terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O FUSCA COMPARANDO COM OS MODERNOS E LUXUOSOS VEÍCULOS



O FUSCA COMPARANDO COM OS MODERNOS E LUXUOSOS VEICULOS MODERNOS

Com o apreço que tenho pelo modesto fusca que está no meu nome, embora não tenha custado do meu bolso, portanto por direito, pertence a toda nossa família. Mas, jamais permitirei, enquanto eu puder que nosso fusca seja logrado por qualquer terceiros especulativos ou então, por motivos de qualquer motivação futilmente querer colocar, “películas”, “ar condicionado”, por qualquer eventual conforto ou mesmo como já comentaram tal tipo de pretensão, porque certos “fulaninhos (as)” que tinham também fusca, haviam equipado de tal modo, tirando a originalidade e ainda ausente genuínas e próprias atitudes, que nos favorecem o nosso crescimento humano e eficiência.
Sem cobiça por carros modernos, mesmo se eu tivesse condições de possui-los, mas venerando imenso apreço pelo nosso modesto fusca, a única desvantagem comparando com os modernos automóveis, é o consumo de combustível.  Pois, naturalmente, os atuais veículos consomem um menor índice de combustível.
Então sem condição pessoal de utilizá-lo, pelo alto índice de consumo de combustível pra então se ir a outros bairros mais distantes, exceto quando necessário se locar a mais alguns outros lugares ou porque não há transporte público que permitam um acesso mais direto.
Outro motivo de não se querer ir de automóvel nos congestionamentos urbanos e enfrentar o intenso trânsito onde a preocupação do exaustivo tráfego para evitar, involuntárias responsabilidades de ser multados, pois o correto é se manter cautela com nossas obrigações e não denominar  e culpar os órgãos que vigoram as leis de trânsito, como “indústria de multas”, pois como divulga a mídia com intuito de esclarecer de que no nosso país é um dos “recordistas de acidentes de trânsito”, quando optamos por um veiculo de comunicação sem sensacionalismo. Apenas nos informando a real exatidão dos fatos, sem tanta apelação. Portanto, o correto é ser cauteloso para não prejudicar o nosso bolso e evitarmos o real compromisso a que estamos submissos ao cometer erros no trânsito e pagar as altas multas. Pois , como já citei, ao tomar conhecimento mais exato das altas cobranças pelas multas ser porque no Brasil, “somos recordistas de acidentes no trânsito”
E então, outro motivo para sugerir utilizarmos o transporte público, ser também, a existência de colisões, mesmo que sejamos isentos de culpa, acidentes, dificuldades de acesso para estacionamento e ainda despesas de quem estaciona em “ locais permitido para acesso de estacionamentos privados, com cobrança por respectivo tempo de permanência do horário estacionado ou então, optar por o subtendido compromisso de se ter que pagar qualquer que seja, mesmo um mínimo valor, ao “flanelinha” , que as vezes , parece que temos o compromisso e satisfações a se dar como se fossem os “donos das ruas” , mesmo estando nós consciente de que sejam locais públicos. E naturalmente subentende-se isso, é lógico. Não é mesquinharia de minha parte, mas quando temos algum trocado, damos ou pagamos  e fazemos vista grossa para essa exploração popular.
Mas, a solução para ainda manter ativo o modesto fusca, é então utilizá-lo com mais frequência no bairro onde moro para evitar um prejuízo maior se deixa-lo sem usar e por um tempo maior parado na garagem, evidente também compromete o funcionamento elétrico e da mecânica do modesto fusca.

Martins Sampaio de Souza - Natal, 12/11/2014


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

MEUS DESLEIXOS NATURAIS QUANDO ESCREVO



MEUS DESLEIXOS NATURAIS QUANDO ESCREVO

Embora eu não tenha conhecimento amplo didático de nenhum assunto e quanto aos gramaticais, embora consciente da minhas dúvidas para escrever com mais eficiência, só percebo depois quando escrevo os excessos de pontuação ou falta de pontuação, em algumas de minhas palavras quando escrevo e também assuntos de grafia e expressões.
 Tenho consciência da minha necessidade de revisar gramática e todos os assuntos de outras áreas em que quando jovem após a conclusão do nível médio foram perdidos na minha memória e eu tinha aprendido com breves folheadas em livros com autodidata e até lecionava a alguns dos meus colegas do colégio.
Também, às vezes percebo não ter sido exato com o meu vocabulário necessitando de acrescentar mais alguma palavra e tem às vezes repetições, mas são meus desleixos cotidiano e ainda também minha dedicação para me dividir em múltiplas tarefas sozinho e também a ansiedade em concluir uma tarefa de modo breve e às vezes sem minha inteira auto crítica para corrigir as imperfeições, embora algumas eu esteja simplesmente convicto e ciente, mas por opção pessoal, ignoro e deixo como já está e não aprimoro. Simplesmente, por mero desleixo e por eventual motivo não dedicado tempo sendo protelado sem previsão para quando uma conclusão mais eficiente.

