ERGUENDO O OLHAR PARA O CÉU
Antigamente, não se via crianças
Vendendo objetos nos semáforos
Numa árdua sobrevivência
O trânsito era tranquilo
Não havia tanto temor de assaltos
Ninguém machucava ninguém
Ergo o olhar para o céu
Perdido no horizonte
Apesar da dor
A gente navega num mar
Consolidado de harmonia
Porque Deus escreve a nossa história
Em páginas douradas de sol
Numa estrada radiante.
Martins Sampaio
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