segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

PLÁGIO E GENUINIDADE

 

PLÁGIO E GENUINIDADE

 

Plagiei o personagem dos desenhos, o ”Manda-Chuva” e o “Tom” da dupla “Tom e Gerry”, para representar diferentes situações, em cada uma das respectivas sete vidas do gato que o denominei de Gatinho Beleza. Nome peculiar de gíria que de começo pareça se fútil.

A inspiração no geral, era uma exibição que tinha na televisão, o inofensivo garoto “Beijamim”, se não me falha a memória, assim se chamava, que sempre era perseguido por um grupo de garotos maus veiculando motocicletas, mas logo o inofensivo garoto tocava duas pulseiras nas respectivas mãos e se transformava num outro personagem que era O ”COISA” um monstro do bem, para combater o mal.

Então como essa estória os personagens representava pessoas, aí eu resolvi escrever uma turma fabulosa estória de animais maus, e o burrinho que o chamo de Burrico consegue um final feliz, naturalmente.

Porém as demais obras são de minha autoria, exceto obras da internet, sem finalidade lucrativa e porque minhas mãos estão trêmulas, não consigo desenhar mais.

Das minhas obras, antes do computador que modéstia parte dou nota mil e desafio o computador, são minha logomarca: Martins e Logotipos: FEIRA DE SÃO MARTINHO, HEMEROTECA E ESPAÇO CULTURAL DO ELEFANTE, a Pirâmide da palavra XADREZ, escrito em três idiomas: espanhol, inglês e em português. A Heráldica PÁREO com quatro respectivos cavalos: Marinho, campo, alado e enxadrista. O logotipo RACE, para minha paixão pela fórmula um, na época e o logotipo: “bar do dominó”, para atender a pedidos. Etc...

E a personagem feminina, desenhada toda de coração e a direita um desenho do Zé Carioca, copiado de uma história em quadrinho e terceirizado a digitação do slogan Todo o meu amor e o símbolo da genitália feminina, tirando o personagem Disney, o resto 100% é de minha autoria.

 

 

BULLYING PRÁTICA E MUITO SOFRIMENTO

 

BULLYING E MUITO SOFRIMENTO

 

Quando criança, sofri muito deboche de um  colega de sala de aula, durante dois anos na escola Ginásio Estadual 4 de Setembro, em minha terra natal Pau dos Ferros, em 1973 e 1974. O dono do pedaço era Vanilson José Lopes Correia.

Mas, no curso primário, quando minha mãe me mudou de colégio, para repetir a 4ª Série sofria bullying e praticava contra um colega simplesmente porque se chamava Claudio e existia uma cantora que nem sabia quem era e o chamava “Cláudia Barroso. “ Maldosamente cheguei a levar pra escola um disco compacto que não era nem da tal cantora citada nessas minhas palavras. Ele  corretamente contou a Diretora que me pediu o disco e procurá-la no final da aula para recebê-lo e me alertou que da próxima vez, caso acontecesse eu seria suspenso durante quinze dias sem aula. Esse fato aconteceu, em 1972.

Ainda em 1972, o negro Zé Newton de Dona Bia e o negro Raimundo mentiam que eu “tinha o cabelo grande para ficar parecido com Roberto Carlos”

Em 1975 vim fazer a 7ª Série no Atheneu, vindo do sertão, pioneiro como inquilino no Conjunto Lagoa Nova  e tudo era maravilhoso.

Em 1976, sofri muito bullying, na rua e no colégio. Na rua, um grandalhão atlético, que morava numa casa após a nossa, não sei se era por causa do meu cabelo, só me chamava de “fresquinho” e o resto dos garotos da vizinhança repetiam a mesma coisa.

Sei que os garotos hostis, se desentenderam com o tal fulano chamado Cloudoirio, segundo um deles me contou e sugerindo para eu romper contatos com tal citada pessoa, mas apesar de ter sofrido muito não fiquei magoado com ninguém. Ele cantava até uma musiquinha “ah preguinho, me sentei e abri um buraquinho”

Na escola, em 1976 na 8ª Série eu descontraído só me dei conta que haviam me denominado de “abestalhado”, mas na sala de aula o poeta Aluízio Matias me chamou de “lesado” com um tom de eco que permaneceu e sofri muito tanto no colégio, quanto na volta para casa, era gradualmente hostilizado pelo colega Bely Silva, que além de ser colega de mesma turma do colégio, morava no mesmo bairro que eu e víamos juntos eu e minha dor.

Bely estudava em 1975 no horário intermediário e havia sido colega meu na Escolinha de Basquete do Atheneu, durante o horário matinal.

Essas exaustivas palavras vou concluir de modo mais breve e não elevado, pela pressa cotidiana e também para esquecer a dor que sofri. Esquecer já passou há tempos desde quando cessaram os bullying, só que estão na minha memória.

Em 1978, na turma havia um sujeito, o Carlos se destacando como intelectual e músico, um negro baixote dos beiços grossos, citou logo no começo do ano, que eu “era mais enrrolado que repolho”, que do nada então, outro sujeito: o João Jadson, para aparecer zombou o ano inteirinho de mim. Toda vez, todo dia quando dizia “repolho” alguém dava uma risadinha e assim foi um sucesso com fama enquanto desfazia de mim.

Chegamos a trocar murros, Eu e o João Jadson por causa dessa chacota. Da primeira vez foi no intervalo do recreio dentro do colégio, mas o Carlos veio e separou a briga. Mas, o João Jadson insistiu em um desafio, sairmos do colégio e ir brigar na rua e eu resolvi enfrentar. Ouvi certa vez um colega amigo João Feliciano o chama-lo de “espaguete”.