Martins Sampaio de Souza

CORDIAL LEMBRANÇA DE UM PROFESSOR



CORDIAL LEMBRANÇA DE UM PROFESSOR

Quando estudava o primeiro ano cientifico no colégio Atheneu, fui aluno de Física do professor Washinton e embora não sendo eu estudioso, nem um estudante aplicado, mas fui aprovado para o segundo ano.
Uma certa vez, durante os intervalos, não lembro se foi eu conversando algum assunto que não lembro qual, com algum professor meu do segundo ano, que parece que o professor Washinton comentou na minha presença pro professor com quem eu conversava  algo que como disse já não lembro mais  e disse me apontantando algo pro outro professor  de  que eu era “malandro”. 
Na conclusão do nível médio, em 1979; voltei então a ser aluno do professor Washinton, na disciplina de matemática. Na época cursava o 3º ano cientifico, turma B no turno matutino e no turno vespertino fazia o cursinho no colégio Hipocrátes, para fazer o vestibular que na época, era no inicio do ano e fiz portanto meu primeiro vestibular, em janeiro de 1980.
Pois bem. Mas, acontece que eu não estava sendo tão aplicado nos assuntos do terceiro ano do colégio, nem mesmo da área que eu pretendia que era a tecnológica. E não era só falta de educação, mas também, muita cara de pau era comum para  alguns dos jovens estudantes como eu na época, talvez por falta de vergonha ou mesmo de “puxões de orelha” querer colar nas provas do colégio.
E então, eu sem a mínima ética, então me levantei da minha carteira e fui espionar a prova de um colega, lembro o nome que era o Fausto. Aí então, presenciando a cena de minha atitude tacanha, ai o professor Washinton veio até eu e me falou de modo sensato, que eu não precisava mais entregar a prova que ele estava aplicando. Não tive outro argumento e meu silêncio foi nobre e eficiente para eu com minha reflexão, temendo ser reprovado, jurei nos meus pensamentos, refletindo e prometendo a mim mesmo, que iria estudar o suficiente para tirar duas notas dez nas outras duas provas que iriam ser feitas respectivamente, nos dois últimos bimestres do respectivo ano de 1979.
Resumindo, fui aplicado nas aulas seguinte e aprendi com o professor que lecionou na época em sala de aula o assunto do Conjunto dos Números Complexos, não sendo o métodos do vestibular que não simplificava os radicais, etc... mas, através de um método, que aplicávamos conhecimentos fundamentais de números decimais e era permitido pelo professor utilizar uma calculadora em sala de aula e também consulta de diversos ângulos trigonométricos numa tábua de logaritmos, até mesmo no dia da aplicação da prova referente ao terceiro bimestre. Mas, tinha o objetivo de simplificar contas e cálculos demasiados, mas também alguns colegas não tinham os necessários conhecimentos fundamentais para fazer as contas decimais. O professor Washinton evidente certamente, devia ter conhecimento da ineficiência de alguns estudantes e sensatamente, jamais quis punir algum colega por isso, porque até mesmo ele talvez sido feito alguma revisão sobre o assunto. Já era em vão naquelas alturas ele lecionar os assuntos fundamentais.
E quando foi aplicada a prova referente ao terceiro bimestre, mesmo sendo permitido a utilização da calculadora durante a prova, fiz todos os cálculos algébricos e aritméticos com os números decimais manualmente feitas e posteriormente o resultado conferido com o da calculadora,  e o professor corrigia a prova no exato momento após recebê-la e entregava o resultado a cada momento , que nós os alunos concluíamos a prova e que obtive nota 10 na prova, que foi rigorosamente uma diferente e única respectiva prova para cada aluno e lembro que quando tomei a ponta do pelotão entre os maiores desempenho da turma que eram liderados por uma loira e não tão esbelto, a colega de turma Edna foi outra que também obteve nota 10  e  entre um dos melhores alunos,  o colega nosso, um sul-mato-grossense de Campo Grande, o Eliezer que só não obteve nota dez porque errou um sinal, mas tinha também amplo conhecimento didático do assunto, é natural um esporádico erro e então ele beirou uma nota próxima de dez. Tinha naturalmente capacidade, mas foi apenas um esporádico erro, pois também tinha amplo conhecimento do assunto e mérito de aluno de êxito.
A última prova do ano, referente ao quarto bimestre que ia ser feita excepcionalmente num dia de sábado,  um pouco debilitado com uma dor de barriga quase não ia pro colégio  mas  e que por um eventual atraso do professor, quando eu já estava no colégio, não resisti as dores, desisti de aguardar pelo motivo de ter me acontecido uma intensa dor de barriga e quando fui no toalete do colégio foi em vão, pois acabei defecando minha calça toda e sai embora do colégio e indo pegar o transporte público do ônibus com um intenso fedor de fezes.
E durante a semana quando procurei o cordial professor Washiston, solicitando quando eu poderia fazer a minha prova, ele simplesmente, me perguntou qual a nota eu estava precisando para ser aprovado por média, que ele me daria sem necessariamente aplicar a prova referente ao quarto bimestre e então afirmei que seria a nota seis e portanto obtendo assim minha aprovação por média na disciplina.
Lembro que a última vez, que casualmente encontrei com o meu ex-professor Washinton, foi quando eu ainda era jovem e vinha do sertão minha terra natal, Pau dos Ferros quando havia ido passar o período carnavalesco no sítio dos meus avós  (inicio de 1981, me parece ter sido), e quando desci do ônibus numa breve parada  para descida dos passageiros numa lanchonete, então o professor washiston me cumprimentou, não sei de onde ele vinha no mesmo ônibus, porém nos saudamos brevemente, mas fiquei um pouco envergonhado com minhas espinhas no rosto e não conversei muito, fui então logo pra dentro do ônibus.

