, tive que ir um dia de domingo na casa dele de carona com o pai para me devolver e eu honrar a minha dignidade.

Essa semana fui no Carrefour comprar uns biscoitos estava em torno de seiscentos reais de dinheiro na carteira e dois cartões de crédito com limite suficiente para compras básicas e fui abordado por uma senhorinha, jovem e que carregava uma criança no carrinho do supermercado, percebi depois, ela havia me pedido para comprar uma bandeja de ovos e eu arduamente disse que não. Enquanto eu aguardava minha vez no caixa a percebi por volta em vão de outras pessoas, fiquei observando apenas, o que não justifica minha atitude mesquinha.

De agora em diante, eu podendo não nego mais nada a nenhum mendigo.

Apesar de cometer algumas medíocricidades que cometo no cotidiano, Deus tem sido generoso comigo, talvez mais do que eu mereça, pois estou com minha CNH vencida há três anos, também combustível está muito caro, UBER é luxo, apenas esporadicamente, também não lamento, apenas estou comentando quando caminho para assuntos burocráticos e meus fardos me deixam exaustos e as pessoas na rua me ajudam com imensa gratidão, enquanto eu não ajudei a jovem senhorinha do supermercado.

 

Martins Sampaio – Natal, 15 e 16 de junho de 2024.

 

 

 

 

 

sábado, 15 de junho de 2024

O MOTIVO DE UM ASSUNTO COM O VOCABULÁRIO DESBOCADO

O  MOTIVO DE UM ASSUNTO COM O VOCABULÁRIO DESBOCADO

 

Teria sido muito melhor eu ter morrido, como vítima de latrocínio quando bandidos me atacaram e invadiram o nosso lar no dia 21/09/2010, logo cedinho e sujaram o meu nome em que ante esse fato de falsas acusações, indignado em causa judicial, eu venero muito mais uma meretriz que a ladra: MARINA BASTOS DA POCIÚNCULA BENGHI, OAB/RN833-A, fui transparentemente, evidentemente e obviamente roubado por essa sujeita, representante financeira do mealheiro “BMG” que eu nunca havia ouvido falar.

 

Martins Sampaio de Souza