Mas, logo vieram fortes socos covardemente contra mim que resolvi cessar a briga e ele passou o ano inteiro me chamando de: “repolho”. Quase fui reprovado na disciplina de Educação Física que era após as aulas práticas ás 10:30 horas e eu temia muito mais sofrer durante a aula, tinha atestado médico de uma cirurgia de amígdalas e havia competido no JERN’s na modalidade de Xadrez sendo medalha de bronze. E fiquei em recuperação em Educação Física. Sem ter sido um aplicado aluno, consegui passar de ano.

 Após ter sido hostilizado e percebido que minha eis vizinha, que não era nem minha namorada, mas demonstrava ter mais ciúme de mim com homens que de mulheres porque eu bancava o ser o tal, mas na verdade era tudo má interpretação. Adoeci. Havia na época nas novelas um personagem que era um rapaz louco chamado de “Rafa”, interpretado pelo saudoso ator Irving São Paulo e quando me dediquei ao futebol com vinte anos de idade com garotos adolescentes, para aprender e me colocaram o apelido de “Rafa”.

Depois aprendi a jogar futebol com pessoas da minha idade e peladas na praia no tempo em que eu não estava sentimentalmente bem.

 

 

“Pra que pedir se melhor é trabalhar.”

 

“Pra que pedir se melhor é trabalhar.”

 

 

 

“Que bom se trabalhasse ser melhor que pedir”. Essa bela frase eu ouvi certa vez, na igreja da minha religião católica.

Alguns mendigos abordam nas casas batendo força tão exacerbadamente, que refleti que se tamanha força espalmada fosse utilizada para trabalhar, seria muito mais nobre.

E o pior dessa situação, da gente que não mora em condomínio, é que a maioria dos pedintes, se acham que estão corretos. Mas, isso é um problema de assistência social. Porém quando tenho uma moedinha lá no fundo do bolso voluntariamente dou aos mendigos que encontro pelo meu caminho, na rua.

Quando há humildade e dedicação em tarefas modestas.

Muitos chegam pedindo algo, mas quando não se pode ser gentil, pedem isso, aquilo ou finalmente água para beber.

Notavelmente que Deus tenha compaixão de mim,

Por essa interpretação.

Quando posso compro uma cesta básica para um rapazinho trabalhador

Que corta o capim das calçadas da vizinhança

E costumo exemplificar essa atitude para quem bate na minha porta.

 

(Martins Sampaio)

 

Mas, quando percebo que uma pessoa precisa realmente de ajuda, não vai farrear nem fazer troca de doação por cachaças nos botecos se for o caso e eu podendo ser útil, aprendi que devo fazer o fundamental, que é dividir o meu sagrado pão.

 E se for criança farei mais que um doutor, mas não é apenas médico no sentido popular, porém: também um doutor em engenharia, advocacia, o odontólogo, professor também é doutor, pois para lecionar é categoricamente acadêmico e concursado, etc...

Farei humildemente perceber que acima de um homem de verdade, só existe Deus e que a gente só é: como diz o ditado: “mais forte que o fumo de Abdias” como se ouve pelos nossos sertões.

 

Martins Sampaio

Sobre esse assunto de mendigar, recordo com muita tristeza, uma tarde, em que uma menininha me pediu um “alimento”. Falei que tinha uma cesta básica para um rapazinho trabalhador, que cortava capim. A pobre menina com tristeza silenciosamente olhava minha face e eu comentar palavras a ela de ingratidão.

Eu pretendia ajudá-la muito mais, mas estava a pensar lembrando os anúncios dos autofalantes do Carrefour que orienta não fazer doação no interior da loja, pois incentiva a mendigar e afastava a criança da escola.

Eu refletia sobre perguntar onde estavam seus pais, etc... depois iria até a cozinha no armário pegar alguns “alimentos”, pensar em ser útil, mas lamentavelmente o tempo não foi suficiente, perdi minha concentração. E fiquei melancólico por não saber ter ajudado.

 

Esclareço, sem nenhum remorso que não pretendo em nenhuma situação fazer doação para “gincana” dessa moçada de escolas privada para estabelecer benevolência, porque não faço é que as Escolas são ricas e os alunos devem fazer esse tipo de solicitação aos próprios pais.

 

Para exemplificar filantropia, exemplifico pilantropia do eis representante da Editora Abril, o português: Manoel Lopes, quando exerci o mero cargo de jornaleiro durante 30 anos e ele mandava os funcionários vender rifa para “Lar da Vovozinha” “Centro Espirita Tal”, “Armazém da Caridade” e outras instituições pilantrópicas, não tinha nada de altruísta. Do bolso dele não saia um tostão. Tudo era uma farsa anunciada pela mídia.

                Na empresa dele, uma distribuidora de revistas, passei dez anos sem conseguir obter cadastro, até solicitar através de terceiros que foi sugerido, parcelar um Caução Mercantil em quatro parcelas. Mas, não tive nenhum dinheiro de volta com correção, conforme o contrato. E só me entregou o documento na época, quando eu havia concluído a última parcela e solicitado, mas não exigi comprovante, conforme o recibo pago na entrada.  Fui roubado. Ele não me pagou após nada, só a Editora Abril dispor um novo representante. Tive que contratar um advogado que acessou a empresa matriz da Abril Cultural, localizada em São Paulo e que na realidade foi quem pagou e honrou a dívida.