Martins Sampaio de Souza







O MAIOR CONFRONTO COM A DOR



O MAIOR CONFRONTO COM A DOR

            Quando jovem durante a maior angústia, embora já tendo mantido a fé Cristã, mas num momento de desespero e intensa angústia por ser jovem e tinha na época 20 anos de idade, então no confronto sem saber enfrentar um complô e calunias contra minha dedicação solitária, senti a dor desesperado de abandono, mesmo no convívio do lar da nossa família e era como se o mundo inteiro fosse arrebatar tudo, toda ilusão da paixão e o êxito dos sonhos pareciam que tivesse tudo terminado, não teria mais em quem acreditar e minha fé parecia ser em vão porque eu ainda era jovem e não compreendia a plenitude da natureza e os propósitos de Deus para enfrentarmos e superarmos todos obstáculos apenas com o segredo no coração sempre acreditando e não sendo a nossa fé em vão.
            Eu estava amedrontado com medo de tudo, até dos meus pensamentos com tanto pessimismo.  Jamais queria que os difamadores, caluniadores e invejosos saboreassem qualquer algazarra ante minha humilhação e aparente fracasso quando baixei minha cabeça me sentindo sob uma conspiração da vaidade de uma beldade que não tinha nenhuma racional definição de dignidade categórica.
             Mas, por ser jovem e solitário foi a maior dor sem saber enfrentar o mundo inteiro contra mim e que parecia tudo desabar sobre minha cabeça e tudo parecia o fim e não queria que os adversários com mentiras e falsidades colocassem um ponto final qualquer na minha vida e sentindo-me sem forças pensei pela primeira vez em suicídio, confrontando a maior agonia que qualquer pessoa se sente num momento de fracasso, mas eu jurei a Deus com minha fé que iria cometer o grave erro pondo fim a minha própria vida e pedindo a Deus para eu ficar dentro da mente na consciência de todas aquelas pessoas que eu jamais faria qualquer maldade contra quem quer que fosse como estavam sendo comigo e com uma básica ideia de solução tecnológica pra não sentir dor naquela imenso medo por ser jovem com um intenso medo de tudo  e também sonhando  ainda poder através da tecnologia sobreviver para provar minha ética, moral e dignidade humana, então através da eletricidade como fonte energética para manter ativo e funcional qualquer comprovação de histórica e cronologia de um determinado fato, como fosse um documentário cinematográfico e vejo hoje semelhante a tudo que pensei nesse momento o  atual avanço moderno de monitoramento de câmeras. Pois eu havia colocado um friso com as duas pontas e colocado numa tomada elétrica sentindo então um intenso choque elétrico, que minha língua enrolou e lembro sentir todo corpo estremecer sobre o chão no local em que eu estava debaixo da cama e percebi, como se uma lâmpada acendesse repentinamente e não sei mais nada, tenho dúvidas se após tudo isso, eu um pouco desorientado fui até o banheiro, não sei. Foi uma angustia, talvez a maior de todos, é um delírio desse porque ninguém quer  a morte. É um momento de imenso desespero.
            Lembro que me parece, não sei ao certo se foi no dia seguinte, num sábado resolvi ir embora e sair pelo mundo, sai de calção, sem camisa, nem sandália, retirei minha prótese dentária, era um final de entardecer e sai caminhando escureceu andei muito haviam pessoas pelo caminho, mas eu  em silencio seguia sozinho, ouvia vozes como se fossem pilhérias de alguns falsos amigos que gritavam em vão de algum lugar próximo ao bairro de Neópolis e quando passei pela linha do trem parece ter sido em Parnamirim, não sei ao certo e fiz o retorno, retornando de volta pro lar, arrependido, sem rumos e esperanças e quando eu estava já próximo em frente ao campus universitário,  aí então parou um carro que vinham minhas duas irmãs e um dos meus primos, me pegaram pelos braços e pernas e me jogaram dentro de casa. Vieram até o nosso lar e disseram que tinham me encontrado, a nossa casa estava uma multidão de pessoas, mas não me deixaram entrar e saíram comigo como se tivessem ido numa loja funerária (lembro até o nome que era Menino Jesus, localizada no Alecrim), comigo naquelas altas horas da noite, posteriormente foram a alguns lugares, não sei se eram centros espiritas, percebi que meu primo estava com um hálito  de consumo alcóolico, devem certamente pedido ajuda para me encontrar pois algumas vezes, havíamos saído durante raras vezes quando jovem. E posteriormente quando voltamos para casa estava apenas uma beldade que eu tinha uma jovem ilusão e a mãe da pessoa que tornou-se minha ultima paixão que posteriormente tive durante minha juventude.
            Foi desde essa tal época, que começaram meus primeiros tratamentos psique e algumas outras vezes posteriores com minha amedrontada insegurança e pessimismo porque era jovem e temia enfrentar o mundo e a todos. Lembro que uma vez num momento de intenso delírio tenso a protestar contra todos os tratamentos de saúde que definia ser um absurdo, então retirei do guarda-roupa dos meus pais, uma amontoada papelada de exames médicos e prescrições de medicamentos de vários profissionais dos tratamentos de minha saúde psique, desde tal época de 1982, entre alguns medicamentos que também estavam e destruí tudo.
            Um fato curioso é que minha avó materna quando estava doente estado terminal de saúde, no nosso lar, sendo graças a Deus, amparada e sido atenciosa por revezadas visitas dos parentes maternos, primos solidários da minha mãe, e acontecendo no mesmo quarto, uma outra cama, mas no mesmo local onde minha avó materna morreu, no nosso lar.

Martins Sampaio de Souza

PARA OS CANALHAS



PARA OS CANALHAS

Não me amedronto com nada, embora me esquivo quando é em vão a verdade para algumas pessoas.  Mas, também aprendi ou pelo menos acredito que com minha imensa fé divina e consciente das minhas atitudes enfrento sem temor a tudo e a todos. E ainda exemplifico que ante minha situação de ter sido prejudicado e sido o único perdedor de uma causa jurídica e ao acionar meu procedimento burocrático que se resumiu numa sentença como improcedente e com minha convicção de sido eu então o “bode expiatório”, indignado utilizei palavras que possam até me acusar de obscenas, mas não estou em nada assustado com qualquer complô dos falsos e foras da lei que representam o poder público, nem temer qualquer ameaça humana contra mim, porque não sou nenhum infrator e ainda sirvo de bandeja todos os meus podres porque meu fedor só será depois que cessar meu último suspiro vital. E esclareço, concluindo que o resultado desse sofisma contra mim, foi melhor até mesmo do que  se eu houvesse ganho a barganha do valor da  tal causa R $ 10,900 que muito embora, às vezes eu não tenha nenhum centavo no bolso, mas eu não vou me silenciar nesse assunto, nem nesse nosso terceiro mundo, mas até o primeiro mundo que esnobaram em papel timbrado escritórios jurídicos como vínculos da tal doutorazinha, representante de um tal banco “BMG” , que eu jamais tinha ouvido falar e que me apresentaram no ITEP RN uma documentação falsa, representando   e me responsabilizando como sendo eu o autor do crime de “empréstimo bancário” e decidiram facilmente sem assumirem qualquer ônus de culpa de que o ilícito era eu. São absurdos do nosso Brasil, mas tudo bem, também já tomei conhecimento de injustiças até nos países mais desenvolvidos. São as tais  “justiças dos homens” que lembro terem sido as mesmas que condenaram Cristo. No mais só estou esperando qualquer um, seja quem for vir bater na minha porta com qualquer cobrança judicial.  E mesmo como pecador, eu não baixarei minha cabeça e lembro o dito popular que diz a citação “só quem não deve não teme” e só não entregarei para confisco, as minhas cuecas por uma questão de pudor, bando de canalhas.

Martinho – 01/12/20143